Amnistia Internacional considera que, um ano após o regresso de Trump à Casa Branca, há uma escalada “autoritária”
A organização Amnistia Internacional denunciou hoje uma escalada de práticas autoritárias do Governo dos Estados Unidos desde que Donald Trump regressou à Casa Branca, há um ano, alertando para a erosão dos direitos humanos naquele país.
Num relatório divulgado para assinalar o primeiro aniversário do segundo mandato de Trump como Presidente dos Estados Unidos da América, a organização internacional de defesa dos direitos humanos alerta para o encerramento do espaço cívico, o enfraquecimento do Estado de direito e a forma como essa situação está a pôr em causa os direitos humanos, quer no país quer além-fronteiras.
O documento conclui que as práticas autoritárias da administração Trump estão a aumentar os riscos para jornalistas e pessoas discordantes, incluindo manifestantes, advogados, estudantes e defensores dos direitos humanos.
O relatório, intitulado “Soando os Alarmes: Aumento das Práticas Autoritárias e Erosão dos Direitos Humanos nos EUA”, documenta a escalada da situação em 12 áreas nas quais, segundo a Amnistia Internacional, “o Governo Trump está a abalar os pilares de uma sociedade livre”.
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