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        <title><![CDATA[Jacileny]]></title>
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        <description><![CDATA[Portal vaizzer  - Jacileny]]></description>
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                    <dc:rights><![CDATA[© 2021 - 2026 Alguns Direitos reservados]]></dc:rights>
        
                        <item>
                    <title><![CDATA[Cheirar, lembrar, repetir: o poder cerebral do aroma]]></title>

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                    <description><![CDATA[O aroma de rosas, de grama recém-cortada, de canela no ar... Às vezes, um aroma é tudo o que é preciso para desvendar uma memória que você nem sabia que ainda tinha na mente.Em um mundo acelerado, parar um momento para sentir o cheiro das rosas não é apenas um conselho poético; tem uma base científica.Você já sentiu um cheiro que o transportou instantaneamente para outra época? Talvez o aroma de protetor solar o transporte para umas férias de verão tranquilas, ou um toque de canela o faça lembrar da cozinha da vovó. Essa lembrança fugaz não está apenas na sua cabeça; é ciência. E tem um nome: Efeito Proust.Batizado em homenagem ao escritor francês Marcel Proust, o efeito se refere à poderosa capacidade de uma experiência sensorial, especialmente o olfato, de desencadear memórias vívidas e autobiográficas. Em "Em Busca do Tempo Perdido", Proust descreveu como o simples ato de comer uma madeleine mergulhada em chá trouxe de volta um mundo inteiro de memórias da infância. Mais de um século depois, a neurociência confirma que ele estava certo. Seu nariz sabe O olfato está diretamente conectado aos centros de memória e emoção do seu cérebro (estamos falando da sua amígdala e do seu hipocampo). É por isso que um aroma pode evocar um momento de anos atrás com uma clareza incrível, como se tivesse acontecido ontem.How the Brain Decides a Smell Is StinkyThe brain doesnt just process smellsit emotionally evaluates them, too. A new study uncovers how specific brain cells in the amygdala help categorize odors as pleasant or aversive. These cells dont have fixed emotional outputs; pic.twitter.com/roiIThFhiq Neuroscience News (@NeuroscienceNew) June 17, 2025De fato, cientistas descobriram que usar vários sentidos para processar uma experiência, especialmente o olfato, ajuda a formar memórias mais fortes e duradouras. Eles são chamados de 'engramas de memória' (um termo sofisticado, mas basicamente são como impressões cerebrais).A ciência se torna ainda mais interessanteUm estudo de 2021 no Japão descobriu que aromas como tatames, cítricos, incenso, talco de bebê e flores evocavam memórias intensas e vívidas nas pessoas, quase como uma viagem no tempo. Os participantes não apenas se lembravam das coisas; eles sentiam como se tivessem voltado no tempo.Uma revisão de 2023 descobriu que o treinamento olfativo (sim, o retreinamento olfativo existe) está associado à melhora da memória e até mesmo da função cerebral. Isso é especialmente promissor para quem sofre de perda de memória ou declínio cognitivo.Então como isso pode ser usado?Que pergunta boa! Aqui estão algumas maneiras divertidas de usar o olfato para estimular a memória:Combine um aroma com seus estudos: acenda uma vela específica ou use um óleo essencial enquanto aprende algo novo e, em seguida, lembre-se desse aroma quando for a hora de memorizá-lo.Crie memórias olfativas propositalmente: borrife um perfume exclusivo em um dia significativo (como seu casamento ou uma viagem) e você poderá "revivê-lo" mais tarde.Artigo relacionadoEstudo da Universidade da Flórida: O que torna um cheiro ruim?Use aromas para se conectar com a mente: está se sentindo sobrecarregado? Um aroma familiar pode ajudar você a regular suas emoções e reviver um momento feliz.Olfato não se resume a apreciar rosas ou café fresco; é uma das ferramentas mais poderosas do seu cérebro para a memória e as emoções. Então vá em frente: pare e sinta o cheiro de rosas, frutas cítricas, velas de baunilha... seu cérebro vai agradecer.Referência da notíciaHow smelling roses could help you make stronger memories. 17 de junho, 2025. Stacey Colino.]]></description>

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                    <pubDate>Fri, 27 Jun 2025 16:15:04 +0100</pubDate>

                    <dc:creator><![CDATA[Jacileny]]></dc:creator>

                    
                                            <content:encoded><![CDATA[<p>O aroma de rosas, de grama recém-cortada, de canela no ar... Às vezes, um aroma é tudo o que é preciso para desvendar uma memória que você nem sabia que ainda tinha na mente.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/smell-remember-repeat-the-brainy-power-of-scent-1750765824284.jpg" data-image="f7ojq53hr1lz"><figcaption>Em um mundo acelerado, parar um momento para sentir o cheiro das rosas não é apenas um conselho poético; tem uma base científica.</figcaption></figure><p>Você já <strong>sentiu </strong><strong>um cheiro que o transportou instantaneamente para outra época?</strong> Talvez o aroma de protetor solar o transporte para umas férias de verão tranquilas, ou um toque de canela o faça lembrar da cozinha da vovó. Essa lembrança fugaz não está apenas na sua cabeça; é ciência. E tem um nome: <strong>Efeito Proust</strong>.</p><p>Batizado em homenagem ao escritor francês Marcel Proust, o efeito se refere à <strong>poderosa capacidade de uma experiência sensorial, especialmente o olfato, de desencadear memórias vívidas</strong> e autobiográficas. Em "Em Busca do Tempo Perdido", Proust descreveu como o simples ato de comer uma madeleine mergulhada em chá trouxe de volta um mundo inteiro de memórias da infância. Mais de um século depois, a neurociência confirma que ele estava certo.</p><h2> Seu nariz sabe </h2><p>O <strong>olfato está diretamente conectado aos centros de memória e emoção do seu cérebro</strong> (estamos falando da sua amígdala e do seu hipocampo). É por isso que um aroma pode evocar um momento de anos atrás com uma clareza incrível, como se tivesse acontecido ontem.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">How the Brain Decides a Smell Is Stinky<br><br>The brain doesnt just process smellsit emotionally evaluates them, too. <br><br>A new study uncovers how specific brain cells in the amygdala help categorize odors as pleasant or aversive. <br><br>These cells dont have fixed emotional outputs; <a href="https://t.co/roiIThFhiq">pic.twitter.com/roiIThFhiq</a></p> Neuroscience News (@NeuroscienceNew) <a href="https://twitter.com/NeuroscienceNew/status/1935047205871632764?ref_src=twsrc%5Etfw">June 17, 2025</a></blockquote></figure><p>De fato, cientistas descobriram que usar vários sentidos para processar uma experiência, especialmente o olfato, ajuda a formar memórias mais fortes e duradouras. Eles são chamados de '<strong>engramas de memória' </strong>(um termo sofisticado, mas basicamente <strong>são como impressões cerebrais</strong>).</p><h3>A ciência se torna ainda mais interessante</h3><p>Um <a href="https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC8369471/" target="_blank">estudo</a> de 2021 no Japão descobriu que <strong>aromas como tatames, cítricos, incenso, talco de bebê e flores evocavam memórias intensas e vívidas nas pessoas</strong>, quase como uma viagem no tempo. Os participantes não apenas se lembravam das coisas; eles sentiam como se tivessem voltado no tempo.</p><p>Uma revisão de 2023 descobriu que o <strong>treinamento olfativo</strong> (sim, o retreinamento olfativo existe) está <strong>associado à melhora da memória e até mesmo da função cerebral</strong>. Isso é especialmente promissor para quem sofre de perda de memória ou declínio cognitivo.</p><h2>Então como isso pode ser usado?</h2><p>Que pergunta boa! Aqui estão algumas maneiras divertidas de usar o olfato para estimular a memória:</p><p><strong>Combine um aroma com seus estudos</strong>: acenda uma vela específica ou use um óleo essencial enquanto aprende algo novo e, em seguida, lembre-se desse aroma quando for a hora de memorizá-lo.</p><p><strong>Crie memórias olfativas propositalmente</strong>: borrife um perfume exclusivo em um dia significativo (como seu casamento ou uma viagem) e você poderá "revivê-lo" mais tarde.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="716005" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/estudo-da-universidade-da-florida-o-que-torna-um-cheiro-ruim.html" title="Estudo da Universidade da Flórida: O que torna um cheiro ruim?">Estudo da Universidade da Flórida: O que torna um cheiro ruim?</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/estudo-da-universidade-da-florida-o-que-torna-um-cheiro-ruim.html" title="Estudo da Universidade da Flórida: O que torna um cheiro ruim?"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/estudio-de-la-universidad-de-florida-que-hace-que-un-olor-sea-malo-1750343960491_320.png" alt="Estudo da Universidade da Flórida: O que torna um cheiro ruim?"></a></article></aside><p><strong>Use aromas para se conectar com a mente</strong>: está se sentindo sobrecarregado? Um aroma familiar pode ajudar você a regular suas emoções e reviver um momento feliz.</p><p>Olfato não se resume a apreciar rosas ou café fresco; é uma das ferramentas mais poderosas do seu cérebro para a memória e as emoções. Então vá em frente: pare e sinta o cheiro de rosas, frutas cítricas, velas de baunilha... seu cérebro vai agradecer.</p><h3><strong><em>Referência da notícia</em></strong><em><a href="https://apple.news/AhLAUky0nQBCA9B-v-L0l3g" target="_blank"><br></a></em></h3><p><em><a href="https://apple.news/AhLAUky0nQBCA9B-v-L0l3g" target="_blank">How smelling roses could help you make stronger memories.</a> 17 de junho, 2025. Stacey Colino.</em></p>]]></content:encoded>
                                    </item>
                            <item>
                    <title><![CDATA[Grupo com 19 brasileiros é resgatado após ficar preso em forte nevasca no Chile]]></title>

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                    <description><![CDATA[Autoridades chilenas confirmaram o resgate de 19 brasileiros que ficaram presos em uma rodovia na região de San Pedro de Atacama devido a uma intensa nevasca. Veja os detalhes.Imagem do resgate dos turistas presos em nevasca na noite de ontem (26) no Chile. Crédito: @CarabAntof/Rede Social X.Mais um incidente com brasileiros no exterior. Mas felizmente, este teve um final feliz. Na noite desta quinta-feira, 26 de junho, uma forte nevasca deixou um grupo de 59 turistas, incluindo 19 brasileiros, preso em uma rodovia na região de Antofagasta, Atacama, no norte do Chile.Contudo, as autoridades chilenas já confirmaram que resgataram todos os turistas, e eles estão em bom estado de saúde. Veja abaixo mais detalhes.Tempestade de neve deixou turistas presos em rodovia no norte do ChileSegundo informações da mídia local, ao todo eram 59 pessoas, entre elas, 19 brasileiros. O grupo ficou preso na rodovia Rota CH-27, entre Hito Cajón e Paso Jama, na região de Antofagasta, cidade próxima ao destino turístico de Atacama e próximo à fronteira com a Bolívia.O incidente se deu quando um caminhão derrapou no gelo da pista e bloqueou a rodovia nos dois sentidos. Os demais automóveis que precisaram parar por causa do acidente com o caminhão acabaram atolando na neve.Os serviços de resgate do Chile foram acionados pelos próprios turistas por meio de telefone via satélite.As autoridades chilenas informaram que todos foram resgatados sem ferimentos, apenas cansaço e exaustão, na noite de quinta-feira (26). O processo de resgate como um todo levou cerca de 12 horas, pois o local fica a uma altitude de mais de 4,5 mil metros e a nevasca com ventos fortes dificultava os trabalhos.As condições extremas de frio, com temperaturas em torno de -7ºC e a neve acumulada em até 60 cm em alguns pontos também dificultaram o resgate. Mas deu tudo certo no final.Veja abaixo os vídeos do resgate divulgados na Rede Social X:#AHORARegión de #Antofagasta: Último reporte del trabajo de Carabineros de la Prefectura de El Loa, junto a personal de Bomberos y Socorro Andino en la ruta 27CH con el fin de rescatar a las 27 personas aisladas producto del viento blanco y la nieve.  EN DESARROLLO pic.twitter.com/gmSBqRXaCe Carabineros Región de Antofagasta (@CarabAntof) June 26, 2025A operação de resgate contou com agentes do Corpo de Bombeiros, do Exército e do Comitê Communal de Gestão de Riscos de Desastres da cidade, e os resgatados foram levados em oito caminhões, três veículos particulares e uma van.Após o resgate, o Comandante do Exército Ariel Campos comunicou à imprensa chilena que os resgatados passaram por avaliação médica e todos se encontravam bem.Referências da notíciaAutoridades chilenas confirmam resgate de brasileiros presos em nevasca. 26 de junho, 2025. Diógenes Feitosa.Brasileiros são resgatados durante nevasca em rodovia no Chile. 27 de junho, 2025. Thiago Félix.Grupo com 19 brasileiros fica preso em nevasca no Chile e aguarda resgate. 26 de junho, 2025. Notícias UOL/Redação.]]></description>

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                    <pubDate>Fri, 27 Jun 2025 16:15:04 +0100</pubDate>

                    <dc:creator><![CDATA[Jacileny]]></dc:creator>

                    
                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Autoridades chilenas confirmaram o resgate de 19 brasileiros que ficaram presos em uma rodovia na região de San Pedro de Atacama devido a uma intensa nevasca. Veja os detalhes.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/grupo-com-19-brasileiros-e-resgatado-apos-ficar-preso-em-forte-nevasca-no-chile-1751033210765.jpg" data-image="idzqohgwrb4x"><figcaption>Imagem do resgate dos turistas presos em nevasca na noite de ontem (26) no Chile. Crédito: @CarabAntof/Rede Social X.</figcaption></figure><p>Mais um incidente com brasileiros no exterior. Mas felizmente, este teve um final feliz. Na <strong>noite desta quinta-feira, 26 de junho</strong>, uma <strong>forte nevasca</strong> deixou um grupo de 59 turistas, incluindo<strong> 19 brasileiros</strong>, preso em uma rodovia na região de Antofagasta, Atacama, no <strong>norte do Chile</strong>.</p><p>Contudo, as <strong>autoridades chilenas já confirmaram que resgataram todos</strong> os turistas, e eles <strong>estão em bom estado de saúde</strong>. Veja abaixo mais detalhes.</p><h2>Tempestade de neve deixou turistas presos em rodovia no norte do Chile</h2><p>Segundo informações da mídia local, <strong>ao todo eram 59 pessoas, entre elas, 19 brasileiros</strong>. O grupo ficou preso na rodovia Rota CH-27, entre Hito Cajón e Paso Jama, na<strong> região de Antofagasta, cidade próxima ao destino turístico de Atacama</strong> e próximo à fronteira com a Bolívia.</p><p>O incidente se deu quando <strong>um caminhão derrapou no gelo da pista e bloqueou a rodovia</strong> nos dois sentidos. Os<strong> demais automóveis que precisaram parar</strong> por causa do acidente com o caminhão acabaram atolando na neve.</p><div class="texto-destacado"><strong>Os serviços de resgate do Chile foram acionados pelos próprios turistas por meio de telefone via satélite.</strong></div><p>As autoridades chilenas informaram que <strong>todos foram resgatados sem ferimentos, apenas cansaço e exaustão</strong>, na noite de quinta-feira (26). O processo de resgate como um todo levou cerca de 12 horas, pois o local fica a uma <strong>altitude de mais de 4,5 mil metros e a nevasca com ventos fortes dificultava os trabalhos</strong>.</p><p>As condições extremas de frio, com<strong> temperaturas em torno de -7ºC e a neve acumulada em até 60 cm em alguns pontos</strong> também dificultaram o resgate. Mas deu tudo certo no final.</p><p>Veja abaixo os <strong>vídeos </strong>do resgate divulgados na Rede Social X:</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="es" dir="ltr"><a href="https://twitter.com/hashtag/AHORA?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#AHORA</a><br>Región de <a href="https://twitter.com/hashtag/Antofagasta?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#Antofagasta</a>: Último reporte del trabajo de Carabineros de la Prefectura de El Loa, junto a personal de Bomberos y Socorro Andino en la ruta 27CH con el fin de rescatar a las 27 personas aisladas producto del viento blanco y la nieve. <br> EN DESARROLLO <a href="https://t.co/gmSBqRXaCe">pic.twitter.com/gmSBqRXaCe</a></p> Carabineros Región de Antofagasta (@CarabAntof) <a href="https://twitter.com/CarabAntof/status/1938222901112824259?ref_src=twsrc%5Etfw">June 26, 2025</a></blockquote></figure><p>A operação de resgate contou com agentes do <strong>Corpo de Bombeiros</strong>, do <strong>Exército </strong>e do <strong>Comitê Communal de Gestão de Riscos de Desastres</strong> da cidade, e os resgatados foram levados em oito caminhões, três veículos particulares e uma van.</p><p>Após o resgate, o Comandante do Exército Ariel Campos comunicou à imprensa chilena que <strong>os resgatados passaram por avaliação médica e todos se encontravam bem</strong>.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em><a href="https://revistaoeste.com/mundo/autoridades-chilenas-confirmam-resgate-de-brasileiros-presos-em-nevasca/" target="_blank">Autoridades chilenas confirmam resgate de brasileiros presos em nevasca</a>. 26 de junho, 2025. Diógenes Feitosa.</em></p><p><em><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/brasil/brasileiros-sao-resgatados-durante-nevasca-em-rodovia-no-chile/" target="_blank">Brasileiros são resgatados durante nevasca em rodovia no Chile</a>. 27 de junho, 2025. Thiago Félix.</em></p><p><em><a href="https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2025/06/26/grupo-com-19-brasileiros-fica-preso-em-nevasca-no-chile-e-aguarda-resgate.htm" target="_blank">Grupo com 19 brasileiros fica preso em nevasca no Chile e aguarda resgate</a>. 26 de junho, 2025. Notícias UOL/Redação.</em></p>]]></content:encoded>
                                    </item>
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                    <title><![CDATA[CBERS-6 Brasil-China: cooperação estratégica, radar SAR e a nova era do sensoriamento remoto]]></title>

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                    <description><![CDATA[Lançado pelo Decreto nº 12.496, o Protocolo Brasil-China confirma a construção do satélite CBERS-6, primeiro da série com radar SAR, que promete revolucionar o monitoramento de florestas, lavouras e cidades em todo o país, já em planejamento.O radar SAR permite capturar imagens da superfície terrestre em qualquer hora do dia e sob qualquer condição climática, sendo essencial para o monitoramento ambiental, agrícola e urbano.O anúncio do Decreto nº 12.496, assinado em 9 de junho de 2025, marcou um passo decisivo na histórica colaboração espacial entre o Brasil e a China. O documento oficializou o Protocolo Complementar que prevê o desenvolvimento conjunto do satélite CBERS-6, iniciativa conduzida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), pela Agência Espacial Brasileira (AEB) e pela Administração Espacial Nacional da China (CNSA).A nova missão promete ampliar o acesso a imagens de alta resolução e consolidar a série CBERS como referência na observação da Terra.A relevância vai além da diplomacia. Com lançamento previsto para 2028, o CBERS-6 será o primeiro da parceria a carregar um radar SAR (Synthetic Aperture Radar) em banda X, capaz de enxergar a superfície do planeta dia e noite, mesmo sob nuvens densas. Para instituições de pesquisa, universidades e órgãos ambientais brasileiros, isso significa dados mais confiáveis para monitorar florestas, zonas costeiras e áreas agrícolas, fortalecendo políticas de conservação, previsão de desastres e planejamento urbano.Nos bastidores do acordoO caminho até o decreto começou em 2023, quando representantes dos dois países assinaram em Pequim o protocolo agora promulgado. Pelo arranjo, Brasil e China dividem igualmente tanto os custos quanto as tarefas técnicas, mantendo o modelo de cooperação que já lançou cinco satélites CBERS desde 1999. O satélite CBERS-6 será construído em cooperação: o Brasil será responsável pelo Módulo de Serviço e a China pela Carga Útil e pelo lançamento.O Módulo de Serviço será construído no Brasil, enquanto a Carga Útil, onde fica o radar SAR, será montada na China; as etapas finais de integração e o lançamento ocorrerão no Centro Espacial de Taiyuan, usando um foguete Longa Marcha.Essa distribuição estimula a cadeia nacional de fornecedores, gera empregos qualificados e transfere know-how para engenheiros brasileiros.Ao mesmo tempo, a China reforça sua presença no mercado global de lançamentos e mantém o intercâmbio tecnológico que sustenta a confiança entre as duas agências. O acordo, válido por uma década, ainda estabelece que qualquer uso do satélite por terceiros dependerá de consentimento mútuo, preservando a soberania dos dados.O que o CBERS-6 traz de novo?O diferencial do CBERS-6 está na combinação entre câmeras ópticas já consagradas e o radar SAR, que ilumina o solo com micro-ondas e recebe o eco refletido. Essa capacidade amplia drasticamente as aplicações civis e ambientais. Detecção de desmatamento em tempo quase real, mesmo durante a estação chuvosa na Amazônia. Monitoramento de cheias e rompimento de barragens, graças à capacidade de medir a textura da superfície da água. Mapeamento de solo agricultável e umidade em grandes plantações, orientando o manejo de recursos hídricos. Vigilância costeira para identificar derramamentos de óleo e pesca ilegal, reforçando a segurança marítima. Além disso, a frequência de revisitamento será menor que cinco dias, permitindo séries temporais de alta densidade. Essas imagens serão distribuídas gratuitamente pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), seguindo a política de dados abertos que já fez do CBERS-4A uma fonte valiosa para startups de geotecnologia e observatórios regionais.Impacto socioeconômico e ambientalAo adotar um radar próprio, o Brasil reduz a dependência de imagens estrangeiras pagas e fortalece sua autonomia estratégica. Municípios amazônicos poderão receber alertas precoces de invasões de terra; órgãos de defesa civil terão mapas atualizados para planejar evacuações; pesquisadores universitários ganharão séries históricas consistentes para estudos climáticos. Artigo relacionadoDo solo à copa: o ritmo escondido que diferencia florestas lentas e rápidas na AmazôniaNo plano internacional, o CBERS-6 posiciona a parceria Brasil-China como modelo de cooperação sul-sul em tecnologia de ponta. Os dados gerados apoiarão iniciativas globais, como o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), reforçando o protagonismo científico brasileiro. Referência da notíciaDecreto nº 12.496. Protocolo Complementar sobre o Desenvolvimento Conjunto do CBERS-6 entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo da República Popular da China. 9 de junho, 2025. Diário Oficial da União.]]></description>

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                    <pubDate>Thu, 26 Jun 2025 16:27:31 +0100</pubDate>

                    <dc:creator><![CDATA[Jacileny]]></dc:creator>

                    
                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Lançado pelo Decreto nº 12.496, o Protocolo Brasil-China confirma a construção do satélite CBERS-6, primeiro da série com radar SAR, que promete revolucionar o monitoramento de florestas, lavouras e cidades em todo o país, já em planejamento.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/cbers-6-brasil-china-cooperacao-estrategica-radar-sar-e-a-nova-era-do-sensoriamento-remoto-1750820571011.jpg" data-image="tpg58x4vxxtk" alt="radar, china, brasil" title="radar, china, brasil"><figcaption>O radar SAR permite capturar imagens da superfície terrestre em qualquer hora do dia e sob qualquer condição climática, sendo essencial para o monitoramento ambiental, agrícola e urbano.</figcaption></figure><p><strong>O anúncio do Decreto nº 12.496, assinado em 9 de junho de 2025, marcou um passo decisivo na histórica colaboração espacial entre o Brasil e a China. </strong>O documento oficializou o<strong> Protocolo Complementar que prevê o desenvolvimento conjunto do satélite CBERS-6, iniciativa conduzida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI)</strong>, pela Agência Espacial Brasileira (AEB) e pela Administração Espacial Nacional da China (CNSA).</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewbox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>A nova missão promete ampliar o acesso a imagens de alta resolução e consolidar a série CBERS como referência na observação da Terra.<svg class="cierra" viewbox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>A relevância vai além da diplomacia<strong>. Com lançamento previsto para 2028, o CBERS-6 será o primeiro da parceria a carregar um radar SAR (Synthetic Aperture Radar) em banda X, capaz de enxergar a superfície do planeta dia e noite,</strong> mesmo sob nuvens densas. </p><p>Para instituições de pesquisa, universidades e órgãos ambientais brasileiros,<strong> isso significa dados mais confiáveis para monitorar florestas, zonas costeiras e áreas agrícolas, </strong>fortalecendo políticas de conservação, previsão de desastres e planejamento urbano.</p><h2>Nos bastidores do acordo</h2><p>O caminho até o decreto começou em 2023, quando <strong>representantes dos dois países assinaram em Pequim o protocolo agora promulgado</strong>. Pelo arranjo, Brasil e China dividem igualmente tanto os custos quanto as tarefas técnicas, mantendo o modelo de cooperação que já lançou cinco satélites CBERS desde 1999. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/cbers-6-brasil-china-cooperacao-estrategica-radar-sar-e-a-nova-era-do-sensoriamento-remoto-1750820916342.jpg" data-image="954m5n74yodn" alt="china, brasil" title="china, brasil"><figcaption>O satélite CBERS-6 será construído em cooperação: o Brasil será responsável pelo Módulo de Serviço e a China pela Carga Útil e pelo lançamento.</figcaption></figure><p>O <strong>Módulo de Serviço</strong> será construído no Brasil, enquanto a <strong>Carga Útil</strong>, onde fica o radar SAR, será montada na China; as etapas finais de integração e o lançamento ocorrerão no Centro Espacial de Taiyuan, usando um foguete Longa Marcha.</p><div class="texto-destacado"><strong>Essa distribuição estimula a cadeia nacional de fornecedores, gera empregos qualificados e transfere know-how para engenheiros brasileiros</strong>.</div><p>Ao mesmo tempo, a China reforça sua presença no mercado global de lançamentos e mantém o intercâmbio tecnológico que sustenta a confiança entre as duas agências. <strong>O acordo, válido por uma década, ainda estabelece que qualquer uso do satélite por terceiros dependerá de consentimento mútuo, </strong>preservando a soberania dos dados.</p><h2>O que o CBERS-6 traz de novo?</h2><p><strong>O diferencial do CBERS-6 está na combinação entre câmeras ópticas já consagradas e o radar SAR</strong>, que ilumina o solo com micro-ondas e recebe o eco refletido. Essa capacidade amplia drasticamente as aplicações civis e ambientais.</p><ul> <li><strong>Detecção de desmatamento em tempo quase real, mesmo durante a estação chuvosa na Amazônia.</strong></li> <li>Monitoramento de cheias e rompimento de barragens, graças à capacidade de medir a textura da superfície da água.</li> <li><strong>Mapeamento de solo agricultável e umidade em grandes plantações, orientando o manejo de recursos hídricos.</strong></li> <li>Vigilância costeira para identificar derramamentos de óleo e pesca ilegal, reforçando a segurança marítima.</li> </ul><p>Além disso, a frequência de revisitamento será menor que cinco dias, permitindo séries temporais de alta densidade. <strong>Essas imagens serão distribuídas gratuitamente pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)</strong>, seguindo a política de dados abertos que já fez do CBERS-4A uma fonte valiosa para startups de geotecnologia e observatórios regionais.</p><h2>Impacto socioeconômico e ambiental</h2><p><strong>Ao adotar um radar próprio, o Brasil reduz a dependência de imagens estrangeiras pagas e fortalece sua autonomia estratégica. </strong>Municípios amazônicos poderão receber alertas precoces de invasões de terra; órgãos de defesa civil terão mapas atualizados para planejar evacuações; pesquisadores universitários ganharão séries históricas consistentes para estudos climáticos. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="714258" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/do-solo-a-copa-o-ritmo-escondido-que-diferencia-florestas-lentas-e-rapidas-na-amazonia.html" title="Do solo à copa: o ritmo escondido que diferencia florestas lentas e rápidas na Amazônia">Do solo à copa: o ritmo escondido que diferencia florestas lentas e rápidas na Amazônia</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/do-solo-a-copa-o-ritmo-escondido-que-diferencia-florestas-lentas-e-rapidas-na-amazonia.html" title="Do solo à copa: o ritmo escondido que diferencia florestas lentas e rápidas na Amazônia"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/do-solo-a-copa-o-ritmo-escondido-que-diferencia-florestas-lentas-e-rapidas-na-amazonia-1749331695480_320.jpg" alt="Do solo à copa: o ritmo escondido que diferencia florestas lentas e rápidas na Amazônia"></a></article></aside><p>No plano internacional, o CBERS-6 posiciona a parceria Brasil-China como modelo de cooperação sul-sul em tecnologia de ponta. <strong>Os dados gerados apoiarão iniciativas globais, como o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) </strong>e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), reforçando o protagonismo científico brasileiro. </p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em><a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/decreto-n-12.496-de-9-de-junho-de-2025-635041126" target="_blank">Decreto nº 12.496. Protocolo Complementar sobre o Desenvolvimento Conjunto do CBERS-6 entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo da República Popular da China.</a> 9 de junho, 2025. Diário Oficial da União.</em></p>]]></content:encoded>
                                    </item>
                            <item>
                    <title><![CDATA[Onde está a matéria do cosmos? Astrônomos encontram matéria perdida no Universo]]></title>

                    <link>https://portal.vaizzer.com/onde-esta-a-materia-do-cosmos-astronomos-encontram-materia-perdida-no-universo</link>
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                    <description><![CDATA[Parte da estimativa da matéria visível no Universo não era observada por astrônomos antes e foi encontrada agora.Matéria que está desaparecida pode ser encontrada em filamentos ligando aglomerados de galáxias segundo novo estudo. No Universo há diferentes tipos de componentes sendo elas a matéria visível, a matéria escura e a energia escura. A matéria visível, também chamada de matéria bariônica, é a matéria que conhecemos e observamos. Apesar da maior parte da matéria ser a matéria escura, modelos cosmológicos preveem que o Universo deveria conter uma quantidade maior de matéria bariônica do que conseguimos observar diretamente. A discrepância ficou conhecida como o "problema da matéria bariônica desaparecida". A hipótese é que a maior parte dessa matéria estaria distribuída em forma difusa entre galáxias. Outro problema relacionado é a ausência de pequenas galáxias em torno da Via Láctea. De acordo com simulações, nosso halo galáctico deveria abrigar centenas de galáxias menores, mas observamos apenas algumas dezenas. Esse "déficit de galáxias" é associado com parte da matéria que estaria desaparecida.Recentemente, um estudo usando dados de telescópios de raios-X detectou parte dessa matéria considerada ausente em filamentos de gás que conectam aglomerados de galáxias. Esses filamentos, que estão a milhões de anos-luz de distância, chegam a milhões de graus. Com temperaturas altas, os átomos de hidrogênio e oxigênio estariam ionizados, confirmando que parte da matéria bariônica está realmente nesses espaços intergalácticos. Matéria que está desaparecidaQuando consideramos a matéria bariônica, estamos falando da matéria que é composta por partículas como prótons e nêutrons, ou seja, toda a matéria que forma estrelas, planetas e até nós mesmos. No entanto, observações astronômicas indicam que conseguimos ver apenas cerca de metade da quantidade de matéria bariônica prevista. Os modelos são baseados nas observações da radiação cósmica e na aceleração de galáxias.A diferença entre a quantidade de matéria esperada e observada ficou conhecida como o problema da matéria bariônica desaparecida.Uma hipótese para explicar essa diferença seria que a maior parte dessa matéria ausente não estaria concentrada em galáxias ou estrelas. A ideia é que ela estaria distribuída em estruturas finas e difusas entre galáxias, como filamentos de gás aquecido. Por estarem extremamente diluídos e ionizados, esses filamentos são difíceis de detectar diretamente no espectro do visível, sendo necessários instrumentos de raios-X.Déficit de galáxias Outro problema relacionado com a falta de matéria visível sendo observada é o déficit de galáxias satélites em torno da Via Láctea. Esse problema ficou conhecido como problema das galáxias satélites ausentes. De acordo com modelos cosmológico padrão, o halo da nossa galáxia deveria conter centenas de pequenas galáxias anãs orbitando ao seu redor. No entanto, encontramos até hoje apenas algumas dezenas, um número significativamente menor do que o previsto pelo modelo.Uma explicação é que muitas dessas galáxias são extremamente pouco luminosas ou que o processo de formação estelar nelas tenha sido interrompido. Recentemente, alguns avanços na tecnologia dos telescópios encontraram algumas dessas galáxias perdidas, mas ainda faltam várias para chegar ao número esperado. Essas observações mostram que a ideia que essas galáxias sejam muito fracas para serem observadas esteja correta. Encontrado a matériaEm um artigo publicado recentemente, um grupo de astrônomos utilizaram dados de raios-x dos telescópios XMM-Newton e Suzaku junto com dados ópticos para estudar o superaglomerado de Shapley. Esse superaglomerado é uma das maiores estruturas conhecidas no Universo próximo com cerca de 8000 galáxias. Usando os dois telescópios para mapear regiões de emissão fraca, o estudo encontrou um filamento de gás conectando quatro aglomerados.Dados obtidos pelo XMM-Newton e Suzaku encontraram região de aglomerados que são conectados por filamentos cósmico. Crédito: Migkaset et al. 2025Esse filamento possui uma temperatura de cerca de 10 milhões de graus Celsius, indicando que hidrogênio está ionizado e é difícil de ser observado. Uma análise detalhada do filamento mostrou que ele contém uma massa equivalente a cerca de 10 vezes a da Via Láctea e se estende por 23 milhões de anos-luz. Isso é cerca de 230 vezes maior do que a Via Láctea. Boa parte dessa matéria seria essa matéria difusa esperada nos modelos teóricos que não haviam sido observada antes. Rede cósmica do UniversoAlém de encontrar uma possível solução para o problema da matéria desaparecida, as observações também ajudam a responder outra pergunta. A principal é que o filamento comprova a ideia que os aglomerados de galáxias estão conectados mesmo estando distantes. Isso ajuda a esclarecer a natureza da rede cósmica do Universo que é uma rede invisível de filamentos que estrutura o universo em larga escala.Artigo relacionadoGaláxia feita apenas de matéria escura pode estar próxima da Via LácteaOs resultados acabam reforçando o modelo cosmológico padrão e validam décadas de simulações cosmológicas feitas em computadores. Isso pode confirmar que a matéria desaparecida realmente pode estar escondida nesses filamentos que são difíceis de observar. Algumas missões, como a missão Euclid, está mapeando a estrutura e a evolução dessa rede cósmica que ajuda a investigar também a natureza da matéria escura.Referência da notíciaMigkaset et al. 2025 Detection of pure WHIM emission from a 7.2 Mpc long filament in the Shapley supercluster using X-ray spectroscopy Astronomy and Astrophysics ]]></description>

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                    <pubDate>Thu, 26 Jun 2025 16:27:31 +0100</pubDate>

                    <dc:creator><![CDATA[Jacileny]]></dc:creator>

                    
                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Parte da estimativa da matéria visível no Universo não era observada por astrônomos antes e foi encontrada agora.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/onde-esta-a-materia-do-cosmos-astronomos-encontram-materia-perdida-no-universo-1750797230968.png" data-image="h2mbdpzhnjco" alt="Matéria que está desaparecida pode ser encontrada em filamentos ligando aglomerados de galáxias segundo novo estudo." title="Matéria que está desaparecida pode ser encontrada em filamentos ligando aglomerados de galáxias segundo novo estudo."><figcaption>Matéria que está desaparecida pode ser encontrada em filamentos ligando aglomerados de galáxias segundo novo estudo. </figcaption></figure><p>No Universo há diferentes tipos de componentes sendo elas a matéria visível, a matéria escura e a energia escura. <strong>A matéria visível, também chamada de matéria bariônica, é a matéria que conhecemos e observamos.</strong> Apesar da maior parte da matéria ser a matéria escura, modelos cosmológicos preveem que o Universo deveria conter uma quantidade maior de matéria bariônica do que conseguimos observar diretamente. </p><p>A discrepância ficou conhecida como o "problema da matéria bariônica desaparecida". <strong>A hipótese é que a maior parte dessa matéria estaria distribuída em forma difusa entre galáxias.</strong> Outro problema relacionado é a ausência de pequenas galáxias em torno da Via Láctea. De acordo com simulações, nosso halo galáctico deveria abrigar centenas de galáxias menores, mas observamos apenas algumas dezenas. Esse "déficit de galáxias" é associado com parte da matéria que estaria desaparecida.</p><p>Recentemente, um estudo usando dados de telescópios de raios-X detectou parte dessa matéria considerada ausente em filamentos de gás que conectam aglomerados de galáxias. <strong>Esses filamentos, que estão a milhões de anos-luz de distância, chegam a milhões de graus.</strong> Com temperaturas altas, os átomos de hidrogênio e oxigênio estariam ionizados, confirmando que parte da matéria bariônica está realmente nesses espaços intergalácticos. </p><h2>Matéria que está desaparecida</h2><p>Quando consideramos a matéria bariônica, estamos falando da matéria que é composta por partículas como prótons e nêutrons, ou seja, toda a matéria que forma estrelas, planetas e até nós mesmos. No entanto, <strong>observações astronômicas indicam que conseguimos ver apenas cerca de metade da quantidade de matéria bariônica prevista</strong>. Os modelos são baseados nas observações da radiação cósmica e na aceleração de galáxias.</p><div class="texto-destacado"><strong>A diferença entre a quantidade de matéria esperada e observada ficou conhecida como o problema da matéria bariônica desaparecida.</strong></div><p>Uma hipótese para explicar essa diferença seria que a maior parte dessa matéria ausente não estaria concentrada em galáxias ou estrelas. <strong>A ideia é que ela estaria distribuída em estruturas finas e difusas entre galáxias, como filamentos de gás aquecido. </strong>Por estarem extremamente diluídos e ionizados, esses filamentos são difíceis de detectar diretamente no espectro do visível, sendo necessários instrumentos de raios-X.</p><h2>Déficit de galáxias </h2><p>Outro problema relacionado com a falta de matéria visível sendo observada é o déficit de galáxias satélites em torno da Via Láctea. <strong>Esse problema ficou conhecido como problema das galáxias satélites ausentes. </strong>De acordo com modelos cosmológico padrão, o halo da nossa galáxia deveria conter centenas de pequenas galáxias anãs orbitando ao seu redor. No entanto, encontramos até hoje apenas algumas dezenas, um número significativamente menor do que o previsto pelo modelo.</p><p>Uma explicação é que muitas dessas galáxias são extremamente pouco luminosas ou que o processo de formação estelar nelas tenha sido interrompido. <strong>Recentemente, alguns avanços na tecnologia dos telescópios encontraram algumas dessas galáxias perdidas, mas ainda faltam várias para chegar ao número esperado</strong>. Essas observações mostram que a ideia que essas galáxias sejam muito fracas para serem observadas esteja correta. </p><h2>Encontrado a matéria</h2><p>Em um artigo publicado recentemente, um grupo de astrônomos utilizaram dados de raios-x dos telescópios XMM-Newton e Suzaku junto com dados ópticos para estudar o superaglomerado de Shapley. <strong>Esse superaglomerado é uma das maiores estruturas conhecidas no Universo próximo com cerca de 8000 galáxias. </strong>Usando os dois telescópios para mapear regiões de emissão fraca, o estudo encontrou um filamento de gás conectando quatro aglomerados.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/onde-esta-a-materia-do-cosmos-astronomos-encontram-materia-perdida-no-universo-1750797248524.png" data-image="nguaraywzhg8" alt="Dados obtidos pelo XMM-Newton e Suzaku encontraram região de aglomerados que são conectados por filamentos cósmico. Crédito: Migkaset et al. 2025" title="Dados obtidos pelo XMM-Newton e Suzaku encontraram região de aglomerados que são conectados por filamentos cósmico. Crédito: Migkaset et al. 2025"><figcaption>Dados obtidos pelo XMM-Newton e Suzaku encontraram região de aglomerados que são conectados por filamentos cósmico. Crédito: Migkaset et al. 2025</figcaption></figure><p>Esse filamento possui uma temperatura de cerca de 10 milhões de graus Celsius, indicando que hidrogênio está ionizado e é difícil de ser observado. <strong>Uma análise detalhada do filamento mostrou que ele contém uma massa equivalente a cerca de 10 vezes a da Via Láctea e se estende por 23 milhões de anos-luz.</strong> Isso é cerca de 230 vezes maior do que a Via Láctea. Boa parte dessa matéria seria essa matéria difusa esperada nos modelos teóricos que não haviam sido observada antes. </p><h2>Rede cósmica do Universo</h2><p>Além de encontrar uma possível solução para o problema da matéria desaparecida, as observações também ajudam a responder outra pergunta. <strong>A principal é que o filamento comprova a ideia que os aglomerados de galáxias estão conectados mesmo estando distantes. </strong>Isso ajuda a esclarecer a natureza da rede cósmica do Universo que é uma rede invisível de filamentos que estrutura o universo em larga escala.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="709786" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/galaxia-feita-apenas-de-materia-escura-pode-estar-proxima-da-via-lactea.html" title="Galáxia feita apenas de matéria escura pode estar próxima da Via Láctea">Galáxia feita apenas de matéria escura pode estar próxima da Via Láctea</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/galaxia-feita-apenas-de-materia-escura-pode-estar-proxima-da-via-lactea.html" title="Galáxia feita apenas de matéria escura pode estar próxima da Via Láctea"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/galaxia-feita-apenas-de-materia-escura-pode-estar-proxima-da-via-lactea-1746809185034_320.png" alt="Galáxia feita apenas de matéria escura pode estar próxima da Via Láctea"></a></article></aside><p>Os resultados acabam reforçando o modelo cosmológico padrão e validam décadas de simulações cosmológicas feitas em computadores.<strong> Isso pode confirmar que a matéria desaparecida realmente pode estar escondida nesses filamentos que são difíceis de observar.</strong> Algumas missões, como a missão Euclid, está mapeando a estrutura e a evolução dessa rede cósmica que ajuda a investigar também a natureza da matéria escura.</p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p>Migkaset et al. 2025 <strong><a href="https://www.aanda.org/articles/aa/abs/2025/06/aa54944-25/aa54944-25.html" target="_blank">Detection of pure WHIM emission from a 7.2 Mpc long filament in the Shapley supercluster using X-ray spectroscopy</a></strong> <em>Astronomy and Astrophysics</em> </p>]]></content:encoded>
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                            <item>
                    <title><![CDATA[O tempo no Sudeste do Brasil: condição pré-frontal traz temperaturas muito acima dos 30°C, inclusive nas capitais]]></title>

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                    <description><![CDATA[A semana na Região Sudeste do Brasil vai ser muito quente para o inverno do Brasil e para o mês de agosto, com temperaturas passando dos 30°C, inclusive nas capitais. O calor anômalo vai ter seu fim, mas somente no fim da semana. Saiba mais aqui.Mais uma semana de tempo seco e quente em boa parte do Brasil, com mudança mais significativa na Região Sul e, somente, na Região Sudeste mais para o fim da semana. Até lá, o calor anômalo vai continuar e ganhar intensidade devido a aproximação de uma frente fria.Artigo relacionadoO tempo no Brasil na próxima semana: frente fria deixa alertas de tempestades na Região Sul e muda o tempo no SudesteEsse sistema contribui para uma condição pré-frontal, favorecendo a atuação dos ventos de norte e nordeste, que transportam o ar mais quente do centro-norte do Brasil em direção ao Sul. Assim, com o avanço da frente fria, há um empoçamento do ar quente a frente da frente fria, aumentando o ganho térmico ao longo do dia. O momento de maior intensidade, acontece na quinta-feira (08), quando o sistema frontal está mais próximo da Região Sudeste.Tempo muito seco e calor anômalo ganha intensidade no Sudeste do BrasilDias de pouca nebulosidade devido ao ar extremamente seco sobre a porção central do Brasil que se estende até o norte da Região Sul e toda a Região Sudeste. Essa condição mais seca, permite uma maior perda de energia durante as noite e madrugadas, baixando bastante a temperatura nesses períodos.No início da manhã, a sensação é de frio. Ao longo do dia, além do ganho térmico promovido pelo tempo firme e um céu sem nuvens, há o transporte de calor do centro-norte do Brasil, aumentando muito as temperaturas ao longo do dia e proporcionando sensação de calor. Assim, a moda cebola continua sendo tendência ao longo da semana.Umidade do ar atinge valores muito baixos ao longo da semana, com mínimo índice na quinta-feira.A semana já começa com previsão de temperaturas elevadas e passando dos 30°C no interior de São Paulo, na porção centro, norte e oeste do estado. Na capital paulista, previsão de máximas de 29°C. Em Minas Gerais, as máximas passam dos 30°C somente no oeste do Triângulo Mineiro. No Rio de Janeiro, as temperaturas podem chegar aos 30°C.Na terça-feira (06), o padrão não muda e as temperaturas não sofrem uma variação significativa, uma vez que a frente fria ainda não se formou completamente na Região Sul e os sistemas de chuvas estão atuando no sul do Rio Grande do Sul. Essa condição se aplica também à quarta-feira (07). Temperatura máxima prevista para a quinta-feira, traz a região do Rio de Janeiro com máximas de até 35°C.Já na quinta-feira (08), a frente fria atua no Paraná e se aproxima muito da divisa com o estado de São Paulo, provocando aumento da nebulosidade nessas áreas. No entanto, o empoçamento do ar quente acontece até o período da tarde em toda a Região Sudeste, proporcionando o dia mais quente da semana.Temperaturas máximas previstas para a quinta-feira passam facilmente dos 30°C.As temperaturas máximas podem chegar aos 32°C na Capital Paulista, aos 34°C no Rio de Janeiro, aos 28°C em Belo Horizonte e aos 30°C em Vitória. No norte e oeste de São Paulo, as máximas podem atingir os 35°C.]]></description>

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                    <pubDate>Tue, 06 Aug 2024 02:27:15 +0100</pubDate>

                    <dc:creator><![CDATA[Jacileny]]></dc:creator>

                    
                                            <content:encoded><![CDATA[<p>A semana na Região Sudeste do Brasil vai ser muito quente para o inverno do Brasil e para o mês de agosto, com temperaturas passando dos 30°C, inclusive nas capitais. O calor anômalo vai ter seu fim, mas somente no fim da semana. Saiba mais aqui.</p><figure class="video-dailymotion"><div><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-x93j704.jpg"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewbox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24"></circle><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z"></path></svg></span></div></figure><p>Mais uma semana de tempo seco e quente em boa parte do Brasil, com mudança mais significativa na Região Sul e, somente, na Região Sudeste mais para o fim da semana. Até lá, <strong>o calor anômalo vai continuar e ganhar intensidade devido a aproximação de uma frente fria</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable redactor-component-active" data-article="668311" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/o-tempo-no-brasil-na-proxima-semana-frente-fria-deixa-alertas-de-tempestades-na-regiao-sul-e-muda-o-tempo-no-sudeste.html" title="O tempo no Brasil na próxima semana: frente fria deixa alertas de tempestades na Região Sul e muda o tempo no Sudeste">O tempo no Brasil na próxima semana: frente fria deixa alertas de tempestades na Região Sul e muda o tempo no Sudeste</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/o-tempo-no-brasil-na-proxima-semana-frente-fria-deixa-alertas-de-tempestades-na-regiao-sul-e-muda-o-tempo-no-sudeste.html" title="O tempo no Brasil na próxima semana: frente fria deixa alertas de tempestades na Região Sul e muda o tempo no Sudeste"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/o-tempo-no-brasil-na-proxima-semana-alerta-de-chuvas-intensas-no-sul-e-de-forte-mudanca-do-tempo-no-sudeste-1722802653049_320.jpg" alt="O tempo no Brasil na próxima semana: frente fria deixa alertas de tempestades na Região Sul e muda o tempo no Sudeste"></a></article></aside><p>Esse sistema contribui para uma condição pré-frontal, favorecendo a atuação dos ventos de norte e nordeste, <strong>que transportam o ar mais quente do centro-norte do Brasil em direção ao Sul</strong>. Assim, com o avanço da frente fria, há um empoçamento do ar quente a frente da frente fria, <strong>aumentando o ganho térmico ao longo do dia</strong>. O momento de maior intensidade, acontece na quinta-feira (08), quando o sistema frontal está mais próximo da Região Sudeste.</p><h2>Tempo muito seco e calor anômalo ganha intensidade no Sudeste do Brasil</h2><p>Dias de pouca nebulosidade devido ao ar extremamente seco sobre a porção central do Brasil que se estende até o norte da Região Sul e toda a Região Sudeste. Essa condição mais seca, permite uma maior perda de energia durante as noite e madrugadas,<strong> baixando bastante a temperatura nesses períodos</strong>.</p><p>No início da manhã, a sensação é de frio. Ao longo do dia, além do ganho térmico promovido pelo tempo firme e um céu sem nuvens, <strong>há o transporte de calor do centro-norte do Brasil</strong>, aumentando muito as temperaturas ao longo do dia e proporcionando sensação de calor. <strong>Assim, a moda cebola continua sendo tendência ao longo da semana</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-tempo-no-sudeste-do-brasil-condicao-pre-frontal-traz-temperaturas-acima-dos-33-c-inclusive-nas-capitais-1722848998687.jpg" data-image="ircp6j8wktnm" alt="alerta de baixa umidade do ar" title="alerta de baixa umidade do ar"><figcaption>Umidade do ar atinge valores muito baixos ao longo da semana, com mínimo índice na quinta-feira.</figcaption></figure><p>A semana já começa com <strong>previsão de temperaturas elevadas e passando dos 30°C no interior de </strong><a href="https://www.tempo.com/sao-paulo-estado.htm" data-mrf-recirculation="cuerpo_intext"><strong>São Paulo</strong></a>, na porção centro, norte e oeste do estado. Na capital paulista, previsão de máximas de 29°C. Em <a href="https://www.tempo.com/minas-gerais-estado.htm" data-mrf-recirculation="cuerpo_intext">Minas Gerais</a>, as máximas passam dos 30°C somente no oeste do Triângulo Mineiro. <strong>No <a href="https://www.tempo.com/rio-de-janeiro-estado.htm" data-mrf-recirculation="cuerpo_intext">Rio de Janeiro</a>, as temperaturas podem chegar aos 30°C</strong>.</p><p>Na terça-feira (06), <strong>o padrão não muda e as temperaturas não sofrem uma variação significativa</strong>, uma vez que a frente fria ainda não se formou completamente na Região Sul e os sistemas de chuvas estão atuando no sul do <a href="https://www.tempo.com/rio-grande-do-sul-estado.htm" data-mrf-recirculation="cuerpo_intext">Rio Grande do Sul</a>. Essa condição se aplica também à quarta-feira (07). </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-tempo-no-sudeste-do-brasil-condicao-pre-frontal-traz-temperaturas-acima-dos-33-c-inclusive-nas-capitais-1722849173493.jpg" data-image="49fzhinyxxjv" alt="calor no Rio de Janeiro" title="calor no Rio de Janeiro"><figcaption>Temperatura máxima prevista para a quinta-feira, traz a região do Rio de Janeiro com máximas de até 35°C.</figcaption></figure><p>Já na quinta-feira (08), a frente fria atua no <a href="https://www.tempo.com/parana-estado.htm" data-mrf-recirculation="cuerpo_intext">Paraná</a> e se aproxima muito da divisa com o estado de São Paulo, provocando aumento da nebulosidade nessas áreas. No entanto,<strong> o empoçamento do ar quente acontece até o período da tarde em toda a Região Sudeste</strong>, proporcionando o dia mais quente da semana.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-tempo-no-sudeste-do-brasil-condicao-pre-frontal-traz-temperaturas-acima-dos-33-c-inclusive-nas-capitais-1722849362237.jpg" data-image="ggp3bybubfo1" alt="calor em agosto" title="calor em agosto"><figcaption>Temperaturas máximas previstas para a quinta-feira passam facilmente dos 30°C.</figcaption></figure><p>As temperaturas máximas podem chegar aos 32°C na <a href="https://www.tempo.com/sao-paulo.htm" data-mrf-recirculation="cuerpo_intext">Capital Paulista</a>, aos 34°C no <a href="https://www.tempo.com/rio-de-janeiro_rio-de-janeiro-l12987.htm" data-mrf-recirculation="cuerpo_intext">Rio de Janeiro</a>, aos 28°C em <a href="https://www.tempo.com/belo-horizonte.htm" data-mrf-recirculation="cuerpo_intext">Belo Horizonte</a> e aos 30°C em <a href="https://www.tempo.com/vitoria_espirito-santo-l13010.htm" data-mrf-recirculation="cuerpo_intext">Vitória</a>. No norte e oeste de São Paulo,<strong> as máximas podem atingir os 35°C</strong>.</p>]]></content:encoded>
                                    </item>
                            <item>
                    <title><![CDATA[O comovente memorial aos ratos de laboratório que deram a vida pela ciência]]></title>

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                    <description><![CDATA[Os ratos desempenharam um papel central na evolução da ciência e esta escultura peculiar procura prestar-lhes homenagem.O monumento está situado em Novosibirsk, na Rússia.Milhares e milhares de medicamentos, vacinas e cosméticos chegam ao ponto de venda depois de terem sido desenvolvidos com recurso a testes em animais.Muitos destes animais são ratos, a criatura que tem o raro privilégio de partilhar 95% das características genéticas dos seres humanos, pelo que os resultados de quase todas as experiências em ratos podem ser extrapolados para nós. Além disso, são animais pequenos e maleáveis e a gestação dura apenas 20 dias.Para reconhecer o papel crucial destes roedores no progresso científico, existe uma obra de arte: o "monumento ao ratinho de laboratório", em frente ao Instituto de Citologia e Genética de Novosibirsk, na Rússia.O rato de laboratório, com óculos, tece uma cadeia de ADN.A estátua de bronze de seis metros de altura mostra um rato "científico", com óculos, segurando duas agulhas de tricô nos braços, com as quais está a tecer uma sequência de ADN.O rato científico é uma criação do escultor Andrei Kharkevich e foi colocado ali em 2013 para assinalar o 55º aniversário da fundação do instituto.O diretor do Instituto, Nikolai Kolchanov, explicou que o monumento simboliza "a gratidão pelo animal que a humanidade utilizou para estudar a genética, os mecanismos moleculares e físicos das doenças, bem como para o desenvolvimento de novos medicamentos".O Instituto irá instalar mais esculturas para homenagear outros animais de laboratório, acompanhadas de placas com informações sobre a forma como cada animal contribuiu para o avanço da ciência e da medicina.Milhões de ratos abatidos e movimentos que defendem os seus direitosOs ratos têm sido utilizados em experiências científicas desde o século XV. Atualmente, estima-se que cerca de 100 milhões de ratos e outros roedores são mortos todos os anos em experiências científicas em todo o mundo.Nos laboratórios, os ratinhos são utilizados para testar novos medicamentos, vacinas e tratamentos para várias doenças. São também utilizados para investigar a genética, a biologia do desenvolvimento e a resposta imunitária.Além disso, são utilizados para o desenvolvimento de novas tecnologias e terapias, uma vez que as suas respostas fornecem informações valiosas sobre o modo como os tratamentos podem funcionar nos seres humanos.Cerca de 100 milhões de ratos morrem todos os anos em experiências científicas.Há já algumas décadas que a questão dos direitos dos animais e da ética dos ensaios está na ordem do dia e na consciência da sociedade e dos investigadores científicos.Os investigadores estão cada vez mais empenhados em seguir protocolos éticos que reduzam o sofrimento e em procurar alternativas sempre que possível.Desde o final da década de 1950, o princípio dos 3Rs tem sido proposto a nível mundial:Reduzir o número de animais ao mínimo necessário para atingir o objetivo.Aperfeiçoar os procedimentos para aliviar o desconforto na experiência.Substituir técnicas e utilizar alternativas que possam fornecer o mesmo nível de informação que seria obtido através de testes em animais.Por seu turno, o movimento "cruelty-free" (livre de crueldade) é um esforço global para eliminar o uso de animais em testes de produtos e cosméticos. Surgiu em resposta a preocupações sobre o bem-estar animal e a ética na investigação científica e na produção de produtos de consumo. A ideia central é evitar experiências que causem sofrimento ou danos aos animais, promovendo métodos alternativos e mais humanos.Este movimento ganhou proeminência nos anos 80, quando organizações de defesa dos direitos dos animais, como a Humane Society International e a PETA, começaram a chamar a atenção para práticas cruéis em laboratórios e na indústria cosmética.Artigo relacionadoEstudo revela que temperaturas extremas influenciam a distribuição geográfica de espécies animaisAs campanhas de sensibilização e as iniciativas de rotulagem ajudaram a sensibilizar o público e a pressionar as empresas a adotarem práticas mais éticas.O movimento promove a utilização de métodos de ensaio alternativos, como os ensaios in vitro e a modelação computacional, e incentiva os consumidores a escolherem produtos que não tenham sido testados em animais, muitas vezes representados por selos e certificações específicos, como o logótipo "cruelty-free" nas embalagens.]]></description>

                                            <enclosure url="https://services.meteored.com/img/article/el-conmovedor-monumento-a-los-ratones-de-laboratorio-que-dieron-su-vida-por-la-ciencia-1722369033172_1280.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>

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                    <pubDate>Tue, 06 Aug 2024 02:27:15 +0100</pubDate>

                    <dc:creator><![CDATA[Jacileny]]></dc:creator>

                    
                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Os ratos desempenharam um papel central na evolução da ciência e esta escultura peculiar procura prestar-lhes homenagem.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-conmovedor-monumento-a-los-ratones-de-laboratorio-que-dieron-su-vida-por-la-ciencia-1722369033172.jpg" data-image="u5aptjknlb2l" alt="Ciência" title="Ciência"><figcaption>O monumento está situado em Novosibirsk, na Rússia.</figcaption></figure><p>Milhares e milhares de <strong>medicamentos, vacinas e cosméticos</strong> chegam ao ponto de venda depois de terem sido desenvolvidos com recurso a testes em animais.</p><p>Muitos destes animais são ratos, <strong>a criatura que tem o raro privilégio de partilhar 95% das características genéticas </strong>dos seres humanos, pelo que os resultados de quase todas as experiências em ratos podem ser extrapolados para nós. Além disso, são animais pequenos e maleáveis e a gestação dura apenas 20 dias.</p><p>Para reconhecer o papel crucial destes roedores no progresso científico, existe <strong>uma obra de arte: o "monumento ao ratinho de laboratório"</strong>, em frente ao Instituto de Citologia e Genética de Novosibirsk, na Rússia.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-conmovedor-monumento-a-los-ratones-de-laboratorio-que-dieron-su-vida-por-la-ciencia-1722369102717.jpg" data-image="bvhz8zr7tski" alt="ciência" title="ciência"><figcaption>O rato de laboratório, com óculos, tece uma cadeia de ADN.</figcaption></figure><p>A estátua de bronze de seis metros de altura mostra um <strong>rato "científico"</strong><strong>, com óculos</strong>, segurando duas agulhas de tricô nos braços, com as quais está a tecer uma sequência de ADN.</p><p>O rato científico é uma criação do escultor Andrei Kharkevich e <strong>foi colocado ali em 2013</strong> para assinalar o 55º aniversário da fundação do instituto.</p><p>O diretor do Instituto, Nikolai Kolchanov, explicou que o monumento simboliza <strong>"a gratidão pelo animal que a humanidade utilizou</strong> para estudar a genética, os mecanismos moleculares e físicos das doenças, bem como para o desenvolvimento de novos medicamentos".</p><p>O Instituto irá instalar mais esculturas para homenagear outros animais de laboratório, acompanhadas de <strong>placas com informações sobre a forma como cada animal contribuiu para o avanço</strong> da ciência e da medicina.</p><h2>Milhões de ratos abatidos e movimentos que defendem os seus direitos</h2><p>Os ratos têm sido utilizados em experiências científicas desde o século XV. Atualmente, estima-se que <strong>cerca de 100 milhões de ratos e outros roedores</strong> são mortos todos os anos em experiências científicas em todo o mundo.</p><p>Nos laboratórios, os ratinhos são utilizados para testar novos medicamentos, vacinas e tratamentos para várias doenças. São também utilizados para investigar <strong>a genética, a biologia do desenvolvimento e a resposta imunitária</strong>.</p><p>Além disso, são utilizados para o desenvolvimento de novas tecnologias e terapias, uma vez que as suas respostas fornecem informações valiosas sobre <strong>o modo como os tratamentos podem funcionar nos seres humanos</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-conmovedor-monumento-a-los-ratones-de-laboratorio-que-dieron-su-vida-por-la-ciencia-1722369327869.jpg" data-image="r8me83hu4igk" alt="ciência" title="ciência"><figcaption>Cerca de 100 milhões de ratos morrem todos os anos em experiências científicas.</figcaption></figure><p>Há já algumas décadas que a questão dos direitos dos animais e da ética dos ensaios está na ordem do dia e na consciência da sociedade e dos investigadores científicos.</p><p>Os investigadores estão cada vez mais empenhados em seguir protocolos éticos que reduzam o sofrimento e em procurar alternativas sempre que possível.</p><p>Desde o final da década de 1950, <strong>o princípio dos 3Rs tem sido proposto a nível mundial</strong>:</p><ul><li>Reduzir o número de animais ao mínimo necessário para atingir o objetivo.</li><li>Aperfeiçoar os procedimentos para aliviar o desconforto na experiência.</li><li>Substituir técnicas e utilizar alternativas que possam fornecer o mesmo nível de informação que seria obtido através de testes em animais.</li></ul><p>Por seu turno, <strong>o movimento "cruelty-free" (livre de crueldade) é um esforço global para eliminar o uso de animais</strong> em testes de produtos e cosméticos. Surgiu em resposta a preocupações sobre o bem-estar animal e a ética na investigação científica e na produção de produtos de consumo. A ideia central é evitar experiências que causem sofrimento ou danos aos animais, promovendo métodos alternativos e mais humanos.</p><ul></ul><p><strong>Este movimento ganhou proeminência nos anos 80</strong>, quando organizações de defesa dos direitos dos animais, como a Humane Society International e a PETA, começaram a chamar a atenção para práticas cruéis em laboratórios e na indústria cosmética.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable redactor-component-active" data-article="594841" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/estudo-revela-que-temperaturas-extremas-influenciam-a-distribuicao-geografica-de-especies-animais.html" title="Estudo revela que temperaturas extremas influenciam a distribuição geográfica de espécies animais">Estudo revela que temperaturas extremas influenciam a distribuição geográfica de espécies animais</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/estudo-revela-que-temperaturas-extremas-influenciam-a-distribuicao-geografica-de-especies-animais.html" title="Estudo revela que temperaturas extremas influenciam a distribuição geográfica de espécies animais"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/estudo-revela-que-temperaturas-extremas-influenciam-a-distribuicao-geografica-de-especies-animais-1700754035273_320.jpg" alt="Estudo revela que temperaturas extremas influenciam a distribuição geográfica de espécies animais"></a></article></aside><p><strong>As campanhas de sensibilização e as iniciativas de rotulagem</strong> ajudaram a sensibilizar o público e a pressionar as empresas a adotarem práticas mais éticas.</p><p>O movimento promove a utilização de métodos de <strong>ensaio alternativos, como os ensaios in vitro e a modelação computacional</strong>, e incentiva os consumidores a escolherem produtos que não tenham sido testados em animais, muitas vezes representados por selos e certificações específicos, como o logótipo "cruelty-free" nas embalagens.</p>]]></content:encoded>
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                    <title><![CDATA[Inundações no Brasil revelam um dos esqueletos de dinossauros mais antigos]]></title>

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                    <description><![CDATA[Os pesquisadores dizem que recuperaram um dos dinossauros mais antigos do mundo. Os ossos ficaram expostos após as fortes chuvas. De que espécie se trata?O esqueleto foi descoberto depois que as enchentes aceleraram a erosão do solo.As inundações no sul do Brasil começaram a diminuir e revelaram uma grande surpresa para a comunidade científica: um dos dinossauros mais antigos do mundo, relatam pesquisadores. Os fósseis foram encontrados por paleontólogos em maio, próximo a um reservatório no município de São João do Polêsine, no estado do Rio Grande do Sul. A descoberta foi relatada pela Associated Press em 17 de julho.Artigo relacionadoO dinossauro T. rex era tão inteligente quanto um crocodilo gigante, segundo pesquisaA equipe de pesquisadores afirma que o dinossauro, ainda não identificado formalmente, tem aproximadamente 233 milhões de anos e pertencia à família de predadores do Triássico conhecida como Herrerasauridae. Esta família de carnívoros caracteriza-se por ser um dos grupos mais antigos da linhagem dos dinossauros.As evidências das primeiras espécies conhecidas desses animais continuam a ser debatidas entre os cientistas. Os fósseis de dinossauros mais antigos e indiscutíveis datam de cerca de 231 milhões de anos e incluem ossos de vários grupos, incluindo o Herrerasaurus. No entanto, existem fósseis ainda mais antigos de um dinossauro chamado Nyasasaurus, que estima-se ter vivido há aproximadamente 240 milhões de anos.Imagem de como seriam os herrerasauridae.Segundo a Agência Brasil, uma agência de notícias pública brasileira, o esqueleto do dinossauro recém-descoberto está quase totalmente preservado. Se o espécime for na verdade um Herrerassauro de 233 milhões de anos, isso ajudará os pesquisadores a decifrar a base da árvore genealógica dos dinossauros. Estes fósseis permitirão aos cientistas compreender melhor a primeira onda de dinossauros predadores que ascendeu ao topo da cadeia alimentar, disse Rodrigo Temp Müller, paleontólogo da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), que liderou a escavação.O antigo HerrerasaurusO indivíduo encontrado no Brasil teria cerca de 2,5 metros de comprimento, mas os paleontólogos afirmam que sua espécie poderia ser ainda maior. O Herrerassauro era um carnívoro bípede de constituição leve, com cauda longa e cabeça relativamente pequena. Os adultos tinham crânios de até 56 cm de comprimento e comprimento total de até 6 m, pesando aproximadamente 350 kg.    233  ..              #                 Herrerasauridae.#__ pic.twitter.com/8LXVf1hpn7   (@AlAinNews) July 19, 2024É um animal carnívoro, bípede, por isso andava sobre as patas traseiras e provavelmente tinha as mãos livres para manipular suas presas, explica Müller. Não podemos dizer que atingiu o tamanho máximo. Embora tivesse 2,5 metros de comprimento, alguns indivíduos deste grupo podiam atingir cinco ou seis metros.Seu nome significa lagarto de Herrera, em homenagem ao fazendeiro que descobriu o primeiro exemplar em 1958 na América do Sul. Todos os fósseis conhecidos deste carnívoro foram descobertos na Formação Ischigualasto, no noroeste da Argentina.O local onde Müller e seus colegas trabalham faz parte do Geoparque Quarta Colônia e é conhecido pelos fósseis de dinossauros. As chuvas fizeram com que os pesquisadores "corressem" para recuperar os fósseis expostos antes que fossem perdidos ou destruídos, informou a Agência Brasil.Quando chove muito, às vezes pequenos materiais se perdem antes que possamos chegar até eles, por isso estamos correndo para resgatar todo o material que foi descoberto, explicou Müller.Artigo relacionadoO colossal tsunami que causou o meteorito que extinguiu os dinossaurosEsta região do sul do Brasil experimentou vários episódios de chuvas recordes no início de maio. As enchentes mataram pelo menos 182 pessoas e estima-se que a tempestade e as inundações geraram uma crise que forçou o deslocamento de 620 mil pessoas e colocou 2,1 milhões de habitantes em xeque por falta de água, alimentos, energia e serviços básicos.Referência da notícia: Live Science. "Heavy rains expose one of the oldest dinosaur skeletons ever discovered, researchers claim".2024.]]></description>

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                    <pubDate>Tue, 06 Aug 2024 02:27:14 +0100</pubDate>

                    <dc:creator><![CDATA[Jacileny]]></dc:creator>

                    
                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Os pesquisadores dizem que recuperaram um dos dinossauros mais antigos do mundo. Os ossos ficaram expostos após as fortes chuvas. De que espécie se trata?</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/las-inundaciones-de-brasil-dejan-al-descubierto-uno-de-los-esqueletos-de-dinosaurio-mas-antiguos-1722701513433.jpg" data-image="7lx8s5jype8w" alt="dinossauro, Brasil" title="dinossauro, Brasil"><figcaption>O esqueleto foi descoberto depois que as enchentes aceleraram a erosão do solo.</figcaption></figure><p>As<strong> inundações no sul do Brasil</strong> começaram a diminuir e<strong> revelaram uma grande surpresa para a comunidade científica: um dos dinossauros mais antigos do mundo</strong>, relatam pesquisadores. Os fósseis foram encontrados por paleontólogos em maio, próximo a um reservatório no município de <strong><a href="https://www.tempo.com/sao-joao-do-polesine.htm" data-mrf-recirculation="cuerpo_intext">São João do Polêsine</a></strong>, no estado do <a href="https://www.tempo.com/rio-grande-do-sul-estado.htm" data-mrf-recirculation="cuerpo_intext"><strong>Rio Grande do Sul</strong></a>. A descoberta foi relatada pela <em>Associated Press</em> em 17 de julho.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="654909" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/o-dinossauro-t-rex-era-tao-inteligente-quanto-um-crocodilo-gigante-segundo-pesquisa.html" title="O dinossauro T. rex era tão inteligente quanto um crocodilo gigante, segundo pesquisa">O dinossauro T. rex era tão inteligente quanto um crocodilo gigante, segundo pesquisa</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/o-dinossauro-t-rex-era-tao-inteligente-quanto-um-crocodilo-gigante-segundo-pesquisa.html" title="O dinossauro T. rex era tão inteligente quanto um crocodilo gigante, segundo pesquisa"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/t-rex-as-smart-as-a-giant-crocodile-research-finds-1714562833885_320.jpeg" alt="O dinossauro T. rex era tão inteligente quanto um crocodilo gigante, segundo pesquisa"></a></article></aside><p>A equipe de pesquisadores afirma que <strong>o dinossauro, ainda não identificado formalmente, tem aproximadamente 233 milhões de anos</strong> e pertencia à família de predadores do <strong>Triássico </strong>conhecida como <strong><em>Herrerasauridae</em></strong>. Esta família de carnívoros caracteriza-se por ser um dos grupos mais antigos da linhagem dos dinossauros.</p><p><strong>As evidências das primeiras espécies conhecidas desses animais continuam a ser debatidas entre os cientistas</strong>. Os fósseis de dinossauros mais antigos e indiscutíveis datam de cerca de 231 milhões de anos e incluem ossos de vários grupos, incluindo o <em>Herrerasaurus</em>. No entanto, existem fósseis ainda mais antigos de um dinossauro chamado <em>Nyasasaurus</em>, que estima-se ter vivido há aproximadamente 240 milhões de anos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/las-inundaciones-de-brasil-dejan-al-descubierto-uno-de-los-esqueletos-de-dinosaurio-mas-antiguos-1722701684352.jpg" data-image="eqs9buhntba0" alt="herrerasaurus, paleontologia" title="herrerasaurus, paleontologia"><figcaption>Imagem de como seriam os <em>herrerasauridae</em>.</figcaption></figure><p>Segundo a <em>Agência Brasil</em>, uma agência de notícias pública brasileira, o <strong>esqueleto do dinossauro recém-descoberto está quase totalmente preservado</strong>. Se o espécime for na verdade um <em>Herrerassauro </em>de 233 milhões de anos, isso ajudará os pesquisadores a decifrar a base da árvore genealógica dos dinossauros. </p><p>Estes fósseis permitirão aos cientistas compreender melhor a primeira onda de dinossauros predadores que ascendeu ao topo da cadeia alimentar, disse Rodrigo Temp Müller, paleontólogo da <em>Universidade Federal de Santa Maria</em> (<a href="https://www.ufsm.br/" target="_blank">UFSM</a>), que liderou a escavação.</p><h2>O antigo <em>Herrerasaurus</em></h2><p>O indivíduo encontrado no Brasil teria cerca de 2,5 metros de comprimento, mas os paleontólogos afirmam que sua espécie poderia ser ainda maior. O <strong><em>Herrerassauro </em>era um carnívoro bípede de constituição leve, com cauda longa e cabeça relativamente pequena</strong>. Os adultos tinham crânios de até 56 cm de comprimento e comprimento total de até 6 m, pesando aproximadamente 350 kg.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560"><p lang="ar" dir="rtl">    233  ..              <a href="https://twitter.com/hashtag/%D8%A7%D9%84%D8%A8%D8%B1%D8%A7%D8%B2%D9%8A%D9%84?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#</a><br><br>                 Herrerasauridae.<a href="https://twitter.com/hashtag/%D8%B9%D9%8A%D9%86%D9%83_%D8%B9%D9%84%D9%89_%D8%A7%D9%84%D8%B9%D8%A7%D9%84%D9%85?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#__</a> <a href="https://t.co/8LXVf1hpn7">pic.twitter.com/8LXVf1hpn7</a></p>   (@AlAinNews) <a href="https://twitter.com/AlAinNews/status/1814427498803015694?ref_src=twsrc%5Etfw">July 19, 2024</a></blockquote></figure><p>É um animal carnívoro, bípede, por isso andava sobre as patas traseiras e provavelmente tinha as mãos livres para manipular suas presas, explica Müller. Não podemos dizer que atingiu o tamanho máximo.<strong> Embora tivesse 2,5 metros de comprimento, alguns indivíduos deste grupo podiam atingir cinco ou seis metros</strong>.</p><div class="texto-destacado"><strong><strong>Seu nome significa <em>lagarto de Herrera</em>, em homenagem ao fazendeiro que descobriu o primeiro exemplar em 1958 na América do Sul. Todos os fósseis conhecidos deste carnívoro foram descobertos na Formação Ischigualasto, no noroeste da Argentina.</strong></strong></div><p>O local onde Müller e seus colegas trabalham faz parte do <strong><a href="https://www.geoparquequartacolonia.com.br/home" target="_blank">Geoparque Quarta Colônia</a></strong> e é <strong>conhecido pelos fósseis de dinossauros</strong>. As chuvas fizeram com que os pesquisadores "corressem" para recuperar os fósseis expostos antes que fossem perdidos ou destruídos, informou a <em>Agência Brasil</em>.</p><p>Quando chove muito, às vezes pequenos materiais se perdem antes que possamos chegar até eles, por isso <strong>estamos correndo para resgatar todo o material que foi descoberto</strong>, explicou Müller.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="444385" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/o-colossal-tsunami-que-causou-o-meteorito-que-extinguiu-os-dinossauros.html" title="O colossal tsunami que causou o meteorito que extinguiu os dinossauros">O colossal tsunami que causou o meteorito que extinguiu os dinossauros</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/o-colossal-tsunami-que-causou-o-meteorito-que-extinguiu-os-dinossauros.html" title="O colossal tsunami que causou o meteorito que extinguiu os dinossauros"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/el-colosal-tsunami-que-provoco-el-meteorito-asteoride-chicxulubque-extinguio-a-los-dinosaurios-1665083397561_320.jpg" alt="O colossal tsunami que causou o meteorito que extinguiu os dinossauros"></a></article></aside><p><strong>Esta região do sul do Brasil experimentou vários episódios de chuvas recordes no início de maio</strong>. As enchentes mataram pelo menos 182 pessoas e estima-se que a tempestade e as inundações geraram uma crise que forçou o deslocamento de 620 mil pessoas e colocou 2,1 milhões de habitantes em xeque por falta de água, alimentos, energia e serviços básicos.<em></em></p><p><em><strong>Referência da notícia: </strong></em></p><p>Live Science. "<strong><a href="https://www.livescience.com/animals/dinosaurs/heavy-rains-expose-one-of-the-oldest-dinosaur-skeletons-ever-discovered-researchers-claim" target="_blank">Heavy rains expose one of the oldest dinosaur skeletons ever discovered, researchers claim</a></strong>".2024.</p>]]></content:encoded>
                                    </item>
                            <item>
                    <title><![CDATA[Amanhã uma frente fria se forma na Região Sul: alerta de chuvas intensas, tempestades com risco para granizo]]></title>

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                    <description><![CDATA[A partir de terça-feira, uma frente fria causará tempestades possivelmente acompanhadas de granizo no Rio Grande do Sul e em partes de Santa Catarina. O acumulado de chuva pode se aproximar dos 100 mm em alguns pontos da Região Sul.A formação e o avanço de uma frente fria trazem potencial para tempestades acompanhadas de granizo entre terça e quarta-feira.A formação e o avanço de uma frente fria deixarão o tempo bastante instável nesta semana na Região Sul, trazendo potencial de tempestades entre terça-feira (06) e quarta-feira (07), inclusive com possibilidade de granizo. Alerta de tempestades na Região Sul entre terça e quarta-feiraA partir da madrugada de terça-feira (06), as instabilidades começam a se formar na porção oeste e centro-sul do Rio Grande do Sul, com potencial de tempestades, como é possível observar no mapa de densidade de raios. Não se descarta a possibilidade de tempestades acompanhadas de granizo entre terça (06) e quarta-feira (07).A atuação de uma frente fria no #Sul traz potencial de tempestades nesta madrugada de terça-feira (06), principalmente no estado do Rio Grande do Sul. pic.twitter.com/caQb8kb6wG Karen Fernanda Teixeira (@karenfernandat_) August 5, 2024Na porção centro-norte do Rio Grande do Sul, as chuvas devem ocorrer com intensidade fraca a moderada na madrugada de terça-feira (06). Nos estado de Santa Catarina e Paraná, não há previsão de chuvas durante a madrugada da terça-feira (06).Na terça-feira (06), a frente fria avança sobre o estado do Rio Grande do Sul, provocando chuvas com moderada a forte intensidade.No incio da manhã, teremos eventos de chuva moderada na porção centro-sul e do estado do Rio Grande do Sul. A manhã será marcada por bastante nebulosidade em grande parte do estado, com exceção do extremo norte do Rio Grande do Sul.  Frente fria avança sobre o estado do Rio Grandes do Sul e traz potencial de tempestades ao longo da terça-feira (06). pic.twitter.com/RSpssXBKbI Karen Fernanda Teixeira (@karenfernandat_) August 5, 2024No final da tarde de terça-feira (06), a frente fria avança sobre o estado do Rio Grande do Sul, trazendo muita nebulosidade para o extremo norte e para parte do estado de Santa Catarina. As chuvas, de intensidade moderada a forte, se concentram no centro-sul do Rio Grande do Sul, com potencial de tempestades na região metropolitana de Porto Alegre.Artigo relacionadoO tempo no Brasil na próxima semana: frente fria deixa alertas de tempestades na Região Sul e muda o tempo no SudesteDurante a madrugada de quarta-feira (07), a frente fria avança sobre o centro-norte do Rio Grande do Sul, e no período da manhã, as chuvas com potencial de tempestade se concentram no centro do estado, desde a porção oeste até a porção leste. No decorrer da tarde, as chuvas se espalham pelo estado, e no início da noite, a probabilidade de chuvas de forte intensidade aumenta, mais especificamente no oeste do Rio Grande do Sul.Mapa de chuvas desta quarta-feira (07) mostra o avanço da frente fria sobre o Rio Grande do Sul, Santa Catarina e parte do Paraná.A previsão é de chuvas de moderada a forte intensidade, principalmente no final da tarde de quarta. pic.twitter.com/5vxU470y5i Karen Fernanda Teixeira (@karenfernandat_) August 5, 2024No oeste de Santa Catarina, as chuvas de intensidade fraca são esperadas entre o final da tarde de quarta-feira (07) e o início da noite. Na capital Florianópolis, a previsão é de uma quarta feira parcialmente nublada, e em Curitiba, teremos um dia com tempo firme, sem previsão de chuva. As capitais Florianópolis e Curitiba não possuem previsão de chuva para a quarta-feira (07), e o dia tende a ficar firme com nuvens dispersas e períodos nublados. Já em Porto Alegre, a previsão é de chuva fraca intercalada com períodos nublados.No restante do estado e no Paraná, teremos uma noite com bastante nebulosidade, mas sem grandes acumulados de precipitação. No final da noite de quarta e início da madrugada de quinta-feira, a frente fria avança sobre o centro-leste de Santa Catarina e o oeste do Paraná, provocando chuvas de intensidade fraca a moderada.O acumulado de precipitação pode chegar a 100 milímetros em alguns municípios do Rio Grande do Sul até o final da noite de quarta-feira.Até o final da noite de quarta-feira (07), a precipitação acumulada pode passar dos 100 milímetros no centro-sul do Rio Grande do Sul. As chuvas de intensidade forte devem ocorrer na terça e quarta-feira, com potencial de tempestades. Não se descarta a possibilidade de ocorrência de granizo!]]></description>

                                            <enclosure url="https://services.meteored.com/img/article/amanha-uma-frente-fria-se-forma-na-regiao-sul-alerta-de-chuvas-intensas-tempestades-com-risco-para-granizo-1722869600875_1280.png" length="49398" type="image/jpeg"/>

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                    <pubDate>Tue, 06 Aug 2024 02:27:14 +0100</pubDate>

                    <dc:creator><![CDATA[Jacileny]]></dc:creator>

                    
                                            <content:encoded><![CDATA[<p>A partir de terça-feira, uma frente fria causará tempestades possivelmente acompanhadas de granizo no Rio Grande do Sul e em partes de Santa Catarina. O acumulado de chuva pode se aproximar dos 100 mm em alguns pontos da Região Sul.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/amanha-uma-frente-fria-se-forma-na-regiao-sul-alerta-de-chuvas-intensas-tempestades-com-risco-para-granizo-1722870125258.png" data-image="xqdn96r4hhy1" alt="Frente fria" title="Frente fria"><figcaption>A formação e o avanço de uma frente fria trazem potencial para tempestades acompanhadas de granizo entre terça e quarta-feira.</figcaption></figure><p>A formação e o avanço de uma frente fria deixarão o tempo bastante instável nesta semana na Região Sul, <strong>trazendo potencial de tempestades entre terça-feira (06) e quarta-feira (07), inclusive com possibilidade de granizo.</strong> </p><h2>Alerta de tempestades na Região Sul entre terça e quarta-feira</h2><p><strong>A partir da madrugada de terça-feira (06)</strong>, as instabilidades começam a se formar na porção oeste e centro-sul do Rio Grande do Sul, <strong>com potencial de tempestades</strong>, como é possível observar no mapa de densidade de raios.<strong> Não se descarta a possibilidade de tempestades acompanhadas de granizo entre terça (06) e quarta-feira (07).</strong></p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="pt" dir="ltr">A atuação de uma frente fria no <a href="https://twitter.com/hashtag/Sul?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#Sul</a> traz potencial de tempestades nesta madrugada de terça-feira (06), principalmente no estado do Rio Grande do Sul. <a href="https://t.co/caQb8kb6wG">pic.twitter.com/caQb8kb6wG</a></p> Karen Fernanda Teixeira (@karenfernandat_) <a href="https://twitter.com/karenfernandat_/status/1820432854351815113?ref_src=twsrc%5Etfw">August 5, 2024</a></blockquote></figure><p>Na porção centro-norte do <a href="https://www.tempo.com/rio-grande-do-sul-estado.htm" data-mrf-recirculation="cuerpo_intext">Rio Grande do Sul</a>, as chuvas devem ocorrer com intensidade fraca a moderada na madrugada de terça-feira (06). <strong>Nos estado de Santa Catarina e Paraná, não há previsão de chuvas durante a madrugada da terça-feira (06)</strong>.</p><div class="texto-destacado"><strong>Na terça-feira (06), a frente fria avança sobre o estado do Rio Grande do Sul, provocando chuvas com moderada a forte intensidade.</strong></div><p>No incio da manhã,<strong> teremos eventos de chuva moderada </strong>na porção centro-sul e do estado do Rio Grande do Sul. <strong>A manhã será marcada por bastante nebulosidade em grande parte do estado</strong>, com exceção do extremo norte do Rio Grande do Sul. </p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="pt" dir="ltr"> Frente fria avança sobre o estado do Rio Grandes do Sul e traz potencial de tempestades ao longo da terça-feira (06). <a href="https://t.co/RSpssXBKbI">pic.twitter.com/RSpssXBKbI</a></p> Karen Fernanda Teixeira (@karenfernandat_) <a href="https://twitter.com/karenfernandat_/status/1820471075169562635?ref_src=twsrc%5Etfw">August 5, 2024</a></blockquote></figure><p>No final da tarde de terça-feira (06), a frente fria avança sobre o estado do Rio Grande do Sul, <strong>trazendo muita nebulosidade para o extremo norte e para parte do estado de <a href="https://www.tempo.com/santa-catarina-estado.htm" data-mrf-recirculation="cuerpo_intext">Santa Catarina</a></strong>. As chuvas, de intensidade moderada a forte, se concentram no centro-sul do Rio Grande do Sul, <strong>com potencial de tempestades na <a href="https://www.tempo.com/porto-alegre.htm" data-mrf-recirculation="cuerpo_intext">região metropolitana de Porto Alegre</a>.</strong></p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="668311" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/o-tempo-no-brasil-na-proxima-semana-frente-fria-deixa-alertas-de-tempestades-na-regiao-sul-e-muda-o-tempo-no-sudeste.html" title="O tempo no Brasil na próxima semana: frente fria deixa alertas de tempestades na Região Sul e muda o tempo no Sudeste">O tempo no Brasil na próxima semana: frente fria deixa alertas de tempestades na Região Sul e muda o tempo no Sudeste</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/o-tempo-no-brasil-na-proxima-semana-frente-fria-deixa-alertas-de-tempestades-na-regiao-sul-e-muda-o-tempo-no-sudeste.html" title="O tempo no Brasil na próxima semana: frente fria deixa alertas de tempestades na Região Sul e muda o tempo no Sudeste"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/o-tempo-no-brasil-na-proxima-semana-alerta-de-chuvas-intensas-no-sul-e-de-forte-mudanca-do-tempo-no-sudeste-1722802653049_320.jpg" alt="O tempo no Brasil na próxima semana: frente fria deixa alertas de tempestades na Região Sul e muda o tempo no Sudeste"></a></article></aside><p>Durante a madrugada de quarta-feira (07), a frente fria avança sobre o centro-norte do Rio Grande do Sul, e no período da manhã, as chuvas com potencial de <strong>tempestade</strong> se concentram no centro do estado, desde a porção oeste até a porção leste. <strong>No decorrer da tarde, as chuvas se espalham pelo estado, </strong>e no início da noite,<strong> a probabilidade de chuvas de forte intensidade aumenta, mais especificamente no oeste do Rio Grande do Sul.</strong></p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="pt" dir="ltr">Mapa de chuvas desta quarta-feira (07) mostra o avanço da frente fria sobre o Rio Grande do Sul, Santa Catarina e parte do Paraná.<br><br>A previsão é de chuvas de moderada a forte intensidade, principalmente no final da tarde de quarta. <a href="https://t.co/5vxU470y5i">pic.twitter.com/5vxU470y5i</a></p> Karen Fernanda Teixeira (@karenfernandat_) <a href="https://twitter.com/karenfernandat_/status/1820473943389827266?ref_src=twsrc%5Etfw">August 5, 2024</a></blockquote></figure><p><strong>No oeste de Santa Catarina, as chuvas de intensidade fraca são esperadas entre o final da tarde de quarta-feira (07) e o início da noite</strong>. Na capital <a href="https://www.tempo.com/florianopolis.htm" data-mrf-recirculation="cuerpo_intext">Florianópolis</a>, a previsão é de uma quarta feira parcialmente nublada, <strong>e em <a href="https://www.tempo.com/curitiba.htm" data-mrf-recirculation="cuerpo_intext">Curitiba</a>, teremos um dia com tempo firme, sem previsão de chuva. </strong></p><div class="texto-destacado"><strong><strong>As capitais Florianópolis e Curitiba não possuem previsão de chuva para a quarta-feira (07), e o dia tende a ficar firme com nuvens dispersas e períodos nublados. Já em Porto Alegre, a previsão é de chuva fraca intercalada com períodos nublados.</strong></strong></div><p><strong>No restante do estado e no <a href="https://www.tempo.com/parana-estado.htm" data-mrf-recirculation="cuerpo_intext">Paraná</a>, teremos uma noite com bastante nebulosidade, mas sem grandes acumulados de precipitação.</strong> No final da noite de quarta e início da madrugada de quinta-feira, <strong>a frente fria avança sobre o centro-leste de Santa Catarina e o oeste do Paraná</strong>, provocando chuvas de intensidade fraca a moderada.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/amanha-uma-frente-fria-se-forma-na-regiao-sul-alerta-de-chuvas-intensas-tempestades-com-risco-para-granizo-1722869600875.png" data-image="inl2kmmlbood" alt="Chuva" title="Chuva"><figcaption>O acumulado de precipitação pode chegar a 100 milímetros em alguns municípios do Rio Grande do Sul até o final da noite de quarta-feira.</figcaption></figure><p>Até o final da noite de quarta-feira (07), <strong>a precipitação acumulada pode passar dos 100 milímetros no centro-sul do Rio Grande do Sul</strong>. As chuvas de intensidade forte devem ocorrer na terça e quarta-feira, com potencial de tempestades. <strong>Não se descarta a possibilidade de ocorrência de granizo!</strong></p>]]></content:encoded>
                                    </item>
                            <item>
                    <title><![CDATA[Novo sistema de previsão vai alertar navios contra ondas gigantes violentas em alto mar]]></title>

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                    <description><![CDATA[Antes que seja tarde demais: essa nova ferramenta conta com a ajuda de Inteligência Artificial para prever as ondas gigantes violentas (Rogue Waves, em inglês) e alertar navios. Veja mais informações.As ondas gigantes traiçoeiras (Rogue Waves ou Freak Waves, em inglês) surgem subitamente no oceano, superando o dobro do tamanho das demais ondas ao seu redor. Crédito: Divulgação.As chamadas ondas gigantes violentas no oceano, conhecidas como Rogue Waves em inglês, são ondas anormalmente grandes, imprevisíveis e de aparecimento súbito que podem ser extremamente perigosas para os navios, a infraestrutura offshore e outros equipamentos marítimos.As Rogue Waves, também conhecidas como Freak Waves em inglês, são ondas gigantes violentas no oceano que ocorrem de forma inesperada e perigosa. Também são conhecidas como ondas traiçoeiras.Como e quando essas ondas se formam ainda estão sob investigação, porém já se conhece uma possível causa. Elas podem se formar devido à interferência construtiva, quando várias ondas se deslocam com velocidades e direções diferentes, uma se sobrepondo à outra e se reforçando. Isso pode formar ondas gigantes e imponentes.Nesse sentido, previsões confiáveis dessas ondas gigantes podem mitigar os riscos para operações no mar. Então, dois cientistas se reuniram para desenvolver um sistema de previsão eficiente desses fenômenos a partir de medições de campo (dados de boias) e com a ajuda de Inteligência Artificial (IA). Os resultados da pesquisa foram divulgados recentemente na revista Scientific Reports.Prevendo as perigosas ondas gigantes traiçoeirasOs pesquisadores, da Universidade de Maryland, EUA, usaram IA e milhares de dados de boias para medir a elevação da superfície do mar em tempo real e fornecer alertas de ondas gigantes com antecedência.Essa nova ferramenta de previsão irá permitir a tomada de precauções e até mudanças de rota para as embarcações que estiverem em risco de ser atingidas pelo fenômeno em alto mar.As 'ondas gigantes traiçoeiras' são maiores que o dobro do tamanho das ondas ao seu redor, são muito imprevisíveis e geralmente vêm inesperadamente de direções diferentes.E como os pesquisadores fizeram esse sistema de previsão? Eles treinaram uma rede neural baseada em 14 milhões de amostras de 30 segundos com medições de elevação da superfície do mar de 172 boias localizadas nas costas dos Estados Unidos e nas ilhas do Pacífico. O objetivo era treinar o sistema de IA para conseguir analisar quais ondas desencadeariam novas ondas gigantes.Novo sistema de previsão conseguiu identificar eventos de ondas gigantes violentas (Rogue Waves) com precisão de 75%. Crédito: Guy Edwardes/naturepl.comNos testes, o novo sistema de previsão conseguiu identificar corretamente eventos de ondas gigantes com uma taxa de precisão de 75%, o que já é algo positivo. Contudo, segundo o estudo, para um sistema operacional, essa precisão precisa ser aumentada ainda mais. Novo sistema de previsão conseguiu identificar eventos de ondas gigantes violentas ('Rogue Waves') com precisão de 75%. Além disso, a nova ferramenta pode se tornar ainda mais precisa adicionando mais dados às análises, como: velocidade do vento, profundidade da água e informações sobre a localização das ondas.Artigo relacionadoCientistas australianos descobrem o que impulsiona a formação de ondas gigantesOs pesquisadores acreditam que esses resultados levem a sistemas de alerta precoce que poderiam evitar os piores efeitos das ondas gigantes violentas. Balakumar Balachandran, um dos autores, comentou que a rede neural usada no estudo também pode ter aplicações mais amplas. Nossa abordagem baseada em dados pode ser útil para entender e prever outros eventos extremos associados, disse ele.Referência da notícia:Breunung, T.; Balachandran, B. Prediction of freak waves from buoy measurements. Scientific Reports, v. 14, n. 16048, 2024.]]></description>

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                    <pubDate>Tue, 06 Aug 2024 02:27:14 +0100</pubDate>

                    <dc:creator><![CDATA[Jacileny]]></dc:creator>

                    
                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Antes que seja tarde demais: essa nova ferramenta conta com a ajuda de Inteligência Artificial para prever as ondas gigantes violentas (Rogue Waves, em inglês) e alertar navios. Veja mais informações.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/novo-sistema-de-previsao-vai-alertar-navios-contra-ondas-gigantes-violentas-em-alto-mar-1722878918155.jpg" data-image="puz2pxb9cruj" alt="ongas gigantes violentas, traiçoeiras, Rogue Waves, Freak Waves" title="ongas gigantes violentas, traiçoeiras, Rogue Waves, Freak Waves"><figcaption>As ondas gigantes traiçoeiras (Rogue Waves ou Freak Waves, em inglês) surgem subitamente no oceano, superando o dobro do tamanho das demais ondas ao seu redor. Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><p>As chamadas <strong>ondas gigantes violentas</strong> no oceano, conhecidas como <strong><em>Rogue Waves</em></strong> em inglês, são <strong>ondas anormalmente grandes, imprevisíveis e de aparecimento súbito</strong> que podem ser<strong> extremamente perigosas para os navios</strong>, a infraestrutura offshore e outros equipamentos marítimos.</p><div class="texto-destacado"><strong>As <em>Rogue Waves</em>, também conhecidas como <em>Freak Waves</em> em inglês, são ondas gigantes violentas no oceano que ocorrem de forma inesperada e perigosa. Também são conhecidas como ondas traiçoeiras.</strong></div><p>Como e quando essas ondas se formam ainda estão sob investigação, porém já se conhece uma possível causa. <strong>Elas podem se formar devido à interferência construtiva</strong>, quando várias ondas se deslocam com velocidades e direções diferentes, uma se sobrepondo à outra e se reforçando. Isso pode formar ondas gigantes e imponentes.</p><p>Nesse sentido, <strong>previsões confiáveis dessas ondas gigantes podem mitigar os riscos para operações no mar</strong>. Então, dois cientistas se reuniram para desenvolver um <strong>sistema de previsão eficiente desses fenômenos</strong> a partir de medições de campo (dados de boias) e com a ajuda de Inteligência Artificial (IA). Os resultados da <a href="https://www.nature.com/articles/s41598-024-66315-3" target="_blank">pesquisa </a>foram divulgados recentemente na revista <em>Scientific Reports</em>.</p><h2>Prevendo as perigosas ondas gigantes traiçoeiras</h2><p>Os pesquisadores, da <a href="https://www.umd.edu/" target="_blank">Universidade de Maryland</a>, EUA, <strong>usaram IA e milhares de dados de boias para medir a elevação da superfície do mar em tempo real </strong>e fornecer alertas de ondas gigantes com antecedência.</p><p>Essa nova ferramenta de previsão irá permitir a tomada de precauções e até mudanças de rota para as embarcações que estiverem em risco de ser atingidas pelo fenômeno em alto mar.</p><div class="texto-destacado"><strong>As 'ondas gigantes traiçoeiras' são maiores que o dobro do tamanho das ondas ao seu redor, são muito imprevisíveis e geralmente vêm inesperadamente de direções diferentes.</strong></div><p>E como os pesquisadores fizeram esse sistema de previsão? Eles <strong>treinaram uma rede neural</strong> baseada em 14 milhões de amostras de 30 segundos <strong>com medições de elevação da superfície do mar de 172 boias</strong> localizadas nas costas dos <a href="https://www.tempo.com/estados-unidos.htm" data-mrf-recirculation="cuerpo_intext">Estados Unidos</a> e nas ilhas do Pacífico. O objetivo era <strong>treinar o sistema de IA para conseguir analisar quais ondas desencadeariam novas ondas gigantes</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/novo-sistema-de-previsao-vai-alertar-navios-contra-ondas-gigantes-violentas-em-alto-mar-1722878954981.jpg" data-image="fkvw8h4jqs5u" alt="ondas gigantes, Rogue waves, Freak Waves" title="ondas gigantes, Rogue waves, Freak Waves"><figcaption>Novo sistema de previsão conseguiu identificar eventos de ondas gigantes violentas (Rogue Waves) com precisão de 75%. Crédito: Guy Edwardes/naturepl.com</figcaption></figure><p>Nos testes, <strong>o novo sistema de previsão conseguiu identificar corretamente eventos de ondas gigantes com uma taxa de precisão de 75%</strong>, o que já é algo positivo. Contudo, segundo o estudo, para um sistema operacional, essa precisão precisa ser aumentada ainda mais.</p><div class="texto-destacado"><strong> Novo sistema de previsão conseguiu identificar eventos de ondas gigantes violentas ('<em>Rogue Waves</em>') com precisão de 75%. </strong></div><p>Além disso, a <strong>nova ferramenta pode se tornar ainda mais precisa adicionando mais dados às análises</strong>, como: velocidade do vento, profundidade da água e informações sobre a localização das ondas.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="654623" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/cientistas-australianos-descobrem-o-que-impulsiona-a-formacao-de-ondas-gigantes.html" title="Cientistas australianos descobrem o que impulsiona a formação de ondas gigantes">Cientistas australianos descobrem o que impulsiona a formação de ondas gigantes</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/cientistas-australianos-descobrem-o-que-impulsiona-a-formacao-de-ondas-gigantes.html" title="Cientistas australianos descobrem o que impulsiona a formação de ondas gigantes"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/cientificos-australianos-descubren-que-impulsa-la-formacion-de-olas-gigantes-1714500111404_320.jpg" alt="Cientistas australianos descobrem o que impulsiona a formação de ondas gigantes"></a></article></aside><p>Os pesquisadores acreditam que <strong>esses resultados levem a sistemas de alerta precoce que poderiam evitar os piores efeitos das ondas gigantes violentas</strong>. Balakumar Balachandran, um dos autores, comentou que a rede neural usada no estudo também pode ter aplicações mais amplas. Nossa abordagem baseada em dados <strong>pode ser útil para entender e prever outros eventos extremos associados</strong>, disse ele.</p><p><strong><em>Referência da notícia:</em></strong></p><p>Breunung, T.; Balachandran, B. <strong><a href="https://www.nature.com/articles/s41598-024-66315-3" target="_blank">Prediction of freak waves from buoy measurements</a></strong>. <em>Scientific Reports</em>, v. 14, n. 16048, 2024.</p>]]></content:encoded>
                                    </item>
                            <item>
                    <title><![CDATA[Raios cósmicos: nova ferramenta para estudar tornados, melhorar previsões e avisos de tempestades severas]]></title>

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                    <description><![CDATA[Os cientistas analisam o fluxo de múons como uma possível nova ferramenta para meteorologistas na previsão e alerta de tornados e tempestades supercelulares.Raios cósmicos: nova ferramenta para estudar tornados, melhorar a previsão e alertar sobre tempestades severasDe acordo com uma nova pesquisa, publicada no servidor de acesso aberto arXiv, um grupo de físicos afirma que a técnica de busca por partículas cósmicas tem grande valor na Terra e pode ser aplicada ao estudo de fortes tempestades de tornados, como uma possível nova ferramenta para previsão, monitoramento e melhoria de alertas.Raios cósmicos que podem ajudar meteorologistasOs múons são partículas cósmicas que têm muitas aplicações importantes na Terra, por exemplo, ajudam os cientistas a observar o interior de objetos grandes e densos (como pirâmides) e também nos permitem detectar materiais nucleares perigosos.Os múons são mais pesados que os elétrons e viajam pela matéria quase à velocidade da luz.Essas partículas são sensíveis às propriedades da atmosfera por onde se movem. Motivado por esse importante conceito, o cientista William Luszcza, membro do Centro de Cosmologia e Física de Astropartículas da Universidade Estadual de Ohio, juntamente com sua equipe, publicou recentemente o trabalho de pesquisa dedicado em tempestades supercelulares severas, com potencial para desenvolver tornados, afetam o fluxo de múons atmosféricos.Se você tem um monte de múons que viajaram durante uma forte tempestade, a quantidade que você vai medir do outro lado é diferente de um monte de múons que viajou durante um dia de bom tempo, disse Luszcza.Os raios cósmicos poderiam oferecer aos cientistas uma nova maneira de rastrear e estudar tornados violentos e outros eventos climáticos severos, sugere este novo estudo.Analisam múons atmosféricos como uma ferramenta para previsão de tornados climáticos severosAtualmente usando medições convencionais, lançamentos de balões meteorológicos e voos de drones para monitorar e rastrear tornados, essas tecnologias exigem que os humanos se aproximem perigosamente do caminho de uma tempestade.Analisam múons atmosféricos como uma ferramenta para previsão de tornados climáticos severos.No entanto, estudar como essas tempestades afetam os múons pode ser uma ferramenta complementar muito boa para os cientistas terem detalhes mais precisos sobre as condições atmosféricas do meio ambiente.Ao combinar dados meteorológicos locais com simulações astrofísicas complexas, os pesquisadores exploraram se um dispositivo que normalmente detecta estas partículas de alta energia poderia ser usado para medir remotamente tempestades supercelulares que produzem tornados.Artigo relacionadoTwisters (2024): o filme abre um novo capítulo após 28 anos de seu lançamento. Veja o trailer!Para o estudo, os pesquisadores aplicaram um modelo tridimensional de nuvens que poderia levar em conta múltiplas variáveis, como vento, temperatura potencial, chuva, neve e granizo. Em seguida, usando observações atmosféricas coletadas da supercélula de 2011 que passou por El Reno, Oklahoma, e gerou um surto de tornado.As simulações de Luszczak e seu grupo indicam, segundo o artigo, que as tempestades supercelulares causam alterações muito leves na quantidade, direção e intensidade dessas partículas.Luszczak aplicou essas informações para medir variações na pressão do ar na região em torno de uma tempestade simulada durante o período de uma hora. No geral, os seus resultados revelaram que os múons são de fato afetados pelo campo de pressão dentro dos tornados, embora sejam necessárias novas pesquisas para aprender mais sobre o processo.Avanços na pesquisa de múonsA ideia de ter detecções de múons atmosféricos para prever e analisar padrões climáticos é atraente. Seria um enorme avanço se os cientistas não tivessem necessariamente de tentar colocar instrumentos muito perto de um tornado para obter as medições de pressão necessárias, disse Luszczak.O tamanho do dispositivo também influencia a precisão de suas medições, pois aumentar sua escala aumenta o número de partículas que ele pode detectar. O tipo de detector de partículas de múons que o artigo de Luszczak considera é muito menor do que outros projetos de raios cósmicos mais reconhecidos, como o Observatório Pierre Auger na Argentina e o Telescope Array da Universidade de Utah.Os raios cósmicos interagem na atmosfera superior e os múons secundários se propagam através de uma tempestade supercelular. Um detector de múons é colocado no lado oposto da tempestade e o efeito do campo de pressão da tempestade no fluxo atmosférico de múons é calculado. Créditos de representação esquemática (sem escala): William Luszczak e Leigh Orf.Se tais detectores fossem colocados, por exemplo, no Tornado Alley, nos Estados Unidos, os pesquisadores imaginam que o dispositivo poderia facilmente complementar as medições meteorológicas e barométricas típicas da atividade de tornados.O relatório enfatiza que poderá ser bom que os futuros c]]></description>

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                    <pubDate>Sun, 21 Jul 2024 14:57:56 +0100</pubDate>

                    <dc:creator><![CDATA[Jacileny]]></dc:creator>

                    
                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Os cientistas analisam o fluxo de múons como uma possível nova ferramenta para meteorologistas na previsão e alerta de tornados e tempestades supercelulares.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/rayos-cosmicos-muones-tornados-pronosticos-alertas-tormentas-severas-superceldas-1721390575485.jpeg" data-image="nqht739en5pv" alt="Raios cósmicos: nova ferramenta para estudar tornados, melhorar a previsão e alertar sobre tempestades severas" title="Raios cósmicos: nova ferramenta para estudar tornados, melhorar a previsão e alertar sobre tempestades severas"><figcaption>Raios cósmicos: nova ferramenta para estudar tornados, melhorar a previsão e alertar sobre tempestades severas</figcaption></figure><p>De acordo com uma nova pesquisa, publicada no servidor de acesso aberto arXiv, <strong>um grupo de físicos afirma que a técnica de busca por partículas cósmicas tem grande valor</strong> na Terra e pode ser aplicada ao estudo de fortes tempestades de tornados, como uma possível nova ferramenta para previsão, monitoramento e melhoria de alertas.</p><h2>Raios cósmicos que podem ajudar meteorologistas</h2><p>Os múons <strong>são partículas cósmicas que têm muitas aplicações importantes na Terra</strong>, por exemplo, ajudam os cientistas a observar o interior de objetos grandes e densos (como pirâmides) e <strong>também nos permitem detectar materiais nucleares perigosos</strong>.</p><div class="texto-destacado"><strong>Os múons são mais pesados que os elétrons e viajam pela matéria quase à velocidade da luz.</strong></div><p>Essas partículas são sensíveis às propriedades da atmosfera por onde se movem. Motivado por esse importante conceito, o cientista William Luszcza, membro do Centro de Cosmologia e Física de Astropartículas da Universidade Estadual de Ohio, juntamente com sua equipe,<strong> publicou recentemente o trabalho de pesquisa</strong> <strong>dedicado em tempestades supercelulares severas</strong>, com potencial para desenvolver tornados, afetam o fluxo de múons atmosféricos.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewbox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg><strong>Se você tem um monte de múons que viajaram durante uma forte tempestade, a quantidade que você vai medir do outro lado é diferente de um monte de múons que viajou durante um dia de bom tempo, disse Luszcza.</strong><svg class="cierra" viewbox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Os raios cósmicos poderiam oferecer aos cientistas uma nova maneira de rastrear e <strong>e</strong><strong>studar tornados violentos</strong> e outros eventos climáticos severos, sugere este novo estudo.</p><h2>Analisam múons atmosféricos como uma ferramenta para previsão de tornados climáticos severos</h2><p>Atualmente usando medições convencionais, lançamentos de balões meteorológicos e voos de drones para monitorar e rastrear tornados, <strong>essas tecnologias exigem que os humanos se aproximem perigosamente</strong> do caminho de uma tempestade.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/rayos-cosmicos-muones-tornados-pronosticos-alertas-tormentas-severas-superceldas-1721390628883.jpeg" data-image="m18ybhbpvngq" alt="Raios cósmicos: nova ferramenta para estudar tornados, melhorar a previsão e alertar sobre tempestades severas" title="Raios cósmicos: nova ferramenta para estudar tornados, melhorar a previsão e alertar sobre tempestades severas"><figcaption>Analisam múons atmosféricos como uma ferramenta para previsão de tornados climáticos severos.</figcaption></figure><p>No entanto, estudar como essas tempestades afetam os múons<strong> pode ser uma ferramenta complementar muito boa para os cientistas terem detalhes</strong> mais precisos sobre as condições atmosféricas do meio ambiente.</p><p>Ao combinar dados meteorológicos locais com simulações astrofísicas complexas, <strong>os pesquisadores exploraram se um dispositivo que normalmente detecta estas partículas de alta energia</strong> poderia ser usado para medir remotamente tempestades supercelulares que produzem tornados.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable redactor-component-active" data-article="656804" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/tornados-2024-o-filme-twister-abre-um-novo-capitulo-apos-28-anos-assista-ao-trailer.html" title="Twisters (2024): o filme abre um novo capítulo após 28 anos de seu lançamento. 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Em seguida, usando observações atmosféricas coletadas da supercélula de 2011 que passou por El Reno, Oklahoma, e gerou um surto de tornado.</p><div class="texto-destacado"><strong>As simulações de Luszczak e seu grupo indicam, segundo o artigo, que as tempestades supercelulares causam alterações muito leves na quantidade, direção e intensidade dessas partículas.</strong></div><p>Luszczak aplicou essas informações para <strong>medir variações na pressão do ar na região em torno de uma tempestade simulada durante o período de uma hora</strong>. No geral, os seus resultados revelaram que os múons são de fato afetados pelo campo de pressão dentro dos tornados, embora sejam necessárias novas pesquisas para aprender mais sobre o processo.</p><h2><strong>Avanços na pesquisa de múons</strong></h2><p>A ideia de ter detecções de múons atmosféricos para prever e analisar padrões climáticos é atraente. Seria um enorme avanço se <strong>os cientistas não tivessem necessariamente de tentar colocar instrumentos muito perto de um tornado para obter as medições de pressão necessárias</strong>, disse Luszczak.</p><p>O tamanho do dispositivo também influencia a precisão de suas medições, pois aumentar sua escala aumenta o número de partículas que ele pode detectar. O <strong>tipo de detector de partículas de múons que o artigo de Luszczak considera é muito menor </strong>do que outros projetos de raios cósmicos mais reconhecidos, como o Observatório Pierre Auger na Argentina e o Telescope Array da Universidade de Utah.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/rayos-cosmicos-muones-tornados-pronosticos-alertas-tormentas-severas-superceldas-1721390006470.jpg" data-image="2h559hcgqiaj" alt="Os raios cósmicos como uma nova ferramenta para estudar tornados, melhorar a previsão e alertar sobre tempestades severas" title="Os raios cósmicos como uma nova ferramenta para estudar tornados, melhorar a previsão e alertar sobre tempestades severas"><figcaption>Os raios cósmicos interagem na atmosfera superior e os múons secundários se propagam através de uma tempestade supercelular. Um detector de múons é colocado no lado oposto da tempestade e o efeito do campo de pressão da tempestade no fluxo atmosférico de múons é calculado. Créditos de representação esquemática (sem escala): William Luszczak e Leigh Orf.</figcaption></figure><p>Se tais detectores fossem colocados, por exemplo, no Tornado Alley, nos <a href="https://www.tempo.com/estados-unidos.htm" data-mrf-recirculation="cuerpo_intext">Estados Unidos</a>, os pesquisadores imaginam que<strong> o dispositivo poderia facilmente complementar as medições meteorológicas e barométricas</strong> típicas da atividade de tornados.</p><p>O relatório enfatiza que poderá ser bom que os futuros cientistas considerem a implantação de <strong>um grande detector em algumas regiões de elevada atividade de tornados</strong>, dado que as tempestades supercelulares normalmente se formam, desenvolvem e desaparecem em curtos períodos.</p><div class="texto-destacado"><strong>Ter uma instalação estacionária permanente poderia capturar o maior número possível de múons durante eventos climáticos severos.</strong></div><p>O menor detector que <strong>os pesquisadores descrevem neste artigo tem 50 metros de diâmetro</strong>. Embora fosse suficientemente portátil para garantir que os cientistas pudessem colocá-lo perto de diferentes tipos de sistemas de tempestades,<strong> o seu pequeno tamanho provavelmente causaria alguns erros na obtenção de dados</strong>, disse Luszczak.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/rayos-cosmicos-muones-tornados-pronosticos-alertas-tormentas-severas-superceldas-1721389532889.jpg" data-image="y58s0rqg6lmn" alt="variação do fluxo de múons atmosféricos na zona de tornado" title="variação do fluxo de múons atmosféricos na zona de tornado"><figcaption>Mapas filtrados do fluxo de múons atmosféricos detectado para 50 m² (esquerda) e 100 m² (direita). Um alto fluxo atmosférico de múons pode ser observado na região com o tornado, porém o efeito é significativamente reduzido em comparação com o caso de 1.000 m², afirmam os autores. Créditos: William Luszczak e Leigh Orf.</figcaption></figure><p>Ao ter melhores medições da atmosfera em torno de um tornado, a nossa modelagem melhora, o que por sua vez melhora a precisão dos nossos avisos, disse Luszczak. <strong>Esse conceito é muito promissor e é uma ideia realmente interessante para tentar colocar em prática.</strong></p><p>Como os atuais sistemas de modelagem meteorológica estão diretamente ligados a quando e onde os alertas de mau tempo são emitidos, <strong>o uso de raios cósmicos para fortalecer esses modelos daria à sociedade uma ideia mais detalhada</strong> do comportamento de uma tempestade e, mais importante, mais tempo para se preparar para a tempestade. chegada do fenômeno extremo.</p><p><em><strong><em></em>Referência da notícia:<em></em></strong></em></p><p><em>William Luszczak y Leigh Orf. "</em><a href="https://arxiv.org/pdf/2405.19311v1" target="_blank">The Effect of Tornadic Supercell Thunderstorms on the Atmospheric Muon Flux</a>". Publicado en<strong> </strong><em><strong>arXiv</strong>.</em></p>]]></content:encoded>
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                            <item>
                    <title><![CDATA[Incomum: e se a sua urina pudesse ajudar a reciclar baterias de carros elétricos?]]></title>

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                    <description><![CDATA[Cientistas descobriram um novo solvente à base de urina para extrair metais preciosos de baterias usadas, o que poderá revolucionar a reciclagem.O novo solvente desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Linneaus (Suécia) e do Instituto Indiano de Tecnologia consiste principalmente em urina e ácido acético.Uma descoberta recente pode revolucionar a reciclagem de baterias de carros elétricos. Esse novo método, que envolve urina, poderá não só oferecer uma alternativa ecológica à mineração, mas também promete reduzir significativamente os custos.Um solvente líquido feito de urina e ácido acéticoOs veículos eléctricos estão se tornando mais difundidos, mas a gestão amiga do ambiente das suas baterias também é uma questão importante para a indústria.No entanto, um método revolucionário desenvolvido por pesquisadores da Universidade Linnaeus da Suécia e do Instituto Indiano de Tecnologia de Madras poderia transformar a nossa abordagem à reciclagem de baterias de íons de lítio.Na revista científica ACS Omega, pesquisadores anunciam que desenvolveram um solvente líquido à base de urina e ácido acético (principal componente do vinagre) capaz de extrair com eficácia metais preciosos de baterias usadas. Segundo o estudo, este novo método pode recuperar até 97% do cobalto, um dos principais componentes das baterias de lítio, utilizando produtos químicos ecológicos e menos energia do que os métodos tradicionais de reciclagem. Une méthode révolutionnaire de recyclage des batteries de véhicules électriques utilisant l'urine a été mise au point par des chercheurs de l'Université Linnaeus en Suède et de l'Institut Indien de Technologie Madras. Cette méthode utilise un solvant à base d'urine et... pic.twitter.com/CNX1MRhBDV Spiral Media (@spiralmediaht) July 16, 2024O impacto ambiental deste novo método é, portanto, especialmente significativo. A capacidade de extrair esses metais preciosos de baterias usadas reduz a necessidade de explorar novos depósitos de materiais como o lítio, o cobalto e o cobre, cuja extração é frequentemente acompanhada de danos ambientais significativos.Assim, esta técnica permite reduzir consideravelmente a pegada ecológica da produção de baterias, parâmetro que nos últimos tempos tem sido alvo de debates cada vez mais intensos.Além dos benefícios ambientais, esse método revolucionário também poderia reduzir os custos associados à aquisição de novas matérias-primas, simplesmente utilizando materiais existentes através da reciclagem de baterias. Com o tempo, essa redução de custos também poderá refletir-se no preço dos veículos elétricos, tornando-os mais acessíveis e incentivando a sua adoção mais generalizada.Uma revolução na indústria de veículos elétricos?A indústria de veículos elétricos enfrenta atualmente desafios significativos no que diz respeito à durabilidade dos seus componentes. Isso é especialmente verdade no caso das baterias, devido à sua composição complexa e, sobretudo, à dificuldade de reciclar alguns dos seus materiais. Esse novo método de reciclagem poderá revolucionar o setor e garantir a sua viabilidade a longo prazo.No entanto, a aplicação deste método de reciclagem à base de urina, embora inovador, apresenta desafios futuros. No futuro, terá de ser aceito pela indústria dos veículos eléctricos, ou seja, terá de ser integrado nos processos dos sistemas de reciclagem existentes e, sobretudo, expandido para esta indústria em expansão, o que exigirá esforços colaborativos entre investigadores. , fabricantes e tomadores de decisão.Artigo relacionadoOs carros elétricos são a solução para a crise climática ou parte dela? Mais estudos também serão necessários para avaliar o impacto a longo prazo do uso deste tipo de solvente na qualidade e confiabilidade dos materiais extraídos. Se os materiais forem alterados demais, esse método poderá criar um novo problema de durabilidade, algo que a indústria de veículos elétricos não precisa.Em qualquer caso, este solvente à base de urina e ácido acético oferece uma perspectiva potencialmente revolucionária neste campo, tanto do ponto de vista ambiental como económico. Embora os seus componentes sejam, para dizer o mínimo, inesperados, poderá muito bem permitir que a utilização de veículos eléctricos se torne verdadeiramente generalizada no futuro, o que não poderia ser uma notícia melhor para o nosso planeta.]]></description>

                                            <enclosure url="https://services.meteored.com/img/article/insolite-et-si-votre-urine-pouvait-aider-a-recycler-les-batteries-de-voitures-electriques-1721238563569_1280.jpeg" length="49398" type="image/jpeg"/>

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                    <pubDate>Sun, 21 Jul 2024 14:57:56 +0100</pubDate>

                    <dc:creator><![CDATA[Jacileny]]></dc:creator>

                    
                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Cientistas descobriram um novo solvente à base de urina para extrair metais preciosos de baterias usadas, o que poderá revolucionar a reciclagem.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/insolite-et-si-votre-urine-pouvait-aider-a-recycler-les-batteries-de-voitures-electriques-1721238563569.jpeg" data-image="9jdvpbkxz1x2" alt="bateria de lítio de urina" title="bateria de lítio de urina"><figcaption>O novo solvente desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Linneaus (Suécia) e do Instituto Indiano de Tecnologia consiste principalmente em urina e ácido acético.</figcaption></figure><p>Uma descoberta recente pode revolucionar a reciclagem de baterias de carros elétricos. Esse novo método, que envolve urina,<strong> poderá não só oferecer uma alternativa ecológica à mineração</strong>, mas também promete reduzir significativamente os custos.</p><h2>Um solvente líquido feito de urina e ácido acético</h2><p>Os veículos eléctricos estão se tornando mais difundidos, mas a gestão amiga do ambiente das suas baterias também<strong> é uma questão importante para a indústria</strong>.</p><p>No entanto, um método revolucionário desenvolvido por pesquisadores da Universidade Linnaeus da Suécia e do Instituto Indiano de Tecnologia de Madras <strong>poderia transformar a nossa abordagem à reciclagem de baterias de íons de lítio</strong>.</p><p>Na revista científica <a href="https://pubs.acs.org/doi/10.1021/acsomega.2c07780" target="_blank">ACS Omega</a>, pesquisadores anunciam que desenvolveram <strong>um solvente líquido à base de urina e ácido acético</strong> (principal componente do vinagre) <strong>capaz de extrair com eficácia metais preciosos de baterias usadas</strong>. </p><p>Segundo o estudo, este novo método pode recuperar até 97% do cobalto,<strong> um dos principais componentes das baterias de lítio</strong>, utilizando produtos químicos ecológicos e menos energia do que os métodos tradicionais de reciclagem.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="fr" dir="ltr"> Une méthode révolutionnaire de recyclage des batteries de véhicules électriques utilisant l'urine a été mise au point par des chercheurs de l'Université Linnaeus en Suède et de l'Institut Indien de Technologie Madras. Cette méthode utilise un solvant à base d'urine et... <a href="https://t.co/CNX1MRhBDV">pic.twitter.com/CNX1MRhBDV</a></p> Spiral Media (@spiralmediaht) <a href="https://twitter.com/spiralmediaht/status/1813203512458727575?ref_src=twsrc%5Etfw">July 16, 2024</a></blockquote></figure><p>O impacto ambiental deste novo método é, portanto, especialmente significativo. A capacidade de extrair esses metais preciosos de baterias usadas <strong>reduz a necessidade de explorar novos depósitos de materiais como o lítio</strong>, o cobalto e o cobre, cuja extração é frequentemente acompanhada de danos ambientais significativos.</p><div class="texto-destacado"><strong>Assim, esta técnica permite reduzir consideravelmente a pegada ecológica da produção de baterias, parâmetro que nos últimos tempos tem sido alvo de debates cada vez mais intensos.</strong></div><p>Além dos benefícios ambientais, <strong>esse método revolucionário também poderia reduzir os custos associados à aquisição de novas matérias-primas</strong>, simplesmente utilizando materiais existentes através da reciclagem de baterias. Com o tempo,<strong> essa redução de custos também poderá refletir-se no preço dos veículos elétricos</strong>, tornando-os mais acessíveis e incentivando a sua adoção mais generalizada.</p><h2>Uma revolução na indústria de veículos elétricos?</h2><p>A indústria de veículos elétricos enfrenta atualmente desafios significativos no que diz respeito à durabilidade dos seus componentes. <strong>Isso é especialmente verdade no caso das baterias</strong>, devido à sua composição complexa e, sobretudo, à dificuldade de reciclar alguns dos seus materiais. <strong>Esse novo método de reciclagem poderá revolucionar o setor e garantir a sua viabilidade a longo prazo</strong>.</p><p>No entanto, a aplicação deste método de reciclagem à base de urina, embora inovador, apresenta desafios futuros. No futuro, terá de ser aceito pela indústria dos veículos eléctricos, ou seja,<strong> terá de ser integrado nos processos dos sistemas de reciclagem existentes</strong> e, sobretudo, expandido para esta indústria em expansão, o que exigirá esforços colaborativos entre investigadores. , fabricantes e tomadores de decisão.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="655645" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/os-carros-eletricos-sao-a-solucao-para-a-crise-climatica-ou-parte-dela-tudo-depende.html" title="Os carros elétricos são a solução para a crise climática ou parte dela? ">Os carros elétricos são a solução para a crise climática ou parte dela? </a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/os-carros-eletricos-sao-a-solucao-para-a-crise-climatica-ou-parte-dela-tudo-depende.html" title="Os carros elétricos são a solução para a crise climática ou parte dela? "><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/los-autos-electricos-son-la-solucion-a-la-crisis-climatica-o-son-parte-de-ella-todo-depende-1715091665992_320.jpg" alt="Os carros elétricos são a solução para a crise climática ou parte dela? "></a></article></aside><p>Mais estudos também serão necessários para avaliar o impacto a longo prazo do uso deste tipo de solvente na qualidade e confiabilidade dos materiais extraídos. Se os materiais forem alterados demais, <strong>esse método poderá criar um novo problema de durabilidade</strong>, algo que a indústria de veículos elétricos não precisa.</p><p>Em qualquer caso, este solvente à base de urina e ácido acético oferece uma perspectiva potencialmente revolucionária neste campo, tanto do ponto de vista ambiental como económico. <strong>Embora os seus componentes sejam, para dizer o mínimo, inesperados, poderá muito bem permitir que a utilização de veículos eléctricos</strong> <strong>se torne verdadeiramente generalizada no futuro</strong>, o que não poderia ser uma notícia melhor para o nosso planeta.</p>]]></content:encoded>
                                    </item>
                            <item>
                    <title><![CDATA[Câncer de pulmão em não fumantes: um mistério genético que pode mudar o tratamento]]></title>

                    <link>https://portal.vaizzer.com/cancer-de-pulmao-em-nao-fumantes-um-misterio-genetico-que-pode-mudar-o-tratamento</link>
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                    <description><![CDATA[Um estudo identificou dupla mutação que poderia explicar resistência ao tratamento de câncer de pulmão em pacientes que nunca fumaram. Saiba mais aqui.O câncer de pulmão é a terceira causa mais comum de câncer em países como o Reino Unido e a principal causa de morte por câncer. O câncer de pulmão, uma das doenças mais mortais do mundo, continua sendo um enigma em muitos aspectos. Um mistério particularmente intrigante é por que alguns pacientes que nunca fumaram desenvolvem esta doença e, ainda mais intrigante, por que alguns deles não respondem a tratamentos que são eficazes em outros.  Um estudo recente realizado por pesquisadores da University College London (UCL), no Reino Unido, do Instituto Francis Crick e da AstraZeneca, e publicado na revista Nature Communications, revelou porque os tratamentos direcionados falham em alguns pacientes, especialmente aqueles que nunca fumaram. Duplicação do genoma: um mecanismo de resistênciaOs cientistas têm pesquisado por que os tratamentos direcionados, que funcionam bem em alguns pacientes, não têm o mesmo efeito em outros, especialmente aqueles que nunca fumaram. A resposta parece estar em uma combinação de mutações genéticas.O câncer de pulmão de células não pequenas (NSCLC) é o tipo mais comum em pessoas que nunca fumaram. Nestes casos, é frequentemente encontrada uma mutação no gene do receptor do fator de crescimento epidérmico (EGFR), que acelera o crescimento das células cancerígenas. Os tratamentos direcionados a esta mutação, chamados inibidores de EGFR, demonstraram ser eficazes em alguns pacientes. No entanto, muitos outros, especialmente aqueles com uma mutação adicional no gene p53  conhecido pelo seu papel na supressão tumoral  não respondem a estes tratamentos e têm um prognóstico muito pior. Resposta mista ao tratamentoPara compreender melhor esta resistência, os pesquisadores analisaram dados de pacientes tratados com o mais recente inibidor de EGFR, um medicamento denominado Osimertinib. Eles compararam exames iniciais e exames de acompanhamento de pacientes com mutações no gene EGFR e aqueles com mutações tanto no EGFR quanto no p53. Eles descobriram que em pacientes com a mutação EGFR, todos os tumores diminuíram em resposta ao tratamento. No entanto, em pacientes com ambas as mutações, alguns tumores diminuíram enquanto outros cresceram, evidenciando rápida resistência ao medicamento.Ao compreender melhor os mecanismos genéticos subjacentes à resistência ao tratamento, os cientistas estão abrindo caminho para novas terapias que poderão melhorar significativamente a sobrevivência e a qualidade de vida destes pacientes. Este comportamento misto em resposta ao tratamento é um grande desafio para os médicos, pois complica o manejo eficaz do câncer. O Dr. Crispin Hiley, oncologista clínico da UCL, comentou em um comunicado de imprensa que: Assim que pudermos identificar pacientes com mutações EGFR e p53 cujos tumores mostram duplicação do genoma, seremos capazes de tratá-los de forma mais seletiva. Rumo a tratamentos mais personalizadosA identificação desta dupla mutação e a sua relação com a resistência ao tratamento é um passo crucial para terapias mais personalizadas e eficazes. Os pesquisadores já estão trabalhando no desenvolvimento de um teste diagnóstico que possa identificar pacientes com essa dupla mutação.Artigo relacionadoVacina em fase de estudos apresenta dados promissores contra câncer letalAssim que pudermos identificar os pacientes com essas mutações, seremos capazes de lhes oferecer tratamentos mais específicos. Isso pode incluir um monitoramento mais rigoroso, radioterapia precoce ou o uso de combinações de inibidores de EGFR com outros medicamentos, como a quimioterapia, disse Hiley.Os pesquisadores destacam que continuarão explorando o papel da duplicação do genoma no câncer de pulmão e outras doenças. Eles indicam também que estão tentando desenvolver novos medicamentos que possam superar a resistência ao tratamento causada por esta duplicação.Embora esta descoberta represente um avanço significativo, os especialistas destacam a importância da prevenção do câncer de pulmão. Deixar de fumar continua sendo a melhor forma de reduzir o risco de desenvolver esta doença, mesmo em quem tem predisposição genética. Este estudo é um lembrete de que a luta contra o câncer é um esforço contínuo e que a pesquisa científica é essencial para encontrar novas formas de prevenir, diagnosticar e tratar a doença. Referência da notícia:Hobor, S. et al. Mixed responses to targeted therapy driven by chromosomal instability through p53 dysfunction and genome doubling. Nature Communications, v. 15, n. 4871, 2024.]]></description>

                                            <enclosure url="https://services.meteored.com/img/article/cancer-de-pulmon-en-no-fumadores-un-misterio-genetico-que-podria-cambiar-el-tratamiento-1721293425998_1280.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>

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                    <pubDate>Sun, 21 Jul 2024 14:57:55 +0100</pubDate>

                    <dc:creator><![CDATA[Jacileny]]></dc:creator>

                    
                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo identificou dupla mutação que poderia explicar resistência ao tratamento de câncer de pulmão em pacientes que nunca fumaram. Saiba mais aqui.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/cancer-de-pulmon-en-no-fumadores-un-misterio-genetico-que-podria-cambiar-el-tratamiento-1721293425998.jpg" data-image="9p89vkb7x4gc" alt="câncer de pulmão, radiografia" title="câncer de pulmão, radiografia"><figcaption>O câncer de pulmão é a terceira causa mais comum de câncer em países como o Reino Unido e a principal causa de morte por câncer.</figcaption></figure><p> O<strong> câncer de pulmão, uma das doenças mais mortais do mundo</strong>, continua sendo um enigma em muitos aspectos. Um mistério particularmente intrigante é por que<strong> alguns pacientes que nunca fumaram desenvolvem esta doença </strong>e, ainda mais intrigante, por que alguns deles não respondem a tratamentos que são eficazes em outros. </p><p> Um estudo recente realizado por pesquisadores da<em> University College London</em> (<a href="https://www.ucl.ac.uk/" target="_blank">UCL</a>), no Reino Unido, do <a href="https://www.crick.ac.uk/" target="_blank">Instituto Francis Crick</a> e da <a href="https://www.astrazeneca.com.br/" target="_blank">AstraZeneca</a>, e publicado na revista <em>Nature Communications</em>, revelou porque os tratamentos direcionados falham em alguns pacientes, especialmente aqueles que nunca fumaram. </p><h2>Duplicação do genoma: um mecanismo de resistência</h2><p>Os cientistas têm pesquisado por que os <strong>tratamentos direcionados, que funcionam bem em alguns pacientes, não têm o mesmo efeito em outros</strong>, especialmente aqueles que nunca fumaram. A resposta parece estar em uma <strong>combinação de mutações genéticas</strong>.</p><div class="texto-destacado"><strong>O câncer de pulmão de células não pequenas (NSCLC) é o tipo mais comum em pessoas que nunca fumaram.</strong></div><p> Nestes casos, é frequentemente encontrada uma <strong>mutação no gene do receptor do fator de crescimento epidérmico (EGFR), que acelera o crescimento das células cancerígenas</strong>. Os tratamentos direcionados a esta mutação, chamados inibidores de EGFR, demonstraram ser eficazes em alguns pacientes. No entanto, muitos outros, especialmente aqueles com uma mutação adicional no gene p53  conhecido pelo seu papel na supressão tumoral  não respondem a estes tratamentos e têm um prognóstico muito pior. </p><h2>Resposta mista ao tratamento</h2><p>Para compreender melhor esta resistência, os pesquisadores analisaram dados de pacientes tratados com o mais recente inibidor de EGFR, um medicamento denominado <em>Osimertinib</em>. </p><p>Eles compararam exames iniciais e exames de acompanhamento de pacientes com mutações no gene EGFR e aqueles com mutações tanto no <strong>EGFR </strong>quanto no <strong>p53</strong>. Eles descobriram que em<strong> pacientes com a mutação EGFR, todos os tumores diminuíram em resposta ao tratamento</strong>. No entanto, <strong>em pacientes com ambas as mutações, alguns tumores diminuíram enquanto outros cresceram</strong>, evidenciando rápida resistência ao medicamento.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/cancer-de-pulmon-en-no-fumadores-un-misterio-genetico-que-podria-cambiar-el-tratamiento-1721293671225.jpg" data-image="y2ofw69b6kpm" alt="câncer" title="câncer"><figcaption>Ao compreender melhor os mecanismos genéticos subjacentes à resistência ao tratamento, os cientistas estão abrindo caminho para novas terapias que poderão melhorar significativamente a sobrevivência e a qualidade de vida destes pacientes.</figcaption></figure><p> Este <strong>comportamento misto em resposta ao tratamento é um grande desafio</strong> para os médicos, pois complica o manejo eficaz do câncer. <br><br>O Dr. Crispin Hiley, oncologista clínico da UCL, comentou em um <a href="https://www.ucl.ac.uk/news/2024/jun/why-many-lung-cancer-patients-who-have-never-smoked-have-worse-outcomes" target="_blank">comunicado de imprensa</a> que: Assim que pudermos identificar pacientes com mutações EGFR e p53 cujos tumores mostram duplicação do genoma, seremos capazes de tratá-los de forma mais seletiva. </p><h2>Rumo a tratamentos mais personalizados</h2><p>A identificação desta dupla mutação e a sua relação com a resistência ao tratamento é um passo crucial para terapias mais personalizadas e eficazes. Os pesquisadores já estão trabalhando no <strong>desenvolvimento de um teste diagnóstico que possa identificar pacientes com essa dupla mutação</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="660977" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/vacina-em-fase-de-estudos-apresenta-dados-promissores-contra-cancer-letal.html" title="Vacina em fase de estudos apresenta dados promissores contra câncer letal">Vacina em fase de estudos apresenta dados promissores contra câncer letal</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/vacina-em-fase-de-estudos-apresenta-dados-promissores-contra-cancer-letal.html" title="Vacina em fase de estudos apresenta dados promissores contra câncer letal"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/vacina-em-fase-de-estudos-apresenta-dados-promissores-contra-cancer-letal-1718453741865_320.jpg" alt="Vacina em fase de estudos apresenta dados promissores contra câncer letal"></a></article></aside><p>Assim que pudermos identificar os pacientes com essas mutações, seremos capazes de lhes oferecer tratamentos mais específicos. Isso pode incluir um <strong>monitoramento mais rigoroso, radioterapia precoce ou o uso de combinações de inibidores de EGFR com outros medicamentos</strong>, como a quimioterapia, disse Hiley.</p><p>Os pesquisadores destacam que continuarão explorando o papel da duplicação do genoma no câncer de pulmão e outras doenças. Eles indicam também que estão tentando<strong> desenvolver novos medicamentos </strong><strong>que possam superar a resistência ao tratamento causada por esta duplicação</strong>.</p><div class="texto-destacado"><strong><strong>Embora esta descoberta represente um avanço significativo, os especialistas destacam a importância da prevenção do câncer de pulmão. Deixar de fumar continua sendo a melhor forma de reduzir o risco de desenvolver esta doença, mesmo em quem tem predisposição genética.</strong></strong></div><p> Este estudo é um lembrete de que <strong>a luta contra o câncer é um esforço contínuo</strong> e que a pesquisa científica é essencial para encontrar novas formas de prevenir, diagnosticar e tratar a doença. </p><p><em><strong>Referência da notícia:</strong></em><br><br>Hobor, S. <em>et al</em>. <a href="https://www.nature.com/articles/s41467-024-47606-9"><strong>Mixed responses to targeted therapy driven by chromosomal instability through p53 dysfunction and genome doubling</strong></a>. <em>Nature </em><em>Communications</em>, v. 15, n. 4871, 2024.</p>]]></content:encoded>
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                    <title><![CDATA[Espetaculares nuvens mammatus surgem ao pôr do sol em Shandong, China: não perca o vídeo e o porquê deste fenômeno]]></title>

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                    <description><![CDATA[As nuvens mammatus, famosas pelo seu formato, foram captadas na última sexta-feira, 19 de julho em Shandong, leste da China. O fenômeno natural, já de si deslumbrante, adquiriu contornos de maior espetacularidade por ter sido registado ao pôr do sol.Nas imagens recolhidas pela Meteored é possível contemplar a beleza de um dos mais espetaculares fenômenos que se formam no planeta Terra: as nuvens mammatus.Desta vez, o evento natural teve lugar em Jinan, cidade e capital da província de Shandong, situada no leste da China. Os tons alaranjados do pôr do sol conferiram um aspecto ainda mais incrível ao fenômeno meteorológico, muitas vezes precursor de grandes tempestades, embora por vezes não seja esse o caso.De acordo com o Atlas Internacional de Nuvens da Organização Meteorológica Mundial (ICA-WMO), a nuvem mammatus consiste em protuberâncias em forma de peito (daí o nome derivado da palavra latim mamma) que por vezes pendem de certos tipos de nuvens.As nuvens mammatus, mammatocumulus ou ainda mamma são nuvens semelhantes a "bolsas", que se formam debaixo de outra nuvem. O termo "mammatus" é derivado de mamma graças à associação ao formato de mamas ou seios.Podem ser observadas em cirrus, cirrocumulus, altocumulus, altostratus, stratocumulus e cumulonimbus. Além disto, podem ser geradas por rastos de condensação, ou seja, nuvens artificiais provocadas pela deslocação de aviões e também em nuvens de cinza vulcânica.Particularmente notáveis são as que pendem da bigorna de um cumulonimbus, cuja formação se deve a um processo conhecido em meteorologia como convecção inversa.Nos próximos dias preveem-se condições meteorológicas adversas na província de Shandong, leste da China. O aparecimento de nuvens mammatus são, muitas vezes, precursoras do tempo instável que se manifesta sob a ocorrência de precipitação, trovoada ou até mesmo granizo.Em Shandong, China, o que significou o aparecimento das nuvens mammatus no céu?As nuvens mammatus, quando associadas a uma Cumulonimbus, são indicadoras de tempo instável e potencialmente severo. Contudo, em muitas outras ocasiões também pode ser um indicador de que a tempestade está perdendo intensidade e de que está para breve a afirmação das altas pressões, com o inevitável triunfo da estabilidade meteorológica. Normalmente as mammatus consistem em cristais de gelo, mas também podem ser mistas ou líquidas.Conheça as fascinantes nuvens iridescentes: são raras e não são exclusivas do planeta TerraDe acordo com os mapas de previsão meteorológica da Meteored, as deslumbrantes nuvens mammatus captadas ontem ao pôr do sol em Jinan, província de Shandong situada na parte oriental da China, foram um claro sinal do tempo instável que se expressará sob a forma de chuva forte, trovoada e/ou granizo nos próximos dias.A probabilidade de ocorrência de tempestades e precipitação ronda os 90% e durará pelo menos desde este sábado (20) até à próxima quarta-feira, 24 de julho.]]></description>

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                    <pubDate>Sun, 21 Jul 2024 14:57:55 +0100</pubDate>

                    <dc:creator><![CDATA[Jacileny]]></dc:creator>

                    
                                            <content:encoded><![CDATA[<p>As nuvens mammatus, famosas pelo seu formato, foram captadas na última sexta-feira, 19 de julho em Shandong, leste da China. O fenômeno natural, já de si deslumbrante, adquiriu contornos de maior espetacularidade por ter sido registado ao pôr do sol.</p><figure class="video-dailymotion"><div><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-x92jp54.jpg"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewbox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24"></circle><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z"></path></svg></span></div></figure><p>Nas imagens recolhidas pela <strong><a href="https://www.tempo.com/" data-mrf-recirculation="cuerpo_intext">Meteored</a></strong> é possível contemplar a beleza de um dos mais <strong>espetaculares fenômenos</strong> que se formam no planeta Terra: as <strong>nuvens mammatus</strong>.</p><p>Desta vez, o evento natural teve lugar em <strong><a href="https://www.tempo.com/jinan.htm" data-mrf-recirculation="cuerpo_intext">Jinan</a></strong>, cidade e capital da província de <strong>Shandong</strong>, situada no <strong>leste da <a href="https://www.tempo.com/china.htm" data-mrf-recirculation="cuerpo_intext">China</a></strong>. Os tons alaranjados do pôr do sol conferiram um aspecto ainda mais incrível ao fenômeno meteorológico, <strong>muitas vezes precursor de grandes tempestades</strong>, embora por vezes não seja esse o caso.</p><p>De acordo com o <strong><a href="https://cloudatlas.wmo.int/en/home.html" target="_blank">Atlas Internacional de Nuvens da Organização Meteorológica Mundial (ICA-WMO)</a></strong>, a <strong>nuvem mammatus </strong>consiste em <strong>protuberâncias em forma de peito</strong> (daí o nome derivado da palavra latim <strong>mamma</strong>) que por vezes pendem de <strong>certos tipos de nuvens</strong>.</p><div class="texto-destacado"><strong>As nuvens mammatus, mammatocumulus ou ainda mamma são nuvens semelhantes a "bolsas", que se formam debaixo de outra nuvem. O termo "mammatus" é derivado de mamma graças à associação ao formato de mamas ou seios.</strong></div><p>Podem ser observadas em <strong>cirrus, cirrocumulus, altocumulus, altostratus, stratocumulus e cumulonimbus</strong>. Além disto, podem ser geradas por rastos de condensação, ou seja, nuvens artificiais provocadas pela deslocação de aviões e também em nuvens de cinza vulcânica.</p><p><strong>Particularmente notáveis são as que pendem da bigorna de um cumulonimbus</strong>, cuja formação se deve a um processo conhecido em meteorologia como <strong>convecção inversa</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/espetaculares-nuvens-mammatus-surgem-ao-por-do-sol-em-shandong-china-nao-perca-o-video-e-o-porque-deste-fenomeno-meteorologia-1721497044421.jpg" data-image="kn80fokdmoyo" alt="chuva trovoada nuvens mammatus" title="chuva trovoada nuvens mammatus"><figcaption>Nos próximos dias preveem-se condições meteorológicas adversas na província de Shandong, leste da China. O aparecimento de nuvens mammatus são, muitas vezes, precursoras do tempo instável que se manifesta sob a ocorrência de precipitação, trovoada ou até mesmo granizo.</figcaption></figure><h2>Em Shandong, China, o que significou o aparecimento das nuvens mammatus no céu?<br></h2><p><strong>As nuvens mammatus, quando associadas a uma Cumulonimbus, são indicadoras de tempo instável e potencialmente severo</strong>. Contudo, em muitas outras ocasiões também pode ser um indicador de que <strong>a tempestade está perdendo intensidade e de que está para breve a afirmação das altas pressões</strong>, com o inevitável triunfo da estabilidade meteorológica. Normalmente as mammatus consistem em <strong>cristais de gelo, mas também podem ser mistas ou líquidas</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="[object Object]" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><span class="encabezado"><h5 class="titular s"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/conheca-as-fascinantes-nuvens-iridescentes-sao-raras-e-nao-sao-exclusivas-do-planeta-terra-meteorologia.html" title="Conheça as fascinantes nuvens iridescentes: são raras e não são exclusivas do planeta Terra">Conheça as fascinantes nuvens iridescentes: são raras e não são exclusivas do planeta Terra</a></h5></span><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/conheca-as-fascinantes-nuvens-iridescentes-sao-raras-e-nao-sao-exclusivas-do-planeta-terra-meteorologia.html" title="Conheça as fascinantes nuvens iridescentes: são raras e não são exclusivas do planeta Terra"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/conheca-as-fascinantes-nuvens-iridescentes-sao-raras-e-nao-sao-exclusivas-do-planeta-terra-1717981614249_320.jpg" alt="Conheça as fascinantes nuvens iridescentes: são raras e não são exclusivas do planeta Terra"></a></article></aside><p>De acordo com os <strong>mapas de previsão meteorológica da Meteored</strong>, as deslumbrantes nuvens mammatus captadas ontem ao pôr do sol em Jinan, província de Shandong situada na parte oriental da China, foram um <strong>claro sinal do tempo instável que se expressará sob a forma de chuva forte, trovoada e/ou granizo </strong>nos próximos dias.</p><p><strong>A probabilidade de</strong> <strong>ocorrência de tempestades e precipitação ronda os 90% </strong>e durará pelo menos desde<strong> este sábado (20) até à próxima quarta-feira, 24 de julho</strong>.</p>]]></content:encoded>
                                    </item>
                            <item>
                    <title><![CDATA[De onde vem o som que ouvimos dentro de uma concha?]]></title>

                    <link>https://portal.vaizzer.com/de-onde-vem-o-som-que-ouvimos-dentro-de-uma-concha</link>
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                    <description><![CDATA[É uma experiência inesquecível ouvir o sussurro do mar quando trazemos ao ouvido uma linda concha que encontramos na praia. É sem dúvida fascinante e enigmático... até que a base física que o explica seja descoberta.Desde crianças ouvimos o interior de uma concha e acreditamos que seja o som das ondas quebrando na praia.Minhas lembranças me levam a uma garotinha curiosa de pouco mais de três anos que tentava enfiar os dedinhos dentro daquela concha de interior liso e brilhante, tentando descobrir quem cantava lá dentro.Para partilhar a resposta ao enigma do som do mar dentro da concha, comecemos por descrever a família dos gastrópodes. São moluscos com exoesqueleto, área cefálica (cabeça) e área muscular ventral. Eles podem ter habitats terrestres ou marinhos.Os gastrópodes incluem espécies populares como as pertencentes à família Strombidae, que recebem o nome comum caracoles marinha ou conchas. As conchas são a parte rígida das conchas.A cobertura rígida e dura das conchas é chamada de concha. Tem formato espiral, é feito de carbonato de cálcio, podendo ter cores vivas, e é o que associamos ao fenômeno sonoro que iremos descrever.O murmúrio vem do meio ambienteNossos ouvidos captam uma grande quantidade de ondas sonoras que vêm não só de fora, mas também de dentro do nosso corpo. O cérebro é capaz de interpretar como sons os sinais elétricos que convertem as vibrações que se espalham pelo ar e chegam ao tímpano.Voltando à concha, a primeira coisa é entender que o interior da concha, retorcido e com interior de vidro, comporta-se como uma cavidade ressonante.O que conhecemos como ruído branco  ou seja, a mistura de todos os sons ambientais  salta dentro da concha (onde o ar está presente) e produz ondas de ressonância, que colidem continuamente com as paredes interiores. Algumas destas ondas são silenciadas ou canceladas e outras são amplificadas, dependendo da forma e tamanho da área em que impactam. Essas ondas são aquelas que saem da concha e entram em nossos ouvidos, e são o que nosso cérebro interpreta como o som das ondas do mar.A física da ressonância em poucas palavrasNa física, a ressonância é descrita como o aumento da amplitude de uma onda que ocorre quando a frequência de uma força aplicada periodicamente é igual à frequência do sistema sobre o qual ela atua.O fenômeno da ressonância foi descrito pela primeira vez no século XVII por Galileu Galilei e ocorre com todos os tipos de vibrações ou ondas presentes na natureza.No final do século XIX, o físico alemão Hermann Helmholtz apresentou sua teoria conhecida como batimento do vento ou ressonância de Helmholtz, que descreve o efeito da ressonância do ar dentro de uma cavidade.Com base no princípio conceituado pelo cientista alemão, vamos ver o que é um ressonador Helmholtz, o dispositivo capaz de selecionar frequências específicas de um som complexo e amplificá-las.Ressonador HelmholtzÉ composto por um recipiente feito de material rígido e de formato quase esférico, com gargalo que consiste em um orifício na parte superior e uma abertura maior na outra lateral.As dimensões e formatos desses componentes determinarão a frequência de ressonância, ou seja, na qual o sistema oscila.Quando a abertura do pescoço do ressonador é colocada no ouvido, a maioria dos sons presentes no ar circundante será abafada e outros serão amplificados.A concha dos gastrópodes funciona como um ressonador de Helmholtz. O mistério do mar dentro da concha foi então revelado.]]></description>

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                    <pubDate>Sun, 21 Jul 2024 14:57:54 +0100</pubDate>

                    <dc:creator><![CDATA[Jacileny]]></dc:creator>

                    
                                            <content:encoded><![CDATA[<p>É uma experiência inesquecível ouvir o sussurro do mar quando trazemos ao ouvido uma linda concha que encontramos na praia. É sem dúvida fascinante e enigmático... até que a base física que o explica seja descoberta.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/de-donde-proviene-el-sonido-que-escuchamos-dentro-de-una-concha-marina-1721255461778.jpeg" data-image="jh43kbmg4glb" alt="som de concha" title="som de concha"><figcaption>Desde crianças ouvimos o interior de uma concha e acreditamos que seja o som das ondas quebrando na praia.</figcaption></figure><p>Minhas lembranças me levam a uma garotinha curiosa de pouco mais de três anos que <strong>tentava enfiar os dedinhos dentro daquela concha de interior liso e brilhante</strong>, tentando descobrir quem cantava lá dentro.</p><p>Para partilhar a resposta ao enigma do <strong>som do mar dentro da concha</strong>, comecemos por descrever a família dos gastrópodes. São moluscos com exoesqueleto, área cefálica (cabeça) e área muscular ventral<strong>. Eles podem ter habitats terrestres ou marinhos</strong>.</p><p>Os gastrópodes incluem espécies populares como as pertencentes à família <em>Strombidae</em>, que recebem o nome comum <a href="https://es.wikipedia.org/wiki/Caracol"><strong>caracoles</strong></a><strong> </strong>marinha ou conchas. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/de-donde-proviene-el-sonido-que-escuchamos-dentro-de-una-concha-marina-1721256827560.jpeg" data-image="3pd784y49zum" alt="concha marinha" title="concha marinha"><figcaption>As conchas são a parte rígida das conchas.</figcaption></figure><p>A cobertura rígida e dura das conchas é chamada de concha. Tem formato espiral, <strong>é feito de carbonato de cálcio, podendo ter cores vivas,</strong> e é o que associamos ao fenômeno sonoro que iremos descrever.</p><h2><strong>O murmúrio vem do meio ambiente</strong></h2><p>Nossos ouvidos captam uma grande quantidade de <strong>ondas sonoras que vêm não só de fora, mas também de dentro do nosso corpo</strong>. O cérebro é capaz de interpretar como sons os sinais elétricos que convertem as vibrações que se espalham pelo ar e chegam ao tímpano.</p><div class="texto-destacado"><strong>Voltando à concha, a primeira coisa é entender que o interior da concha, retorcido e com interior de vidro, comporta-se como uma cavidade ressonante.</strong></div><p>O que conhecemos como ruído branco  ou seja, <strong>a mistura de todos os sons ambientais</strong>  salta dentro da concha (onde o ar está presente) e produz ondas de ressonância, que <strong>colidem continuamente com as paredes interiores</strong>. Algumas destas ondas são silenciadas ou canceladas e outras são amplificadas, dependendo da forma e tamanho da área em que impactam.<strong> Essas ondas são aquelas que saem da concha e entram em nossos ouvidos</strong>, e são o que nosso cérebro interpreta como o som das ondas do mar.</p><h2><strong>A física da ressonância em poucas palavras</strong></h2><p>Na física, <strong>a ressonância é descrita como o aumento da amplitude de uma onda</strong> que ocorre quando a frequência de uma força aplicada periodicamente é igual à frequência do sistema sobre o qual ela atua.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewbox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>O fenômeno da ressonância foi descrito pela primeira vez no século XVII por Galileu Galilei e ocorre com todos os tipos de vibrações ou ondas presentes na natureza.<svg class="cierra" viewbox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>No final do século XIX, <strong>o físico alemão Hermann Helmholtz</strong> apresentou sua teoria conhecida como batimento do vento ou <strong>ressonância de Helmholtz</strong>, que descreve o <strong>efeito da ressonância do ar dentro de uma cavidade</strong>.</p><p>Com base no princípio conceituado pelo cientista alemão, vamos ver o que é um ressonador Helmholtz, o dispositivo capaz de selecionar frequências específicas de um som complexo e amplificá-las.</p><h3>Ressonador Helmholtz</h3><p>É composto por <strong>um recipiente feito de material rígido e de formato quase esférico</strong>, com gargalo que consiste em um orifício na parte superior e uma abertura maior na outra lateral.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/de-donde-proviene-el-sonido-que-escuchamos-dentro-de-una-concha-marina-1721256576147.jpg" data-image="8tef6x69gx1h" alt="Ressonador Helmholtz" title="Ressonador Helmholtz"><figcaption>As dimensões e formatos desses componentes determinarão a frequência de ressonância, ou seja, na qual o sistema oscila.</figcaption></figure><p>Quando a abertura do pescoço do ressonador é colocada no ouvido, <strong>a maioria dos sons presentes no ar circundante será abafada e outros serão amplificados</strong>.</p><p>A concha dos gastrópodes funciona como um ressonador de Helmholtz. O mistério do mar dentro da concha foi então revelado.</p>]]></content:encoded>
                                    </item>
                            <item>
                    <title><![CDATA[Uma revolução na meteorologia com o lançamento do primeiro caça-raios europeu! O que vai mudar?]]></title>

                    <link>https://portal.vaizzer.com/uma-revolucao-na-meteorologia-com-o-lancamento-do-primeiro-caca-raios-europeu-o-que-vai-mudar</link>
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                    <description><![CDATA[O Lightning Imager, construído por uma empresa italiana, tem como objetivo detectar continuamente raios que ocorrem dentro de uma nuvem, entre nuvens ou que saem de uma nuvem e atingem o solo. O gerador de imagens de raios, fabricado pela empresa italiana Leonardo, tem por missão detectar continuamente os raios produzidos entre nuvem-solo, entre nuvem-nuvem ou dentro de uma nuvem.A Organização Europeia para a Exploração de Satélites Meteorológicos (EUMETSAT) e a Agência Espacial Europeia (ESA) revelaram as primeiras imagens e animações capturadas pelo Lightning Imager no satélite MTG-I1, lançado em 13 de dezembro de 2022.A primeira imagem do Flexible Combined Imager, o outro instrumento a bordo do satélite de observação da Terra, se tornou pública em maio de 2024.O gerador de imagens de raiosO gerador de imagens de raios Lightning Imager, fabricado pela empresa italiana Leonardo, líder no setor aeroespacial, tem por missão detectar continuamente os raios produzidos entre solo-nuvem, entre nuvem-nuvem ou dentro de uma nuvem.O instrumento está equipado com quatro sensores que cobrem a Europa, a África, o Oriente Médio e partes da América do Sul. Estes sensores observam continuamente a atividade dos raios e a EUMETSAT transmite em tempo real os dados coletados pelos serviços meteorológicos em todos os Estados-Membros. Mas não só isso; em especial, a EUMETSAT também transmitirá os dados aos serviços meteorológicos na África e em outras regiões onde a capacidade de detectar raios através de observações terrestres é limitada.As tempestades severas são frequentemente precedidas por alterações súbitas na atividade dos raios. Ao observar estas alterações, os dados do Lightning Imager permitirão aos meteorologistas prever com maior exatidão estes eventos extremos.Cada animação é composta por uma sequência de imagens obtidas a partir de medições cumulativas de raios no período de 1 minuto. Trata-se de uma inovação importante no domínio da meteorologia e da observação de fenômenos meteorológicos extremos.Porque isso é tão importante para a previsão de fenômenos meteorológicos extremos?De acordo com Phil Evans, Diretor Executivo da EUMETSAT, as tempestades severas são frequentemente precedidas por mudanças súbitas na atividade dos raios. Ao observar estas alterações, os dados do Lightning Imager permitirão aos meteorologistas prever estes fenômenos extremos com maior precisão".Combinando estes dados com imagens de alta resolução da Flexible Combined Imager, os meteorologistas poderão determinar mais facilmente a evolução das tempestades severas e terão mais tempo para avisar as autoridades e as comunidades em risco.Simonetta Cheli, Diretora dos Programas de Observação da Terra da ESA, também destacou as extraordinárias capacidades deste instrumento, demonstradas pelas animações de dados do Lightning Imager."Estas animações demonstram a capacidade do instrumento para detectar com precisão e eficiência a atividade dos raios em toda a área de cobertura do sensor, que corresponde a 84% do globo terrestre, disse Cheli.O objetivo desta operaçãoA ESA e a EUMETSAT, em colaboração com os parceiros industriais europeus, asseguram que, tanto na Europa como no resto do mundo, as populações e os setores econômicos mais vulneráveis podem se beneficiar desta nova tecnologia.Combinando estes dados com imagens de alta resolução da Flexible Combined Imager, os meteorologistas poderão determinar mais facilmente a evolução de tempestades severas e terão mais tempo para avisar as autoridades e as comunidades em risco.Guia Pastorini, Diretor de Engenharia de Projeto da empresa para o Lightning Imager explicou: O Lightning Imager tem quatro sensores, cada um capaz de captar 1.000 imagens por segundo, de dia ou de noite, e detectar até um único flash mais rápido do que um piscar de olhos".Graças à capacidade de computação a bordo do satélite, os dados são processados de forma a transmitir apenas a informação mais útil para a Terra, para melhorar as previsões meteorológicas, especialmente em situações sensíveis.Artigo relacionadoOnde tem mais descargas elétricas no Brasil? Estudo revela quais são os estados com maior incidência de raiosCom a ESA e a EUMETSAT coordenando uma equipe industrial internacional, a empresa Leonardo trabalhou durante dez anos nesta tecnologia inovadora. O satélite foi desenvolvido pela ESA, de acordo com os requisitos definidos pela EUMETSAT, em consulta com os serviços meteorológicos dos Estados-Membros.]]></description>

                                            <enclosure url="https://services.meteored.com/img/article/il-primo-cacciatore-di-fulmini-europeo-e-gia-attivo-una-grande-svolta-per-la-meteorologia-ecco-perche-1720521471218_1280.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>

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                    <pubDate>Fri, 19 Jul 2024 02:58:23 +0100</pubDate>

                    <dc:creator><![CDATA[Jacileny]]></dc:creator>

                    
                                            <content:encoded><![CDATA[<p>O Lightning Imager, construído por uma empresa italiana, tem como objetivo detectar continuamente raios que ocorrem dentro de uma nuvem, entre nuvens ou que saem de uma nuvem e atingem o solo. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/il-primo-cacciatore-di-fulmini-europeo-e-gia-attivo-una-grande-svolta-per-la-meteorologia-ecco-perche-1720521471218.jpg" data-image="p1l7xzggsndv" alt="Lighting Imager" title="Lighting Imager"><figcaption>O gerador de imagens de raios, fabricado pela empresa italiana Leonardo, tem por missão detectar continuamente os raios produzidos entre nuvem-solo, entre nuvem-nuvem ou dentro de uma nuvem.</figcaption></figure><p>A <em>Organização Europeia para a Exploração de Satélites Meteorológicos</em> (<a href="https://www.eumetsat.int/" target="_blank">EUMETSAT</a>) e a A<em>gência Espacial Europeia</em> (<a href="https://www.esa.int/" target="_blank">ESA</a>) <strong>revelaram as primeiras imagens e animações capturadas pelo <em>Lightning Imager</em> </strong>no satélite MTG-I1, lançado em 13 de dezembro de 2022.</p><p>A primeira imagem do <em>Flexible Combined Imager</em>, o outro instrumento a bordo do satélite de observação da Terra, se tornou pública em<strong> maio de 2024</strong>.</p><h2>O gerador de imagens de raios</h2><p>O gerador de imagens de raios <em><strong>Lightning Imager</strong><b>, </b></em>fabricado pela empresa italiana Leonardo, líder no setor aeroespacial, tem por <strong>missão detectar continuamente os raios produzidos entre solo-nuvem, entre nuvem-nuvem ou dentro de uma nuvem</strong>.</p><p><span><strong>O instrumento está equipado com quatro sensores</strong> que cobrem a <a href="https://www.tempo.com/europa.htm" data-mrf-recirculation="cuerpo_intext">Europa</a>, a <a href="https://www.tempo.com/africa.htm" data-mrf-recirculation="cuerpo_intext">África</a>, o Oriente Médio e partes da <a href="https://www.tempo.com/america-do-sul.htm" data-mrf-recirculation="cuerpo_intext">América do Sul</a>. Estes sensores observam continuamente a atividade dos raios e a <strong>EUMETSAT transmite em tempo real os</strong> <strong>dados coletados pelos serviços meteorológicos em todos os Estados-Membros</strong>. Mas não só isso; em especial, a EUMETSAT também transmitirá os dados aos serviços meteorológicos na África e em outras regiões onde a capacidade de detectar raios através de observações terrestres é limitada.<br></span></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/il-primo-cacciatore-di-fulmini-europeo-e-gia-attivo-una-grande-svolta-per-la-meteorologia-ecco-perche-1720521528386.jpg" data-image="0wyo3rtcxj3b" alt="As tempestades severas são frequentemente precedidas por alterações súbitas na atividade dos relâmpagos. Ao observar estas alterações, os dados do Lightning Imager permitirão aos meteorologistas prever com maior exatidão estes eventos extremos." title="As tempestades severas são frequentemente precedidas por alterações súbitas na atividade dos relâmpagos. Ao observar estas alterações, os dados do Lightning Imager permitirão aos meteorologistas prever com maior exatidão estes eventos extremos."><figcaption>As tempestades severas são frequentemente precedidas por alterações súbitas na atividade dos raios. Ao observar estas alterações, os dados do Lightning Imager permitirão aos meteorologistas prever com maior exatidão estes eventos extremos.</figcaption></figure><p>Cada animação é composta por <strong>uma sequência de imagens obtidas a partir de medições cumulativas de raios no período de 1 minuto</strong>. Trata-se de uma inovação importante no domínio da meteorologia e da observação de fenômenos meteorológicos extremos.</p><h2>Porque isso é tão importante para a previsão de fenômenos meteorológicos extremos?</h2><p>De acordo com Phil Evans, Diretor Executivo da EUMETSAT,<strong> </strong>as tempestades severas são frequentemente precedidas por mudanças súbitas na atividade dos raios. Ao observar estas alterações, os <strong>dados do <em>Lightning Imager</em></strong><strong><em> </em>permitirão aos meteorologistas prever estes fenômenos extremos com maior precisão".</strong></p><div class="texto-destacado"><strong>Combinando estes dados com imagens de alta resolução da <em>Flexible Combined Imager</em>, os meteorologistas poderão determinar mais facilmente a evolução das tempestades severas e terão mais tempo para avisar as autoridades e as comunidades em risco.</strong></div><p>Simonetta Cheli, Diretora dos Programas de Observação da Terra da ESA, também destacou <strong>as extraordinárias capacidades deste instrumento, demonstradas pelas animações de dados do <em>Lightning Imager</em></strong>.</p><p><strong>"Estas animações demonstram a capacidade do instrumento para detectar com precisão e eficiência a atividade dos raios em toda a área de cobertura do sensor</strong>, que corresponde a 84% do globo terrestre, disse Cheli.</p><h2>O objetivo desta operação</h2><p>A ESA e a EUMETSAT, em colaboração com os parceiros industriais europeus, asseguram que, tanto na <a href="https://www.tempo.com/europa.htm" data-mrf-recirculation="cuerpo_intext">Europa </a>como no resto do mundo,<strong> as populações e os setores econômicos mais vulneráveis podem se beneficiar desta nova tecnologia</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/il-primo-cacciatore-di-fulmini-europeo-e-gia-attivo-una-grande-svolta-per-la-meteorologia-ecco-perche-1720521595687.jpg" data-image="j37jqzjhvqgf" alt="Combinando estes dados com imagens de alta resolução da Flexible Combined Imager, os meteorologistas poderão determinar mais facilmente a evolução de tempestades severas e terão mais tempo para avisar as autoridades e as comunidades em risco." title="Combinando estes dados com imagens de alta resolução da Flexible Combined Imager, os meteorologistas poderão determinar mais facilmente a evolução de tempestades severas e terão mais tempo para avisar as autoridades e as comunidades em risco."><figcaption>Combinando estes dados com imagens de alta resolução da Flexible Combined Imager, os meteorologistas poderão determinar mais facilmente a evolução de tempestades severas e terão mais tempo para avisar as autoridades e as comunidades em risco.</figcaption></figure><p>Guia Pastorini, Diretor de Engenharia de Projeto da empresa para o <em>Lightning Imager</em> explicou: <strong>O Lightning Imager tem quatro sensores, cada um capaz de captar 1.000 imagens por segundo</strong>, de dia ou de noite, e detectar até um único <em>flash </em>mais rápido do que um piscar de olhos".</p><p>Graças à capacidade de computação a bordo do satélite, <strong>os dados são processados de forma a transmitir apenas a informação mais útil para a Terra</strong>, para melhorar as previsões meteorológicas, especialmente em situações sensíveis.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="656361" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/onde-tem-mais-descargas-eletricas-no-brasil-estudo-revela-quais-sao-os-estados-com-maior-incidencia-de-raios.html" title="Onde tem mais descargas elétricas no Brasil? Estudo revela quais são os estados com maior incidência de raios">Onde tem mais descargas elétricas no Brasil? Estudo revela quais são os estados com maior incidência de raios</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/onde-tem-mais-descargas-eletricas-no-brasil-estudo-revela-quais-sao-os-estados-com-maior-incidencia-de-raios.html" title="Onde tem mais descargas elétricas no Brasil? Estudo revela quais são os estados com maior incidência de raios"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/estudo-revela-quais-sao-os-estados-com-maior-ocorrencia-de-raios-no-brasil-1715692850223_320.jpg" alt="Onde tem mais descargas elétricas no Brasil? Estudo revela quais são os estados com maior incidência de raios"></a></article></aside><p>Com a ESA e a EUMETSAT coordenando uma equipe industrial internacional, a <strong>empresa </strong><strong>Leonardo trabalhou durante dez anos nesta tecnologia inovadora</strong>. O satélite foi desenvolvido pela ESA, de acordo com os requisitos definidos pela EUMETSAT, em consulta com os serviços meteorológicos dos Estados-Membros.</p>]]></content:encoded>
                                    </item>
                            <item>
                    <title><![CDATA[O tempo no Sudeste do Brasil: bloqueio atmosférico vai trazer dias mais quentes até o fim de de julho]]></title>

                    <link>https://portal.vaizzer.com/o-tempo-no-sudeste-do-brasil-bloqueio-atmosferico-vai-trazer-dias-mais-quentes-ate-o-fim-de-de-julho</link>
                    <guid isPermaLink="true">https://portal.vaizzer.com/o-tempo-no-sudeste-do-brasil-bloqueio-atmosferico-vai-trazer-dias-mais-quentes-ate-o-fim-de-de-julho</guid>

                    <description><![CDATA[Com o bloqueio atmosférico confirmado, os próximos dias na região Sudeste serão de pouca chuva. Predomina o tempo seco, baixa umidade do ar e alta concentração de aerossois na atmosfera.Com a confirmação de um bloqueio atmosférico, os próximos dias no Brasil serão marcados pela escassez de chuva. Espera-se um clima seco, com baixos índices de umidade relativa do ar e alta concentração de aerossois em suspensão na atmosfera.De acordo com o Sistema de Informação sobre Secas na América do Sul (SISSA), diversos municípios do sudeste - Especialmente os mineiros - já não recebem chuva há quase três meses. É o caso de Belo Horizonte e Patos de Minas, que estão a 89 dias sem chuva; e também Unaí, que está a 95 dias sem chuva.Previsão de acumulados de chuva até o dia 27 de Julho mostra que a região Sudeste continuará, predominantemente, sem registro de chuvas significativas até o final de Julho.Essa situação tende a piorar, já que a falta de chuva é evidente na maior parte do território brasileiro, exceto por precipitações muito fracas e isoladas na faixa leste do país e chuvas mais concentradas no extremo norte do Brasil. Em todo o restante do território, as previsões indicam que o tempo permanecerá seco pelo menos até o final de Julho.Isso acontece graças a um sistema de alta pressão que permanece estacionário sobre o país durante um período prolongado, o que configura um bloqueio atmosférico e impede o avanço normal das frentes frias e outros sistemas meteorológicos capazes de causar chuva.Em outras palavras, as próximas semanas serão de tempo predominantemente aberto, poucas nuvens e sol em praticamente toda a região Sudeste. Essa situação faz as temperaturas subirem gradualmente na região.Calor retorna gradualmente e há possibilidade de temperaturas acima dos 30ºCGraças à ausência de nuvens, as noites na região Sudeste podem permanecer mais frias devido à perda radiativa. No entanto, o sol e o tempo seco devem fazer com que as temperaturas máximas, durante a tarde, aumentem.Previsão de temperaturas máximas na próxima segunda-feira mostra que o norte de São Paulo e o Triângulo Mineiro podem registrar temperaturas quentes, superiores a 30ºC.Previsões indicam que, ao norte e noroeste do estado de São Paulo e na região do triângulo de Minas Gerais, as temperaturas máximas podem ultrapassar os 30ºC durante a tarde. Temperaturas similares também serão registradas pontualmente em outros municípios de Minas Gerais e do Rio de Janeiro.Com essa situação, cai também a umidade relativa do ar, que pode chegar a valores próximos dos 20%, cenário de atenção. Previsão de umidade relativa mínima no próximo sábado mostra valores muito próximos dos 20%, sinalizando estado de atenção. A baixa umidade potencializa incêndios e agrava doenças. Como resultado da baixa umidade relativa e da falta de chuvas, o número de queimadas está aumentando significativamente. De acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o Sudeste já registrou 4066 focos de incêndio em 2024 - um grande aumento em comparação com 2023, quando foram registrados 2474 focos durante o ano inteiro.O que fazer para evitar que o tempo seco prejudique sua saúdeAlém de impulsionar incêndios florestais, a baixa umidade relativa prejudica a saúde, agravando especialmente quadros de doenças respiratórias. Por isso, durante este período sem chuvas, existem precauções que devem ser tomadas:Evite exercícios físicos ao ar livre entre as 11 e 15 horas.Umidifique o ambiente com toalhas úmidas, recipientes com água, etc.Permaneça em locais protegidos do sol sempre que for possível.Beba bastante água para se manter hidratado.]]></description>

                                            <enclosure url="https://services.meteored.com/img/article/o-tempo-na-regiao-sudeste-restante-de-julho-sera-muito-seco-e-mais-quente-que-o-normal-1721281881097_1280.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>

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                    <pubDate>Fri, 19 Jul 2024 02:58:23 +0100</pubDate>

                    <dc:creator><![CDATA[Jacileny]]></dc:creator>

                    
                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Com o bloqueio atmosférico confirmado, os próximos dias na região Sudeste serão de pouca chuva. Predomina o tempo seco, baixa umidade do ar e alta concentração de aerossois na atmosfera.</p><figure class="video-dailymotion"><div><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-x92dn8o.jpg"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewbox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24"></circle><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z"></path></svg></span></div></figure><p>Com a confirmação de um <em>bloqueio atmosférico</em>, <strong>os próximos dias no Brasil serão marcados pela escassez de chuva</strong>. Espera-se um clima seco, com baixos índices de umidade relativa do ar e alta concentração de aerossois em suspensão na atmosfera.</p><p>De acordo com o <em>Sistema de Informação sobre Secas na América do Sul</em> (<a href="https://sissa.crc-sas.org/monitoreo/estado-actual-de-la-sequia/">SISSA</a>), diversos municípios do sudeste - Especialmente os mineiros - já <strong>não recebem chuva há quase três meses</strong>. É o caso de <a href="https://www.tempo.com/belo-horizonte.htm">Belo Horizonte</a> e <a href="https://www.tempo.com/patos-de-minas.htm">Patos de Minas</a>, que estão a <strong>89 dias sem chuva</strong>; e também <a href="https://www.tempo.com/unai.htm">Unaí</a>, que está a <strong>95 dias sem chuva</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-tempo-na-regiao-sudeste-restante-de-julho-sera-muito-seco-e-mais-quente-que-o-normal-1721281781522.jpg" data-image="ciwvrn4r88np" alt="Previsão de acumulados de chuva até o dia 27 de Julho." title="Previsão de acumulados de chuva até o dia 27 de Julho."><figcaption>Previsão de acumulados de chuva até o dia 27 de Julho mostra que a região Sudeste continuará, predominantemente, sem registro de chuvas significativas até o final de Julho.</figcaption></figure><p><strong>Essa situação tende a piorar</strong>, já que a falta de chuva é evidente na maior parte do território brasileiro, exceto por precipitações muito fracas e isoladas na faixa leste do país e chuvas mais concentradas no extremo norte do Brasil. Em todo o restante do território, as previsões indicam que o<strong> tempo permanecerá seco pelo menos até o final de Julho</strong>.</p><div class="texto-destacado"><strong>Isso acontece graças a um sistema de alta pressão que permanece estacionário sobre o país durante um período prolongado, o que configura um bloqueio atmosférico e impede o avanço normal das frentes frias e outros sistemas meteorológicos capazes de causar chuva.</strong></div><p>Em outras palavras, <strong>as próximas semanas serão de tempo predominantemente aberto, poucas nuvens e sol em praticamente toda a região Sudeste</strong>. Essa situação faz as temperaturas subirem gradualmente na região.</p><h2>Calor retorna gradualmente e há possibilidade de temperaturas acima dos 30ºC</h2><p>Graças à ausência de nuvens, <strong>as noites na região Sudeste podem permanecer mais frias</strong> devido à perda radiativa. No entanto, o sol e o tempo seco devem fazer com que as <strong>temperaturas máximas, durante a tarde, aumentem</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-tempo-na-regiao-sudeste-restante-de-julho-sera-muito-seco-e-mais-quente-que-o-normal-1721281881097.jpg" data-image="iq062j3riuod" alt="Previsão de temperaturas máximas na próxima segunda-feira." title="Previsão de temperaturas máximas na próxima segunda-feira."><figcaption>Previsão de temperaturas máximas na próxima segunda-feira mostra que o norte de São Paulo e o Triângulo Mineiro podem registrar temperaturas quentes, superiores a 30ºC.</figcaption></figure><p>Previsões indicam que, ao norte e noroeste do estado de <a href="https://www.tempo.com/sao-paulo-estado.htm">São Paulo</a> e na região do triângulo de <a href="https://www.tempo.com/minas-gerais-estado.htm">Minas Gerais</a>, <strong>as temperaturas máximas podem ultrapassar os 30ºC durante a tarde</strong>. Temperaturas similares também serão registradas pontualmente em outros municípios de Minas Gerais e do <a href="https://www.tempo.com/rio-de-janeiro-estado.htm">Rio de Janeiro</a>.</p><p>Com essa situação, <strong>cai também a umidade relativa do ar</strong>, que pode chegar a <strong>valores próximos dos 20%</strong>, cenário de atenção. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-tempo-na-regiao-sudeste-restante-de-julho-sera-muito-seco-e-mais-quente-que-o-normal-1721281930288.jpg" data-image="9g0c443blh58" alt="Previsão de umidade relativa mínima no próximo sábado." title="Previsão de umidade relativa mínima no próximo sábado."><figcaption>Previsão de umidade relativa mínima no próximo sábado mostra valores muito próximos dos 20%, sinalizando estado de atenção. A baixa umidade potencializa incêndios e agrava doenças.</figcaption></figure><p> Como resultado da baixa umidade relativa e da falta de chuvas, <strong>o número de queimadas está aumentando significativamente</strong>. De acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (<a href="https://terrabrasilis.dpi.inpe.br/queimadas/portal/">INPE</a>), o Sudeste já registrou <strong>4066</strong> focos de incêndio em 2024 - um <strong>grande aumento</strong> em comparação com 2023, quando foram registrados <strong>2474</strong> focos durante o ano inteiro.</p><h2>O que fazer para evitar que o tempo seco prejudique sua saúde</h2><p>Além de impulsionar incêndios florestais, a baixa umidade relativa <strong>prejudica a saúde</strong>, agravando especialmente <strong>quadros de doenças respiratórias</strong>. Por isso, durante este período sem chuvas, existem precauções que devem ser tomadas:</p><ul><li><strong>Evite exercícios físicos</strong> ao ar livre entre as 11 e 15 horas.</li><li><strong>Umidifique o ambiente</strong> com toalhas úmidas, recipientes com água, etc.</li><li><strong>Permaneça em locais protegidos do sol</strong> sempre que for possível.</li><li><strong>Beba bastante água</strong> para se manter hidratado.<br></li></ul>]]></content:encoded>
                                    </item>
                            <item>
                    <title><![CDATA[Sistema alimentar global impacta diretamente na biodiversidade do Brasil, segundo novo estudo]]></title>

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                    <description><![CDATA[Um estudo recente da Nature Communications revela como o sistema alimentar global impacta a biodiversidade no Brasil, destacando a necessidade de práticas agrícolas sustentáveis e políticas de conservação para mitigar esses efeitos.Floresta amazônica no parque nacional de Anavilhanas, Amazonas - Brasil.Um estudo inovador publicado na Nature Communications revelou como o sistema alimentar global afeta a biodiversidade terrestre devido ao uso da terra e às mudanças climáticas. Este estudo tem implicações importantes para o Brasil, uma nação com uma vasta biodiversidade e uma agricultura predominante.O sistema alimentar global é um dos principais responsáveis pelas mudanças no uso da terra e pelas emissões de gases de efeito estufa, ambos impactando drasticamente a biodiversidade.Boakes et al. use the EXIOBASE model to show that emissions from a single years food production are associated with global biodiversity loss equivalent to 2% or more of a regions total land-driven biodiversity loss.@UCLCBER@boakesEhttps://t.co/vZb99S2pxX Nature Communications (@NatureComms) July 12, 2024 O estudo utilizou o modelo multi-regional de input-output EXIOBASE para estimar os impactos na biodiversidade decorrentes da produção de alimentos em 2011, considerando tanto a riqueza de espécies locais quanto a raridade das espécies.Principais Descobertas Os pesquisadores descobriram que as emissões de metano representam 70% do impacto total dos gases de efeito estufa na biodiversidade. Em várias regiões, as emissões de um único ano de produção de alimentos estão associadas a uma perda de biodiversidade global equivalente a 2% ou mais da perda total de biodiversidade causada pelo uso da terra naquela região.No Brasil, o impacto do uso da terra na biodiversidade foi subestimado, especialmente em regiões ricas em espécies. A métrica de riqueza ponderada pela raridade destacou os custos significativos para a biodiversidade em áreas como a Amazônia e o Cerrado.Situação no Brasil A agricultura no Brasil ocupa uma grande parte do território e é uma fonte significativa de emissões de gases de efeito estufa. O desmatamento para a criação de terras agrícolas é um dos maiores motores da perda de biodiversidade no país. Transformar florestas tropicais ricas em espécies em áreas agrícolas não apenas reduz a cobertura florestal, mas também afeta diretamente a diversidade de espécies locais.Desmatamento da AmazôniaPara mitigar esses impactos, o estudo sugere várias medidas que podem ser adotadas no Brasil e globalmente: Práticas Agrícolas Sustentáveis: Implementar técnicas agrícolas que reduzam a necessidade de desmatamento e minimizem as emissões de gases de efeito estufa. Políticas de Conservação: Desenvolver políticas que protejam áreas ricas em biodiversidade e incentivem a recuperação de terras degradadas. Mudanças no Consumo: Promover dietas que dependam menos de produtos com alto impacto ambiental, como a carne bovina, cuja produção é uma das principais fontes de metano. Uso de Tecnologia: Investir em tecnologias que aumentem a eficiência agrícola e reduzam a dependência de novas áreas para cultivo.Artigo relacionadoComo será o chocolate do futuro? Buscam-se alternativas sustentáveis devido ao alto preço do cacauO estudo destaca a necessidade urgente de integrar considerações de biodiversidade nas políticas agrícolas e climáticas. Para o Brasil, isso significa equilibrar a produção agrícola com a conservação da biodiversidade, garantindo que o desenvolvimento econômico não ocorra à custa do meio ambiente. Adotar práticas sustentáveis e políticas de conservação pode ajudar a reverter a perda de biodiversidade e garantir a saúde dos ecossistemas terrestres para as futuras gerações.Referência da notícia:Boakes, E. H., Dalin, C., Etard, A., & Newbold, T. (2024). Impacts of the global food system on terrestrial biodiversity from land use and climate change. Nature Communications, 15(1), 5750.]]></description>

                                            <enclosure url="https://services.meteored.com/img/article/estudo-revela-impacto-do-sistema-alimentar-global-na-biodiversidade-do-brasil-descubra-as-consequencias-1721175611087_1280.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>

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                    <pubDate>Fri, 19 Jul 2024 02:58:22 +0100</pubDate>

                    <dc:creator><![CDATA[Jacileny]]></dc:creator>

                    
                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo recente da Nature Communications revela como o sistema alimentar global impacta a biodiversidade no Brasil, destacando a necessidade de práticas agrícolas sustentáveis e políticas de conservação para mitigar esses efeitos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/estudo-revela-impacto-do-sistema-alimentar-global-na-biodiversidade-do-brasil-descubra-as-consequencias-1721174905419.jpg" data-image="j7grrdqr8r7v" alt="Floresta, biodiversidade, Brasil." title="Floresta, biodiversidade, Brasil."><figcaption>Floresta amazônica no parque nacional de Anavilhanas, Amazonas - Brasil.</figcaption></figure><p>Um estudo inovador publicado na <a href="https://www.nature.com/articles/s41467-024-49999-z" target="_blank">Nature Communications</a> revelou como <strong>o sistema alimentar global afeta a biodiversidade terrestre devido ao uso da terra e às mudanças climáticas.</strong> Este estudo tem implicações importantes para o Brasil, uma nação com uma vasta biodiversidade e uma agricultura predominante.</p><p>O sistema alimentar global é um dos principais responsáveis pelas mudanças no uso da terra e pelas emissões de gases de efeito estufa, ambos impactando drasticamente a biodiversidade.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">Boakes et al. use the EXIOBASE model to show that emissions from a single years food production are associated with global biodiversity loss equivalent to 2% or more of a regions total land-driven biodiversity loss.<a href="https://twitter.com/UCLCBER?ref_src=twsrc%5Etfw">@UCLCBER</a><a href="https://twitter.com/BoakesE?ref_src=twsrc%5Etfw">@boakesE</a><a href="https://t.co/vZb99S2pxX">https://t.co/vZb99S2pxX</a></p> Nature Communications (@NatureComms) <a href="https://twitter.com/NatureComms/status/1811792629115277603?ref_src=twsrc%5Etfw">July 12, 2024</a></blockquote></figure><p> O estudo utilizou o modelo multi-regional de input-output EXIOBASE para estimar os impactos na biodiversidade decorrentes da produção de alimentos em 2011, considerando tanto a riqueza de espécies locais quanto a raridade das espécies.</p><h2>Principais Descobertas </h2><p>Os pesquisadores descobriram que <strong>as emissões de metano representam 70% do impacto total dos gases de efeito estufa na biodiversidade</strong>. Em várias regiões, as emissões de um único ano de produção de alimentos estão associadas a uma perda de biodiversidade global equivalente a 2% ou mais da perda total de biodiversidade causada pelo uso da terra naquela região.</p><div class="texto-destacado"><strong>No Brasil, o impacto do uso da terra na biodiversidade foi subestimado, especialmente em regiões ricas em espécies. </strong></div><p>A métrica de riqueza ponderada pela raridade destacou os custos significativos para a biodiversidade em áreas como a <a href="https://www.tempo.com/agrovila-do-pa-vila-amazonia.htm" data-mrf-recirculation="cuerpo_intext">Amazônia</a> e o Cerrado.</p><h2>Situação no Brasil </h2><p><strong>A agricultura no Brasil ocupa uma grande parte do território</strong> e é uma fonte significativa de emissões de gases de efeito estufa. O desmatamento para a criação de terras agrícolas é um dos maiores motores da perda de biodiversidade no país. Transformar florestas tropicais ricas em espécies em áreas agrícolas não apenas reduz a cobertura florestal, mas também afeta diretamente a diversidade de espécies locais.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/estudo-revela-impacto-do-sistema-alimentar-global-na-biodiversidade-do-brasil-descubra-as-consequencias-1721175611087.jpg" data-image="8j4sz5acsy4w" alt="Amazonia, desmatamento, biodiversidade" title="Amazonia, desmatamento, biodiversidade"><figcaption>Desmatamento da Amazônia</figcaption></figure><p>Para mitigar esses impactos, o estudo sugere várias <strong>medidas que podem ser adotadas no Brasil e globalmente:</strong></p><p> <strong>Práticas Agrícolas Sustentáveis</strong>: Implementar técnicas agrícolas que reduzam a necessidade de desmatamento e minimizem as emissões de gases de efeito estufa. </p><p><strong>Políticas de Conservação</strong>: Desenvolver políticas que protejam áreas ricas em biodiversidade e incentivem a recuperação de terras degradadas. </p><p><strong>Mudanças no Consumo</strong>: Promover dietas que dependam menos de produtos com alto impacto ambiental, como a carne bovina, cuja produção é uma das principais fontes de metano. </p><p><strong>Uso de Tecnologia</strong>: Investir em tecnologias que aumentem a eficiência agrícola e reduzam a dependência de novas áreas para cultivo.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="665689" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/como-sera-o-chocolate-do-futuro-buscam-se-alternativas-sustentaveis-devido-ao-alto-preco-do-cacau.html" title="Como será o chocolate do futuro? Buscam-se alternativas sustentáveis devido ao alto preço do cacau">Como será o chocolate do futuro? Buscam-se alternativas sustentáveis devido ao alto preço do cacau</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/como-sera-o-chocolate-do-futuro-buscam-se-alternativas-sustentaveis-devido-ao-alto-preco-do-cacau.html" title="Como será o chocolate do futuro? Buscam-se alternativas sustentáveis devido ao alto preço do cacau"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/como-sera-el-chocolate-del-futuro-se-busca-una-alternativa-sustentable-por-el-alto-precio-del-cacao-1720923013749_320.jpeg" alt="Como será o chocolate do futuro? Buscam-se alternativas sustentáveis devido ao alto preço do cacau"></a></article></aside><p><strong>O estudo destaca a necessidade urgente de integrar considerações de biodiversidade nas políticas agrícolas e climáticas</strong>. Para o Brasil, isso significa equilibrar a produção agrícola com a conservação da biodiversidade, garantindo que o desenvolvimento econômico não ocorra à custa do meio ambiente. Adotar práticas sustentáveis e políticas de conservação pode ajudar a reverter a perda de biodiversidade e garantir a saúde dos ecossistemas terrestres para as futuras gerações.</p><p><em><strong>Referência da notícia</strong>:</em></p><p>Boakes, E. H., Dalin, C., Etard, A., & Newbold, T. (2024). <a href="https://www.nature.com/articles/s41467-024-49999-z" target="_blank">Impacts of the global food system on terrestrial biodiversity from land use and climate change</a>. <em>Nature Communications</em>, <em>15</em>(1), 5750.</p>]]></content:encoded>
                                    </item>
                            <item>
                    <title><![CDATA[Na caça aos red sprites, projeto da NASA para cidadãos não-cientistas]]></title>

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                    <description><![CDATA[Os Projetos de Ciência Cidadã são projetos científicos nos quais os cidadãos comuns podem contribuir de alguma forma, mesmo não sendo profissionais. É o caso do projeto spritacular iniciado pela NASA.Sprites ou 'red sprites' são eventos luminosos que aparecem na alta atmosfera, acima das nuvens de tempestade.Cada um pode contribuir à sua maneira para o progresso da ciência. O progresso da ciência na compreensão dos fenômenos naturais é, de fato, um processo longo e lento, por vezes com passos gigantescos, mas normalmente cada novo conhecimento é adquirido passo a passo.Não é surpreendente que inúmeros fenômenos naturais documentados mas ainda não compreendidos, ainda sejam observados hoje. Não estamos nos referindo a OVNIs (Objetos Voadores Não Identificados) ou, como são chamados hoje, UAPs (Fenômenos Aéreos Não Identificados).Artigo relacionadoMisteriosos raios vermelhos nas tempestades de Buenos Aires: observação inédita de spritesEstamos falando de duendes vermelhos (ou red sprites em inglês), um fenômeno pouco compreendido que ocorre na alta atmosfera da Terra. O termo em inglês 'SPRITE' é uma sigla que significa Stratospheric mesospheric Perturbations Resulting from Intense Thunderstorm Electrification, ou seja, perturbações estrato-mesosféricas que se originam da atividade elétrica de uma tempestade.O termo inglês 'sprite' significa 'duende' e tem sido usado como um acrônimo para um fenômeno tão evasivo que lembra duendes.Considerando a natureza indescritível deste fenômeno, a alusão aos duendes vermelhos que em inglês são chamados de 'red sprites' não poderia ter sido melhor.O que sabemos sobre os red sprites?Como o próprio nome indica, é um fenômeno bastante elusivo, daqueles em que se pode dizer... que existe... mas não existe... mas existiu?Na realidade, tratam-se de fenômenos muito curtos, com duração de alguns milésimos de segundo, quase impossíveis de captar a olho nu, mas que podem ser registrados com câmaras ou instrumentos especializados. Os red sprites são observáveis tanto do solo quanto do espaço. Eles ocorrem entre a estratosfera e a mesosfera.As camadas da atmosfera:A atmosfera terrestre está dividida em várias camadas: a troposfera, ou seja, a camada mais baixa em contato com a superfície que se estende até cerca de 17 km de altura; a estratosfera que atinge até cerca de 50 km; a mesosfera até 80 km; a termosfera até aproximadamente 550 km; e a exosfera acima de 550 km.Red sprites são sempre observados entre a estratosfera e a mesosfera, acima de importantes células (nuvens) de tempestade. A hipótese científica mais acreditada sobre a sua natureza, embora não conclusiva, é que se trata de uma espécie de raio inverso.Sistema de red sprites observados do topo de uma montanha. Crédito: Centro Espacial Nacional Dinamarquês.O disparo de um ou mais raios com transferência de carga elétrica da nuvem para o solo cria as condições elétricas para o disparo de um ou mais raios secundários para cima a partir da mesma nuvem. Este raio na direção oposta se manifestaria na forma de red sprites.Os red sprites aparecem logo após um raio: um clarão avermelhado repentino que pode assumir muitas formas, muitas vezes combinando plumas espalhadas e gavinhas espinhosas e brilhantes semelhantes aos tentáculos de uma água-viva. Alguns red sprites tendem a 'dançar' durante tempestades, ligando e desligando um após o outro, em sucessão.O projeto spritacularHá vários anos que a comunidade científica se conscientiza do quão valiosa pode ser a contribuição de não-cientistas, simples cidadãos apaixonados pelo assunto, em vários domínios.Sprites observados em 3 de junho de 2024 na costa da África do Sul acima de uma célula de tempestade e fotografados pela Estação Espacial Internacional. A célula da tempestade é iluminada pelo brilho do relâmpago dentro dela. Crédito: NASA/Matthew Dominick.Por exemplo, no campo da astronomia, astrônomos amadores descobriram e continuam a descobrir supernovas, asteroides e exoplanetas. Para coordenar e otimizar as contribuições individuais, são criados projetos de adesão gratuitos chamados ciência cidadã.Com o objetivo de coletar documentação fotográfica dos red sprites obtida ao longo dos anos por cidadãos individuais, e também de outros fenômenos luminosos transitórios (TLE), e de coordenar atividades colocando os cidadãos em contato com profissionais, a NASA criou o projeto spritacular (pronuncia-se sprite-tacular).Página inicial para acesso ao portal do projeto "spritacular" da NASA.Qualquer pessoa interessada no projeto e que acredite poder contribuir com as suas próprias fotografias encontrará a informação necessária no seguinte link: https://spritacular.org/.Curiosidades sobre os sprites: embora as evidências de avistamentos de sprites remontem a séculos, o primeiro registro ocorreu apenas em 1989 e por acaso. Na verdade, durante o teste de uma câmera construída para uma missão espacial, olhando para as gravações após os testes, os cientistas descobriram ]]></description>

                                            <enclosure url="https://services.meteored.com/img/article/a-caccia-di-folletti-rossi-il-progetto-della-nasa-per-i-cittadini-non-scienziati-1720712154132_1280.jpeg" length="49398" type="image/jpeg"/>

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                    <pubDate>Fri, 19 Jul 2024 02:58:22 +0100</pubDate>

                    <dc:creator><![CDATA[Jacileny]]></dc:creator>

                    
                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Os Projetos de Ciência Cidadã são projetos científicos nos quais os cidadãos comuns podem contribuir de alguma forma, mesmo não sendo profissionais. É o caso do projeto spritacular iniciado pela NASA.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/a-caccia-di-folletti-rossi-il-progetto-della-nasa-per-i-cittadini-non-scienziati-1720712154132.jpeg" data-image="r8l9h40hisgn" alt="red sprites" title="red sprites"><figcaption>Sprites ou 'red sprites' são eventos luminosos que aparecem na alta atmosfera, acima das nuvens de tempestade.</figcaption></figure><p>Cada um pode contribuir à sua maneira para o <strong>progresso da ciência</strong>. O progresso da ciência na compreensão dos fenômenos naturais é, de fato, um processo longo e lento, por vezes com passos gigantescos, mas normalmente cada novo conhecimento é adquirido passo a passo.</p><p>Não é surpreendente que<strong> inúmeros fenômenos naturais documentados mas ainda não compreendidos</strong>, ainda sejam observados hoje. Não estamos nos referindo a OVNIs (Objetos Voadores Não Identificados) ou, como são chamados hoje, UAPs (Fenômenos Aéreos Não Identificados).</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="616683" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/misteriosos-raios-vermelhos-nas-tempestades-de-buenos-aires-observacao-inedita-de-sprites-curiosidades-meteorologia.html" title="Misteriosos raios vermelhos nas tempestades de Buenos Aires: observação inédita de sprites">Misteriosos raios vermelhos nas tempestades de Buenos Aires: observação inédita de sprites</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/misteriosos-raios-vermelhos-nas-tempestades-de-buenos-aires-observacao-inedita-de-sprites-curiosidades-meteorologia.html" title="Misteriosos raios vermelhos nas tempestades de Buenos Aires: observação inédita de sprites"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/misteriosos-rayos-rojos-tormenta-temporal-buenos-aires-sprites-duendes-rojos-uruguay-rafagas-viento-1702991333614_320.jpg" alt="Misteriosos raios vermelhos nas tempestades de Buenos Aires: observação inédita de sprites"></a></article></aside><p>Estamos falando de duendes vermelhos (ou <em><strong>red sprites</strong></em> em inglês), um fenômeno pouco compreendido que <strong>ocorre na alta atmosfera da Terra</strong>. O termo em inglês '<strong><em>SPRITE</em></strong>' é uma sigla que significa <em>Stratospheric mesospheric Perturbations Resulting from Intense Thunderstorm Electrification</em>, ou seja, perturbações estrato-mesosféricas que <strong>se originam da atividade elétrica de uma tempestade</strong>.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewbox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg><strong>O termo inglês 'sprite' significa 'duende' e tem sido usado como um acrônimo para um fenômeno tão evasivo que lembra duendes.</strong><svg class="cierra" viewbox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Considerando a natureza indescritível deste fenômeno, a alusão aos duendes vermelhos que em inglês são chamados de '<em>red sprites'</em> não poderia ter sido melhor.</p><h2>O que sabemos sobre os <em>red sprites</em>?</h2><p>Como o próprio nome indica, é um<strong> fenômeno bastante elusivo</strong>, daqueles em que se pode dizer... que existe... mas não existe... mas existiu?</p><p>Na realidade, tratam-se de <strong>fenômenos muito curtos, com duração de alguns milésimos de segundo, quase impossíveis de captar a olho nu</strong>, mas que podem ser registrados com câmaras ou instrumentos especializados. Os <em>red sprites</em> são observáveis tanto do solo quanto do espaço. Eles ocorrem entre a estratosfera e a mesosfera.</p><div class="texto-destacado"><strong>As camadas da atmosfera:<br>A atmosfera terrestre está dividida em várias camadas: a troposfera, ou seja, a camada mais baixa em contato com a superfície que se estende até cerca de 17 km de altura; a estratosfera que atinge até cerca de 50 km; a mesosfera até 80 km; a termosfera até aproximadamente 550 km; e a exosfera acima de 550 km.</strong><em><br></em></div><p><strong><em>Red sprites</em> são sempre observados entre a estratosfera e a mesosfera</strong>, acima de importantes células (nuvens) de tempestade. A hipótese científica mais acreditada sobre a sua natureza, embora não conclusiva, é que se trata de <strong>uma espécie de raio inverso</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/a-caccia-di-folletti-rossi-il-progetto-della-nasa-per-i-cittadini-non-scienziati-1720712228983.jpg" data-image="oe5nvxd1jbdj" alt="red sprites" title="red sprites"><figcaption>Sistema de <em>red sprites</em> observados do topo de uma montanha. Crédito: Centro Espacial Nacional Dinamarquês.</figcaption></figure><p>O disparo de um ou mais raios com transferência de carga elétrica da nuvem para o solo cria as condições elétricas para o disparo de um ou mais raios secundários para cima a partir da mesma nuvem. Este <strong>raio na direção oposta </strong>se manifestaria na forma de <em>red sprites</em>.</p><p>Os<strong> <em>red sprites</em> aparecem logo após um raio</strong>: um<strong> clarão avermelhado repentino</strong> que pode assumir muitas formas, muitas vezes combinando plumas espalhadas e gavinhas espinhosas e brilhantes semelhantes aos tentáculos de uma água-viva. Alguns <em>red sprites </em>tendem a 'dançar' durante tempestades, ligando e desligando um após o outro, em sucessão.</p><h2>O projeto spritacular</h2><p>Há vários anos que a comunidade científica se conscientiza do quão valiosa pode ser a<strong> contribuição de não-cientistas</strong>, simples cidadãos apaixonados pelo assunto, em vários domínios.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/a-caccia-di-folletti-rossi-il-progetto-della-nasa-per-i-cittadini-non-scienziati-1720715403286.png" data-image="we7iyknf0lqt" alt="red sprites vistos do espaço" title="red sprites vistos do espaço"><figcaption>Sprites observados em 3 de junho de 2024 na costa da África do Sul acima de uma célula de tempestade e fotografados pela Estação Espacial Internacional. A célula da tempestade é iluminada pelo brilho do relâmpago dentro dela. Crédito: NASA/Matthew Dominick.</figcaption></figure><p>Por exemplo, no campo da astronomia, astrônomos amadores descobriram e continuam a descobrir supernovas, asteroides e exoplanetas. Para coordenar e otimizar as contribuições individuais, são criados projetos de adesão gratuitos chamados <strong>ciência cidadã</strong>.</p><p>Com o <strong>objetivo de coletar documentação fotográfica dos <em>red sprites</em> obtida ao longo dos anos por cidadãos individuais</strong>, e também de outros fenômenos luminosos transitórios (TLE), e de coordenar atividades colocando os cidadãos em contato com profissionais, a <strong><a href="https://www.nasa.gov/" target="_blank">NASA </a></strong>criou o projeto <em><strong>spritacular </strong></em>(pronuncia-se sprite-tacular).</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/a-caccia-di-folletti-rossi-il-progetto-della-nasa-per-i-cittadini-non-scienziati-1720712389001.png" data-image="tzsmcd7k2avy" alt="visualização da página inicial do projeto 'spritacular'" title="visualização da página inicial do projeto 'spritacular'"><figcaption>Página inicial para acesso ao portal do projeto "spritacular" da NASA.</figcaption></figure><p>Qualquer pessoa interessada no projeto e que acredite poder contribuir com as suas próprias fotografias encontrará a informação necessária no seguinte link: <strong><a href="https://spritacular.org/">https://spritacular.org/</a></strong>.</p><p>Curiosidades sobre os <em>sprites</em>: embora as evidências de avistamentos de <em>sprites</em> remontem a séculos, o <strong>primeiro registro ocorreu apenas em 1989 e por acaso</strong>. Na verdade, durante o teste de uma câmera construída para uma missão espacial, olhando para as gravações após os testes, os cientistas descobriram inesperadamente que os esquivos <em>sprites</em> haviam sido gravados.</p>]]></content:encoded>
                                    </item>
                            <item>
                    <title><![CDATA[O tempo no Sul do Brasil: tempo seco e frio ainda será destaque nos próximos dias. Até quando esse padrão vai durar?]]></title>

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                    <description><![CDATA[O bloqueio atmosférico vai manter o tempo seco na maior parte do Sul do Brasil nos próximos dias, o que deve mudar somente na virada de julho para agosto. O frio também será destaque.Massa de ar seco associada a uma área de alta pressão atmosférica persiste sobre o Sul do Brasil e inibe a formação de instabilidades causadoras de chuva.Com o padrão de bloqueio atmosférico instalado sobre o centro-sul do Brasil, a expectativa é de tempo completamente seco em quase toda a região Sul nos próximos dias. Aliás, esse quadro de estiagem deve perdurar até a reta final do mês, quando somente na virada para agosto será possível uma mudança.Para esses próximos dias sob efeito de uma área de alta pressão atmosférica que mantém uma massa de ar seco e frio sobre o Sul do país, a previsão é de tempo firme, com sol entre poucas nuvens. Apesar da condição de tempo estável para os próximos dias, a temperatura não subirá muito, o que garante ainda a sensação de frio na maior parte da região. Existe, inclusive, a possibilidade para geadas em áreas serranas.Nota-se na imagem acima que o centro de alta pressão atmosférica com 1025 hPa se concentra sobre a região Sul nesta quinta-feira (18), e apesar da formação de algumas poucas nuvens, não há condição para ocorrência de chuva.Artigo relacionadoBloqueio atmosférico é confirmado e chuvas serão escassas no Brasil. Frio ainda é destaque no Sul e em parte do SudesteA tendência para os próximos dias é que esse centro se afaste para o oceano Atlântico, mas o tempo estável vai persistir sobre o continente, pois com o bloqueio atmosférico, não há formação de novas instabilidades como por exemplo, avanço de frentes frias.O tempo e temperatura nos próximos diasPrimeiro vamos falar de precipitação no Sul do Brasil, variável que será bastante escassa durante essa segunda quinzena de julho devido ao bloqueio atmosférico. O mapa abaixo mostra o volume total esperado até a próxima terça-feira (23) à noite.Os próximos dias serão marcados pelo tempo mais seco e ensolarado em praticamente todo o Sul do Brasil devido padrão de bloqueio atmosférico.São esperadas chuvas muito pontuais no extremo sul do Rio Grande do Sul, no litoral norte de Santa Catarina e no leste do Paraná. De modo geral, chuvas rápidas e com baixo acumulado, ou seja, nenhuma grande preocupação por enquanto.Com a presença de uma massa de ar seco capaz de inibir a formação de novas instabilidades, o tempo seco vai predominar em praticamente todo o Sul do Brasil nos próximos dias. O modelo europeu ECMWF firma a previsão de chuvas abaixo da média para este período.É importante salientar também o comportamento das temperaturas nesses próximos dias, pois apesar do predomínio do tempo firme e ensolarado, a sensação ainda será de frio na maior parte da região. Temperatura continua baixa no Sul do Brasil e na próxima madrugada pode haver geada na região serrana com mínima de 2°C em Santa Catarina.A temperatura está subindo de maneira gradual na região Sul comparado aos últimos dias, porém, ainda são esperadas temperaturas baixas o suficiente para considerarmos a ocorrência de geadas principalmente nas áreas serranas como mostra o mapa acima com mínima prevista de apenas 2°C em Santa Catarina na próxima madrugada.Mesmo no período da tarde o friozinho continua no Sul do Brasil. Nesta sexta-feira (19) pode fazer apenas 21°C de máxima em Porto Alegre.A tarde também não deve esquentar muito ainda, garantindo aquela leve sensação de frio comum nas tardes de inverno sob efeito de uma massa de ar frio. A máxima prevista para esta sexta-feira (19) é de 21°C em Porto Alegre e Curitiba, e 20°C em Florianópolis.Tendência para os próximos 14 dias em Porto Alegre (RS) mostra a continuidade do frio na capital nessa reta final de julho.Aliás, essas baixas temperaturas devem persistir durante a segunda quinzena de julho como mostra a tabela acima com a previsão para 14 dias na capital gaúcha. Nota-se que neste sábado (20) a máxima prevista é de apenas 19°C, temperatura que deve ser batida no finalzinho da semana que vem aonde são esperados apenas 8°C de mínima e 15°C de máxima em Porto Alegre.Tendência para mudançasConforme mencionado acima, o modelo europeu ECMWF mantém sua previsão de chuvas abaixo da média para o período entre 22 e 29 de julho em todo o Sul do Brasil devido ao padrão de bloqueio atmosférico, com isso fica a pergunta: quando o padrão vai mudar?A tendência é de mudanças no padrão de chuvas no Sul do Brasil a partir da virada do mês, em que existe a possibilidade de uma primeira quinzena de agosto mais úmida. Fonte: ECMWFNa virada do mês de julho para agosto já existe uma tendência de mudança de padrão de chuvas com o possível rompimento do bloqueio atmosférico e avanço de uma frente fria. No período entre 29 de julho e 05 de agosto, a chuva tende a ficar dentro da média, ou até mesmo levemente acima em áreas do leste gaúcho.Artigo relacionadoO reconhecido fenômeno La Niña do Pacífico equatorial: existe também no Atlântico?O que mais deve]]></description>

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                    <pubDate>Fri, 19 Jul 2024 02:58:22 +0100</pubDate>

                    <dc:creator><![CDATA[Jacileny]]></dc:creator>

                    
                                            <content:encoded><![CDATA[<p>O bloqueio atmosférico vai manter o tempo seco na maior parte do Sul do Brasil nos próximos dias, o que deve mudar somente na virada de julho para agosto. O frio também será destaque.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-tempo-no-sul-do-brasil-falta-de-chuva-e-frio-ainda-serao-destaque-nos-proximos-dias-veja-ate-quando-isso-vai-durar-1721313122772.png" data-image="ybbdr9yx25tv" alt="ar eco" title="ar eco"><figcaption>Massa de ar seco associada a uma área de alta pressão atmosférica persiste sobre o Sul do Brasil e inibe a formação de instabilidades causadoras de chuva.</figcaption></figure><p>Com o <strong>padrão de bloqueio atmosférico</strong> instalado sobre o centro-sul do Brasil, a expectativa é de tempo completamente seco em quase toda a região Sul nos próximos dias. Aliás, esse <strong>quadro de estiagem deve perdurar até a reta final do mês</strong>, quando somente na virada para agosto será possível uma mudança.</p><p>Para esses próximos dias sob efeito de uma área de alta pressão atmosférica que mantém uma <strong>massa de ar seco e frio sobre o Sul do país</strong>, a previsão é de tempo firme, com sol entre poucas nuvens. </p><div class="texto-destacado"><strong><strong>Apesar da condição de tempo estável para os próximos dias, a temperatura não subirá muito, o que garante ainda a sensação de frio na maior parte da região. Existe, inclusive, a possibilidade para geadas em áreas serranas.</strong></strong></div><p>Nota-se na imagem acima que o <strong>centro de alta pressão atmosférica com 1025 hPa se concentra sobre a região Sul nesta quinta-feira (18)</strong>, e apesar da formação de algumas poucas nuvens, não há condição para ocorrência de chuva.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="665933" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/bloqueio-atmosferico-e-confirmado-e-chuvas-serao-escassas-no-brasil-frio-ainda-e-destaque-no-sul-e-em-parte-do-sudeste.html" title="Bloqueio atmosférico é confirmado e chuvas serão escassas no Brasil. Frio ainda é destaque no Sul e em parte do Sudeste">Bloqueio atmosférico é confirmado e chuvas serão escassas no Brasil. Frio ainda é destaque no Sul e em parte do Sudeste</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/bloqueio-atmosferico-e-confirmado-e-chuvas-serao-escassas-no-brasil-frio-ainda-e-destaque-no-sul-e-em-parte-do-sudeste.html" title="Bloqueio atmosférico é confirmado e chuvas serão escassas no Brasil. Frio ainda é destaque no Sul e em parte do Sudeste"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/bloqueio-atmosferico-e-confirmado-e-chuvas-serao-escassas-no-brasil-frio-ainda-e-destaque-no-sul-e-em-parte-do-sudeste-1721244265904_320.jpg" alt="Bloqueio atmosférico é confirmado e chuvas serão escassas no Brasil. Frio ainda é destaque no Sul e em parte do Sudeste"></a></article></aside><p>A tendência para os próximos dias é que esse centro se afaste para o oceano Atlântico, mas <strong>o tempo estável vai persistir sobre o continente</strong>, pois com o bloqueio atmosférico, não há formação de novas instabilidades como por exemplo, avanço de frentes frias.</p><h2>O tempo e temperatura nos próximos dias</h2><p>Primeiro vamos falar de precipitação no Sul do <a href="https://www.tempo.com/brasil.htm" data-mrf-recirculation="cuerpo_intext">Brasil</a>, variável que será bastante <strong>escassa durante essa segunda quinzena de julho devido ao bloqueio atmosférico</strong>. O mapa abaixo mostra o volume total esperado até a próxima terça-feira (23) à noite.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-tempo-no-sul-do-brasil-falta-de-chuva-e-frio-ainda-serao-destaque-nos-proximos-dias-veja-ate-quando-isso-vai-durar-1721313465644.png" data-image="uc75nehvfor8" alt="chuva" title="chuva"><figcaption>Os próximos dias serão marcados pelo tempo mais seco e ensolarado em praticamente todo o Sul do Brasil devido padrão de bloqueio atmosférico.</figcaption></figure><p>São esperadas <strong>chuvas muito pontuais</strong> no extremo sul do <a href="https://www.tempo.com/rio-grande-do-sul-estado.htm" data-mrf-recirculation="cuerpo_intext">Rio Grande do Sul</a>, no litoral norte de <a href="https://www.tempo.com/santa-catarina-estado.htm" data-mrf-recirculation="cuerpo_intext">Santa Catarina</a> e no leste do <a href="https://www.tempo.com/parana-estado.htm" data-mrf-recirculation="cuerpo_intext">Paraná</a>. De modo geral, chuvas rápidas e com baixo acumulado, ou seja, nenhuma grande preocupação por enquanto.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewbox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg><strong>Com a presença de uma massa de ar seco capaz de inibir a formação de novas instabilidades, o tempo seco vai predominar em praticamente todo o Sul do <a href="https://www.tempo.com/brasil.htm" data-mrf-recirculation="cuerpo_intext">Brasil</a> nos próximos dias. O modelo europeu <a href="https://www.ecmwf.int/en/forecasts">ECMWF</a> firma a previsão de chuvas abaixo da média para este período.</strong><svg class="cierra" viewbox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>É importante salientar também o <strong>comportamento das temperaturas nesses próximos dias</strong>, pois apesar do predomínio do tempo firme e ensolarado, a sensação ainda será de frio na maior parte da região. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-tempo-no-sul-do-brasil-falta-de-chuva-e-frio-ainda-serao-destaque-nos-proximos-dias-veja-ate-quando-isso-vai-durar-1721313620921.png" data-image="r6b3ag73dcpe" alt="tmin" title="tmin"><figcaption>Temperatura continua baixa no Sul do Brasil e na próxima madrugada pode haver geada na região serrana com mínima de 2°C em Santa Catarina.</figcaption></figure><p>A temperatura está subindo de maneira gradual na região Sul comparado aos últimos dias, porém, ainda <strong>são esperadas temperaturas baixas o suficiente para considerarmos a ocorrência de geadas principalmente nas áreas serranas</strong> como mostra o mapa acima com mínima prevista de apenas 2°C em Santa Catarina na próxima madrugada.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-tempo-no-sul-do-brasil-falta-de-chuva-e-frio-ainda-serao-destaque-nos-proximos-dias-veja-ate-quando-isso-vai-durar-1721313687864.png" data-image="4uk2t0b49y4m" alt="tmax" title="tmax"><figcaption>Mesmo no período da tarde o friozinho continua no Sul do Brasil. Nesta sexta-feira (19) pode fazer apenas 21°C de máxima em Porto Alegre.</figcaption></figure><p>A tarde também não deve esquentar muito ainda, garantindo aquela <strong>leve sensação de frio comum nas tardes de inverno sob efeito de uma massa de ar frio</strong>. A máxima prevista para esta sexta-feira (19) é de 21°C em <a href="https://www.tempo.com/porto-alegre.htm" data-mrf-recirculation="cuerpo_intext">Porto Alegre</a> e <a href="https://www.tempo.com/curitiba.htm" data-mrf-recirculation="cuerpo_intext">Curitiba</a>, e 20°C em <a href="https://www.tempo.com/florianopolis.htm" data-mrf-recirculation="cuerpo_intext">Florianópolis</a>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-tempo-no-sul-do-brasil-falta-de-chuva-e-frio-ainda-serao-destaque-nos-proximos-dias-veja-ate-quando-isso-vai-durar-1721314074818.png" data-image="gg3uy6gi27qq" alt="poa" title="poa"><figcaption>Tendência para os próximos 14 dias em Porto Alegre (RS) mostra a continuidade do frio na capital nessa reta final de julho.</figcaption></figure><p>Aliás, <strong>essas baixas temperaturas devem persistir durante a segunda quinzena de julho</strong> como mostra a tabela acima com a previsão para 14 dias na capital gaúcha. </p><p>Nota-se que neste sábado (20) a máxima prevista é de apenas 19°C, temperatura que deve ser batida no <strong>finalzinho da semana que vem aonde são esperados apenas 8°C de mínima e 15°C de máxima em Porto Alegre</strong>.</p><h2>Tendência para mudanças</h2><p>Conforme mencionado acima, o modelo europeu ECMWF mantém sua previsão de<strong> chuvas abaixo da média para o período entre 22 e 29 de julho em todo o Sul do Brasil</strong> devido ao padrão de bloqueio atmosférico, com isso fica a pergunta: quando o padrão vai mudar?</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-tempo-no-sul-do-brasil-falta-de-chuva-e-frio-ainda-serao-destaque-nos-proximos-dias-veja-ate-quando-isso-vai-durar-1721314179761.png" data-image="ytqw0rnsuw9l" alt="tendencia" title="tendencia"><figcaption>A tendência é de mudanças no padrão de chuvas no Sul do Brasil a partir da virada do mês, em que existe a possibilidade de uma primeira quinzena de agosto mais úmida. Fonte: ECMWF</figcaption></figure><p>Na virada do mês de julho para agosto <strong>já existe uma tendência de mudança de padrão de chuvas com o possível rompimento do bloqueio atmosférico</strong> e avanço de uma frente fria. No período entre 29 de julho e 05 de agosto, a chuva tende a ficar dentro da média, ou até mesmo levemente acima em áreas do leste gaúcho.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="665884" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/o-reconhecido-fenomeno-la-nina-do-pacifico-equatorial-existe-tambem-no-atlantico.html" title="O reconhecido fenômeno La Niña do Pacífico equatorial: existe também no Atlântico?">O reconhecido fenômeno La Niña do Pacífico equatorial: existe também no Atlântico?</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/o-reconhecido-fenomeno-la-nina-do-pacifico-equatorial-existe-tambem-no-atlantico.html" title="O reconhecido fenômeno La Niña do Pacífico equatorial: existe também no Atlântico?"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/fenomeno-la-nina-el-nino-pacifico-ecuatorial-atlantico-enso-huracanes-1721121074645_320.jpg" alt="O reconhecido fenômeno La Niña do Pacífico equatorial: existe também no Atlântico?"></a></article></aside><p>O que mais deve chamar a atenção é que diferente desta segunda quinzena de julho, <strong>a projeção a médio prazo é que as chuvas voltem a ser mais frequentes na primeira quinzena de agosto</strong>. Os mapas acima mostram que entre 05 e 12 de agosto, a umidade pode ficar concentrada sobre o centro-sul brasileiro, o que vai pegar especialmente áreas entre Santa Catarina e o Paraná.</p>]]></content:encoded>
                                    </item>
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